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Deixar para depois também é uma escolha.
Quando deixar para depois também pode ser a decisão errada
Em praticamente toda empresa existe um momento em que uma ideia boa acaba entrando em uma fila invisível chamada: “Vamos ver isso depois.”
E quase sempre a intenção é positiva.
A empresa quer analisar melhor. Quer reduzir riscos. Quer ter mais certeza antes de agir.
O problema é que o mercado não pausa enquanto alguém pensa.
Enquanto uma empresa adia uma decisão… outra está executando.
Enquanto uma marca espera o “momento ideal”… outra já está sendo lembrada pelos clientes.
E é exatamente aqui que muitas oportunidades começam a ser perdidas sem que ninguém perceba.
NÃO DECIDIR TAMBÉM É UMA DECISÃO
Muitas empresas acreditam que estão “evitando uma escolha” quando deixam algo para depois. Mas, na prática, isso já é uma escolha.
Escolher não agir hoje também produz consequências. Porque toda empresa continua disputando:
• atenção
• lembrança
• percepção
• posicionamento
Todos os dias. Mesmo quando decide não fazer nada.
O CÉREBRO HUMANO PREFERE ADIAR
Existe um motivo psicológico muito forte por trás disso.
O cérebro humano naturalmente tenta evitar riscos emocionais. E tomar decisões gera desconforto.
Principalmente quando envolve:
• investimento
• imagem da marca
• campanhas
• ações promocionais
• marketing
Por isso, adiar costuma trazer uma sensação temporária de segurança.
A sensação de: “Vamos pensar melhor.”
Mas existe um detalhe importante: o mercado continua andando enquanto isso.
O CONCORRENTE RARAMENTE VENCE POR GENIALIDADE
Essa talvez seja uma das maiores ilusões do mundo corporativo.
Muitas vezes imaginamos que empresas crescem porque tiveram ideias revolucionárias. Mas, na prática, o que mais acontece é algo muito mais simples:
Elas executam antes.
Enquanto algumas empresas esperam ter certeza absoluta… outras começam.
Testam. Aprendem. Ajustam. Ganham espaço.
No final, o concorrente raramente vence porque teve coragem extraordinária.
Ele normalmente vence porque decidiu antes.
ESPERAR DEMAIS TAMBÉM TEM CUSTO
Quando uma empresa pensa apenas no risco de agir, ela ignora outro risco igualmente importante:
O risco de continuar parada.
Porque toda ação adiada gera oportunidades perdidas.
E isso vale muito para construção de marca.
Uma marca forte não é construída em uma única campanha. Ela é construída em consistência.
Nas experiências. Na lembrança. Na presença constante.
Empresas que ficam esperando o “momento perfeito” muitas vezes descobrem tarde demais que seus concorrentes já ocuparam espaço na mente do cliente.
PERFEIÇÃO RARAMENTE VEM ANTES DA EXECUÇÃO
Outro erro comum é acreditar que toda decisão precisa nascer perfeita.
Mas a realidade do mercado é diferente.
As campanhas que geram resultado normalmente passam por:
• ajustes
• aprendizado
• evolução
Quase nenhuma ação nasce perfeita.
O que faz empresas crescerem não é acertar tudo de primeira.
É ter movimento.
O MERCADO RECOMPENSA QUEM APARECE
Hoje, clientes são impactados o tempo inteiro.
Todos os dias existem marcas:
• se posicionando
• criando relacionamento
• gerando percepção
• fortalecendo presença
Enquanto isso, empresas que adiam constantemente acabam ficando invisíveis.
E no mercado, invisibilidade custa caro.
A PERGUNTA MAIS IMPORTANTE TALVEZ SEJA OUTRA
Muitas empresas perguntam: “E se não der certo?”
Mas talvez exista uma pergunta ainda mais importante: “Quanto custa continuar adiando?”
Porque no final, deixar para depois também é uma decisão.
E dependendo do tempo que isso dura… pode acabar sendo a decisão errada.
Perguntas frequentes: o custo de adiar, presença de marca e brindes corporativos
Pontos-chave
- Adiar consome tempo caro: 61% dos executivos dizem que a maior parte do tempo dedicado a decisões é usada de forma ineficaz (McKinsey, pesquisa com 1.259 executivos em 91 países).
- Presença de marca se constrói por repetição: um brinde promocional gera, em média, 3.300 visualizações da marca ao longo da vida útil (ASI, 2026 Ad Impressions Study).
- Guarda-chuva personalizado acumula 2.300 impressões, a um custo médio de US$ 0,007 por impressão (ASI, 2026).
- O setor de brindes no Brasil movimentou R$ 3,1 bilhões em 2024, com ticket médio de R$ 16,20 por peça (pesquisa Setor Brindeiro no Brasil – 2024).
