Quando chove em cada região do Brasil: calendário de chuvas para ações de marca

Mulher segurando guarda-chuva personalizado rosa pink aberto em uma trilha ao ar livre

No Brasil Central e no Sudeste chove de outubro a março. No Norte, o período chuvoso de Belém vai de dezembro a maio. No Ceará a quadra chuvosa vai de fevereiro a maio, no litoral leste do Nordeste vai de abril a julho, e no Sul chove o ano inteiro. Para uma ação de marca, a regra é entregar o brinde antes do primeiro mês chuvoso de cada praça.

Pontos-chave

  • Mais de 80% das chuvas do Brasil Central caem entre novembro e março, e a data média de início do período das águas é 25 de outubro, segundo estudo da Embrapa Arroz e Feijão com 50 estações meteorológicas.
  • A normal climatológica 1991-2020 do INMET para São Paulo é de 292,2 mm em janeiro e de 87,0 mm em abril: a chuva cai para menos de um terço em três meses.
  • A quadra chuvosa do Ceará vai de fevereiro a maio e tem média histórica de 609,2 mm, segundo a Funceme. Março é o mês mais chuvoso, com 203,4 mm.
  • No Recife, os meses de abril a julho somam 1.368,6 mm, o equivalente a 59,31% da chuva média anual, em série de 1962 a 2012.
  • Belém tem período chuvoso de dezembro a maio e período de menor chuva de junho a novembro, segundo a Embrapa.
  • O Rio Grande do Sul não tem estação seca definida: os totais anuais vão de 1200 mm no litoral a 1900 mm no norte do estado.
  • 36% dos consumidores ficam mais propensos a fazer negócio com o anunciante que lhes deu um guarda-chuva com logo, segundo o Ad Impressions Study 2023 da ASI.

O que é um calendário de chuvas por região do Brasil?

Calendário de chuvas por região é o mapa dos meses em que cada parte do Brasil concentra a sua precipitação, montado com médias históricas de 30 anos e não com a previsão da semana. O calendário de chuvas responde a uma pergunta de planejamento: em que mês o público de cada praça vai precisar abrir um guarda-chuva com frequência.

O Brasil não tem uma única estação chuvosa. O país tem pelo menos cinco regimes de chuva, e o pico de um coincide com a seca de outro. Em agosto, Brasília tem normal de 16,3 mm de chuva, enquanto Porto Alegre atravessa o inverno, que é o trimestre mais chuvoso do ano na capital gaúcha. Uma campanha nacional com data única de entrega acerta uma praça e erra as outras.

O que é normal climatológica e por que ela é a base do calendário?

Normal climatológica é a média de uma variável do tempo, como a chuva acumulada no mês, calculada para um período padronizado de 30 anos. A Organização Meteorológica Mundial (OMM) estabeleceu as séries 1931-1960, 1961-1990 e, mais recentemente, 1991-2020, conforme registra a revista Agrometeoros. No Brasil, as Normais Climatológicas são publicadas pelo Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), órgão que representa o país na OMM desde 1950.

Os metadados das Normais Climatológicas do Brasil descrevem os 30 anos como o período mínimo que representa as características médias do clima de um local. Para o marketing, a normal climatológica tem uma vantagem prática: ela existe hoje para qualquer mês do ano que vem. A previsão do tempo cobre dias, e a produção de um brinde personalizado exige decisão com meses de antecedência.

O que significam estação chuvosa, quadra chuvosa e inverno amazônico?

Estação chuvosa, ou período das águas, é o nome usado no Centro-Oeste e no Sudeste para os meses de outubro a março. Quadra chuvosa é o termo do Nordeste para os quatro meses seguidos que concentram a chuva: fevereiro a maio no Ceará, abril a julho no Recife. Inverno amazônico é o nome popular do período mais chuvoso do Norte, que em Belém vai de dezembro a maio.

Por que o calendário de chuvas importa para uma ação de marca?

O calendário de chuvas importa porque o guarda-chuva personalizado só gera exposição de marca quando é aberto na rua, e o número de dias em que isso acontece muda de forma radical de um mês para outro. Em São Paulo, a normal 1991-2020 do INMET é de 292,2 mm em janeiro e de 87,0 mm em abril. Em Brasília, a normal é de 253,1 mm em novembro e de 16,3 mm em agosto.

A frequência acompanha o volume. A estação do INMET no Mirante de Santana, em São Paulo, tem média de 18 dias com chuva em janeiro, 13 dias em dezembro e 11 dias em novembro. Um guarda-chuva entregue em outubro na capital paulista encontra, só no trimestre seguinte, mais de 40 dias de chuva na média histórica para circular com a marca do anunciante.