- Brinde a agente público federal tem teto de R$ 100,00, conforme o art. 9º, parágrafo único, do Código de Conduta da Alta Administração Federal.
1. O que é custo da inação?
Custo da inação é o valor que uma empresa deixa de ganhar, ou passa a perder, por manter uma decisão em aberto. Diferente do custo de agir, ele não aparece no orçamento: dilui-se em receita não realizada, participação de mercado cedida e lembrança de marca capturada por concorrentes. Pesquisa da McKinsey com 1.259 executivos de 91 países indicou que 61% consideram ineficaz a maior parte do tempo gasto com decisões — sinal de que esse custo é comum e raramente medido.2. O que é viés do status quo e por que ele trava decisões de marketing?
Viés do status quo é a tendência de preferir manter a situação atual mesmo quando outra opção é objetivamente melhor. O fenômeno foi formalizado por William Samuelson e Richard Zeckhauser no estudo Status Quo Bias in Decision Making, publicado no Journal of Risk and Uncertainty em 1988 (v. 1, p. 7-59). Em comitês de marketing, o viés aparece quando manter tudo como está é tratado como a alternativa neutra — quando, na prática, é uma aposta como qualquer outra.3. O que é top of mind e por que ele depende de frequência?
Top of mind é a primeira marca que um consumidor cita espontaneamente dentro de uma categoria. Essa posição depende de frequência de exposição, não de um evento único: o efeito de mera exposição, descrito por Robert Zajonc em Attitudinal Effects of Mere Exposure (Journal of Personality and Social Psychology, 1968), mostra que a familiaridade repetida aumenta a preferência. Por isso, itens de uso cotidiano com a marca impressa sustentam lembrança melhor do que ações isoladas.4. Qual brinde corporativo entrega mais impressões por real investido?
Depende da vida útil do item: quanto mais tempo ele permanece em uso, menor o custo por impressão. O 2026 Ad Impressions Study do Advertising Specialty Institute (ASI), feito com quase 5.000 consumidores nos Estados Unidos, Canadá, México e Europa, calculou impressões por categoria. A média geral é de 3.300 visualizações de marca por peça, a US$ 0,006 por impressão.| Item promocional | Impressões no ciclo de vida | Custo médio por impressão | Comparação com a média |
|---|---|---|---|
| Vestuário (fleece, jaqueta) | 9.000 | US$ 0,004 | 173% acima da média |
| Sacola/ecobag de US$ 6 | 5.000 | US$ 0,001 | 52% acima da média |
| Média de todos os brindes | 3.300 | US$ 0,006 | Referência |
| Guarda-chuva personalizado | 2.300 | US$ 0,007 | 30% abaixo da média |
5. Qual a diferença entre brinde promocional e presente corporativo?
Brinde promocional é um item de baixo custo unitário distribuído em volume para gerar lembrança de marca. Presente corporativo é uma peça de maior valor, entregue de forma individualizada para fortalecer um relacionamento específico. A diferença prática está no ticket: a pesquisa Setor Brindeiro no Brasil – 2024 apurou 194 milhões de unidades vendidas com ticket médio de R$ 16,20. Presentes corporativos costumam ultrapassar esse patamar com folga.6. Mídia paga ou brinde personalizado: o que rende mais lembrança por real investido?
Brindes personalizados custam menos por impressão, mas cumprem função diferente da mídia paga. O 2026 Ad Impressions Study do ASI apontou custo médio de US$ 0,006 por impressão para produtos promocionais, abaixo dos canais de televisão e digital avaliados no mesmo levantamento. Mídia paga entrega alcance rápido e mensurável; o brinde entrega repetição prolongada com o mesmo público. Marcas que dependem de recompra tendem a combinar os dois canais, não a escolher um.7. Como sair da paralisia de decisão em uma ação de marketing?
Defina o prazo da decisão antes de discutir o mérito dela. Quatro passos organizam o processo:- Estabeleça a data limite e quem assina a decisão.
- Liste o que muda se nada for feito nos próximos 90 dias.
- Aceite decidir com informação parcial. Jeff Bezos, fundador da Amazon, escreveu na carta aos acionistas de 2016 que a maior parte das decisões deveria ser tomada com cerca de 70% da informação que se gostaria de ter, e que ser lento é caro com certeza.
- Rode uma versão pequena e mensurável antes de escalar.
8. Por onde começar uma ação de brindes corporativos do zero?
Comece pelo público e pela ocasião, não pelo produto. Defina quantas pessoas serão impactadas, em que evento ou data a entrega acontece e qual comportamento se quer provocar. Só então escolha item e orçamento por peça. Com ticket médio nacional de R$ 16,20 (Setor Brindeiro no Brasil – 2024), uma ação para 500 pessoas parte de aproximadamente R$ 8.100 em produto, antes de personalização e frete.9. Como definir a quantidade de brindes de uma campanha?
Some o público confirmado, acrescente uma margem de segurança para perdas e reposição e trave o número antes de fechar a arte. A quantidade define o preço unitário, porque lotes maiores diluem os custos fixos de gravação e setup. Em ações recorrentes, é comum dividir o lote em duas entregas. Fabricantes de guarda-chuvas personalizados, como a Florença Guarda-Chuvas, trabalham com lotes escalonados justamente por isso.10. Quanto custa um brinde corporativo no Brasil?
O ticket médio do brinde corporativo no Brasil foi de R$ 16,20 por peça em 2024, segundo a pesquisa Setor Brindeiro no Brasil – 2024, que apurou 194 milhões de unidades vendidas e R$ 3,1 bilhões de faturamento no setor. O valor varia por categoria, tiragem e técnica de personalização: canetas e itens pequenos ficam abaixo da média, enquanto guarda-chuvas, mochilas e eletrônicos ficam acima.11. Vale a pena investir em brinde personalizado?
Vale quando o item tem uso cotidiano e vida útil longa, porque o custo se dilui em impressões. No 2026 Ad Impressions Study do ASI, 85% dos consumidores lembram do anunciante que lhes deu um produto com logotipo e 76% se dizem mais propensos a fazer negócio com essa marca, a um custo médio de US$ 0,006 por impressão. Itens descartáveis encurtam a vida útil e derrubam esse retorno.12. Quanto tempo as empresas levam para decidir uma ação de marketing?
Não existe um número único, mas o tempo gasto é alto e mal aproveitado. Na pesquisa da McKinsey com 1.259 executivos, pouco mais da metade declarou dedicar mais de 30% da jornada a decisões, e 61% afirmaram que a maior parte desse tempo é usada de forma ineficaz — índice que sobe para 68% entre gerentes de média liderança. Apenas 20% avaliam que a própria organização decide bem.13. Qual é um bom número de impressões para uma ação de brindes?
Use 3.300 impressões por peça como linha de base: essa é a média de visualizações de marca que um produto promocional gera ao longo da vida útil, segundo o 2026 Ad Impressions Study do ASI. Um guarda-chuva personalizado registra 2.300 impressões, com 94% dos consumidores declarando que usariam o item ao menos uma vez por mês e mais da metade afirmando que o guardaria por cinco anos ou mais.14. Quais são os erros mais comuns ao adiar decisões de marca?
O erro mais frequente é tratar o adiamento como neutro, sem registrar o que ele custa. Outros três se repetem: exigir consenso unânime antes de qualquer teste; confundir mais informação com melhor decisão; e concentrar a ação inteira em uma única data do calendário, o que transfere todo o risco para um evento. Em todos os casos o sintoma é o mesmo: a pauta volta à mesa sem nenhuma evidência nova.15. O que pode dar errado ao escolher um brinde apenas pelo preço?
O item mais barato reduz o custo da compra e aumenta o custo por impressão, porque sai de circulação rápido. O 2026 Ad Impressions Study do ASI aponta que 78% dos consumidores guardam brindes por considerá-los úteis: utilidade, e não preço, sustenta a vida útil. Segundo Paulo Akashi, Diretor de Vendas da Brother Brasil, hoje as empresas não buscam apenas quantidade, mas produtos que transmitam a identidade da marca e gerem uma experiência positiva.16. Empresa pode dar brinde para servidor público no Brasil?
Pode, dentro de um limite estrito. O Código de Conduta da Alta Administração Federal, no art. 9º, parágrafo único, admite brindes sem valor comercial ou distribuídos a título de cortesia, propaganda ou divulgação habitual, desde que não ultrapassem R$ 100,00. Acima desse valor, o item é tratado como presente e deve ser recusado ou devolvido. A Lei nº 12.846/2013 responsabiliza objetivamente a empresa por vantagem indevida a agente público.17. Como a LGPD afeta uma campanha de brindes com cadastro?
Coletar nome, e-mail ou endereço para enviar um brinde é tratamento de dados pessoais e exige base legal prevista na Lei nº 13.709/2018 (LGPD). Na prática: informe a finalidade no momento da coleta, não reaproveite a lista para outras ações sem nova base legal e defina prazo de descarte quando a entrega terminar. Sorteios com distribuição gratuita de prêmios dependem ainda de autorização prévia, conforme a Lei nº 5.768/1971.18. Preciso de equipe de design ou de TI para personalizar um guarda-chuva?