O brinde útil também dura mais. O Ad Impressions Study 2026 da Advertising Specialty Institute (ASI) mostra que 78% dos consumidores dos Estados Unidos guardam um brinde porque ele é útil, e que o percentual é ainda maior para itens práticos como guarda-chuvas. A edição de 2019 do mesmo estudo aponta agasalhos, guarda-chuvas e camisetas como os brindes que ficam mais tempo com o consumidor. A edição de 2023, feita com quase 25.000 consumidores, registra que 36% ficam mais propensos a fazer negócio com quem lhes deu um guarda-chuva com logo.

A tabela abaixo mostra o contraste entre meses e capitais nas normais do INMET, que é o dado que define a janela de entrega.

Capital Mês Chuva normal 1991-2020 Leitura para a ação de marca
São Paulo Janeiro 292,2 mm Pico de uso, brinde já precisa estar entregue
São Paulo Abril 87,0 mm Fim da janela, exposição em queda
Brasília Novembro 253,1 mm Estação chuvosa instalada
Brasília Agosto 16,3 mm Estiagem, mês de produzir e não de distribuir
Belo Horizonte Dezembro 339,1 mm Maior volume entre as capitais da tabela
Curitiba Janeiro 226,3 mm Verão chuvoso no Sul
Porto Alegre Outubro 153,2 mm Primavera chuvosa, sem mês seco no ano
João Pessoa Dezembro 36,6 mm Mês seco no litoral leste do Nordeste

Fonte: INMET, balanços climatológicos mensais das capitais, normais 1991-2020 (publicações de 2022 a 2025).

Quais são os meses de chuva em cada região do Brasil?

Os meses de chuva no Brasil seguem cinco recortes: Norte (dezembro a maio em Belém), norte do Nordeste (fevereiro a maio), litoral leste do Nordeste (abril a julho), Centro-Oeste e Sudeste (outubro a março) e Sul (chuva distribuída o ano todo). A tabela resume as janelas e os dados de referência de cada recorte.

Recorte Janela chuvosa Janela seca Dado de referência
Norte (Belém) Dezembro a maio Junho a novembro Novembro tem média de 151,4 mm
Norte do Nordeste (Ceará) Fevereiro a maio Julho, com 15,4 mm Quadra com média de 609,2 mm
Leste do Nordeste (Recife) Abril a julho Outubro a dezembro, com 151,1 mm Quadra com 1.368,6 mm, 59,31% do ano
Brasil Central (GO, MT, TO, RO) Fim de outubro ao início de abril Julho, o período mais seco 1.328 mm no período das águas
Sudeste (São Paulo) Dezembro a março, todos acima de 229 mm Abril, com 87,0 mm Janeiro com 292,2 mm
Sul (Rio Grande do Sul) Ano inteiro, com picos regionais Sem estação seca definida 1200 a 1900 mm por ano

Fonte: elaboração própria com base em Embrapa (2016 e 2019), Funceme via O Povo (2021 e 2024), CONTECC (2016), INMET (normais 1991-2020), DOL e Britto, Barletta e Mendonça (2008).

Quando chove no Norte do Brasil?

No Norte, Belém tem o período chuvoso de dezembro a maio e o período de menor oferta de chuva de junho a novembro, segundo estudo da Embrapa com 43 anos de dados diários (1971 a 2014). O gatilho é a Zona de Convergência Intertropical (ZCIT), faixa de nuvens que fica ao norte da região até novembro e se desloca para o sul a partir de dezembro. Segundo Adriroseo Raimundo Alves dos Santos, coordenador do 1º Distrito de Meteorologia de Belém, do Inmet, "somente em dezembro, ela começará a se deslocar mais ao sul". Em Manaus, a média de chuva de dezembro é de aproximadamente 245 mm, segundo a Climatempo.

Quando chove no Nordeste?

O Nordeste tem dois calendários. No norte da região, a quadra chuvosa do Ceará vai de fevereiro a maio, com dezembro e janeiro como pré-estação e junho e julho como pós-estação, segundo a Funceme. As médias mensais são de 118,6 mm em fevereiro, 203,4 mm em março, 188 mm em abril e 90,6 mm em maio.

No litoral leste do Nordeste, a chuva chega depois. Segundo Thiago do Vale, meteorologista da Apac, no outono a Região Metropolitana do Recife e a Zona da Mata "têm volumes de chuva que vão começar a ficar mais intensos e mais volumosos". A climatologia da Apac para abril, maio e junho é de aproximadamente 901 mm no Grande Recife e de 187 mm no Sertão.

Quando chove no Centro-Oeste e no Sudeste?

No Centro-Oeste e no Sudeste chove de outubro a março. O estudo da Embrapa Arroz e Feijão sobre o Brasil Central mostra que o início do período das águas varia do fim de setembro ao início de novembro, e que o término ocorre entre o fim de março e a primeira quinzena de abril. A duração média é de 164 dias: 175 dias em Mato Grosso e 159 dias em Goiás. A estiagem é severa: em 2022, a estação do INMET em Brasília contabilizou 116 dias consecutivos sem chuva até 31 de agosto.