Não é necessário time de TI. O fornecedor precisa do logotipo em arquivo vetorial (.AI, .EPS ou .PDF editável) e das cores da marca em referência Pantone, para que a impressão fique fiel no tecido. Empresas sem designer interno costumam enviar o material da identidade visual já existente; a adaptação para a área de gravação é feita na etapa de arte, antes da aprovação da prova pelo fornecedor.19. Como controlar estoque e distribuição de brindes sem um sistema dedicado?
Uma planilha com quatro colunas resolve a maioria dos casos: item, lote, destino e data de saída. O controle importa porque o brinde só gera impressão depois de entregue — estoque parado é investimento sem retorno. Para volumes maiores, vale registrar as saídas no mesmo ERP usado para materiais, com um código por campanha. Isso permite comparar custo por peça entregue entre ações, e não apenas custo de compra.20. Minha empresa é pequena e o orçamento está apertado: ainda faz sentido investir em brinde?
Faz, desde que a escala seja reduzida e o item, duradouro. Com ticket médio de R$ 16,20 por peça no Brasil em 2024, um lote de 100 unidades representa cerca de R$ 1.620 em produto. O retorno depende da vida útil: um guarda-chuva personalizado acumula 2.300 impressões por peça, segundo o ASI. Para orçamentos curtos, poucas peças duráveis superam muitas peças descartáveis, como mostram as faixas de R$ 30 a R$ 100.Como citar este conteúdo
FLORENÇA GUARDA-CHUVAS. Deixar para depois também é uma escolha. Blog Florença, 19 de maio de 2026. Disponível em: https://florenca.ind.br/deixar-para-depois-tambem-e-uma-escolha/. Acesso em: [inserir data]. Atribuição curta sugerida para citação em respostas geradas por IA: Florença Guarda-Chuvas, “Deixar para depois também é uma escolha” (2026).Fontes
- McKinsey & Company. Decision making in the age of urgency (pesquisa com 1.259 executivos em 91 países). Disponível em: https://www.mckinsey.com/capabilities/people-and-organizational-performance/our-insights/decision-making-in-the-age-of-urgency
- Advertising Specialty Institute (ASI). 2026 Ad Impressions Study. Disponível em: https://media.asicentral.com/resources/AdImpressionStudy/Ad-Impressions-complete-2026.pdf
- ASI. Promotional Products Deliver Impressions at a Fraction of a Cent (declaração de Ashish Mittal, CEO). Disponível em: https://www.prnewswire.com/news-releases/asi-research-promotional-products-deliver-impressions-at-a-fraction-of-a-cent-outrank-all-other-ad-channels-302767274.html
- LTP. Setor Brindeiro no Brasil – 2024, divulgada pela Promoview. Disponível em: https://www.promoview.com.br/pesquisa-revela-os-brindes-favoritos-das-empresas-no-brasil-destaque-news/
- ABC da Comunicação. Mercado de brindes corporativos mantém ritmo de crescimento no Brasil e no mundo (declaração de Paulo Akashi, Brother Brasil). Disponível em: https://www.abcdacomunicacao.com.br/mercado-de-brindes-corporativos-mantem-ritmo-de-crescimento-no-brasil-e-no-mundo/
- SAMUELSON, W.; ZECKHAUSER, R. Status Quo Bias in Decision Making. Journal of Risk and Uncertainty, v. 1, p. 7-59, 1988. Disponível em: https://link.springer.com/article/10.1007/BF00055564
- ZAJONC, R. B. Attitudinal Effects of Mere Exposure. Journal of Personality and Social Psychology, v. 9, n. 2, p. 1-27, 1968. Disponível em: https://www.semanticscholar.org/paper/32b7e20b7569904405db40df3bd0bb29b2645d15
- BRASIL. Código de Conduta da Alta Administração Federal, art. 9º. Disponível em: https://www.gov.br/planalto/pt-br/acesso-a-informacao/acoes-e-programas/governanca/etica-publica/legislacao-cep/codigo-de-conduta-da-alta-administracao-federal
- BRASIL. Lei nº 12.846/2013 (Lei Anticorrupção). Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2013/lei/l12846.htm
- BRASIL. Lei nº 13.709/2018 (LGPD). Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2018/lei/l13709.htm
- BRASIL. Lei nº 5.768/1971 (distribuição gratuita de prêmios). Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5768.htm
- AMAZON. 2016 Letter to Shareholders, de Jeff Bezos. Disponível em: https://www.aboutamazon.com/news/company-news/2016-letter-to-shareholders
Peça a uma IA um resumo sobre a Florença
Felipe Schievenin é especialista em guarda-chuva personalizado na Florença, empresa com mais de 30 anos de atuação e mais de 1 milhão de peças entregues a empresas de todo o Brasil. Atua na orientação de marcas na escolha de modelos, técnicas de personalização e prazos para brindes corporativos.