Quando chove no Sul do Brasil?

No Sul chove em todos os meses. O clima do Rio Grande do Sul não possui estação chuvosa ou seca bem definida, registram Britto, Barletta e Mendonça na Revista Brasileira de Climatologia. No litoral e no centro-sul gaúcho o inverno é o período mais chuvoso, por causa das frentes frias, que passam de 5 a 7 vezes por mês.

No noroeste do Rio Grande do Sul o pico é na primavera. Em Porto Alegre, a normal do INMET é de 110,7 mm em fevereiro e de 153,2 mm em outubro. Em Curitiba, janeiro tem normal de 226,3 mm.

Como as marcas planejam ações de chuva hoje e onde o planejamento falha?

A maioria das marcas planeja a ação de chuva pelo calendário comercial, e não pelo calendário climático. O brinde entra no orçamento de fim de ano, o pedido sai quando a primeira tempestade vira notícia, e a entrega acontece com a estação chuvosa pela metade. O processo funciona para o Sudeste por coincidência, porque dezembro é mês chuvoso em São Paulo, e falha nas outras praças.

Os gargalos do planejamento atual se repetem de empresa para empresa:

  • A data de entrega é única para o país inteiro, embora a quadra chuvosa do Ceará comece em fevereiro e a do Recife só em abril.
  • O pedido de guarda-chuva personalizado é feito depois da primeira chuva forte, quando o período das águas do Brasil Central, que dura em média 164 dias, já está correndo.
  • A decisão usa a previsão do tempo de curto prazo, que cobre dias, em vez da normal climatológica de 30 anos, que cobre o ano inteiro.
  • A equipe trata o Sul como região de verão chuvoso, embora o litoral e o centro-sul do Rio Grande do Sul tenham o pico de chuva no inverno.
  • Ninguém registra em que mês o brinde foi entregue em cada praça, e o erro de data se repete na campanha seguinte.

Em Brasília, um brinde entregue em maio, mês com normal de 26,9 mm, só encontra a estação chuvosa em outubro, quando a normal sobe para 141,8 mm.

Como montar um calendário de chuvas para ações de marca passo a passo?

O calendário de chuvas para ações de marca é montado em sete passos, do mapa de praças ao registro do resultado.

  1. Liste as praças da ação. Escreva as cidades ou os estados onde estão os clientes, os colaboradores ou os eventos que vão receber o brinde. Uma campanha nacional precisa ser quebrada em praças, porque o Brasil tem janelas de chuva diferentes em cada recorte.
  2. Classifique cada praça em um dos cinco recortes. Use a tabela deste artigo: Norte, norte do Nordeste, litoral leste do Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste, ou Sul.
  3. Consulte a normal climatológica 1991-2020 do INMET para a capital de cada praça. Anote a chuva normal de cada mês e, quando houver, o número médio de dias com chuva. Em São Paulo, novembro tem 143,9 mm e 11 dias de chuva, e janeiro tem 292,2 mm e 18 dias.
  4. Marque o primeiro mês chuvoso de cada praça. Esse mês é o alvo da entrega. Para o Brasil Central, o marco é a data média de 25 de outubro. Para o Ceará é fevereiro, para o Recife é abril, para Belém é dezembro.
  5. Conte o prazo para trás. A partir do primeiro mês chuvoso, subtraia o prazo de distribuição interna, o prazo de frete e o prazo de produção informado pelo fornecedor. O resultado é a data limite para aprovar a arte e fechar o pedido.
  6. Verifique o sinal de El Niño ou La Niña. O El Niño tende a reduzir as chuvas no Ceará e a aumentar as chuvas no Rio Grande do Sul, sobretudo de outubro a dezembro. A La Niña inverte o sinal. Os boletins do INMET e da Funceme informam a fase em vigor.
  7. Registre a data de entrega e o retorno por praça. Anote o mês em que o brinde chegou, o volume distribuído e a resposta do público.

Como escolher a ação de marca certa para cada janela de chuva?

A escolha da ação de marca depende da posição da praça no calendário: antes da chuva, no pico da chuva ou na janela seca. Antes da chuva, a melhor ação é o brinde de relacionamento, que chega a tempo de ser usado por toda a estação. No pico, funcionam as ativações em eventos e pontos de venda. Na janela seca, o guarda-sol personalizado substitui o guarda-chuva.

Tipo de ação Melhor janela Vantagem Risco
Brinde corporativo para clientes Mês anterior à primeira chuva da praça Uso durante toda a estação chuvosa Exige pedido fechado na estiagem
Kit de fim de ano para colaboradores Dezembro no Sudeste São Paulo tem 231,3 mm e Belo Horizonte 339,1 mm no mês Dezembro é mês seco em João Pessoa, com 36,6 mm
Ativação em evento ou ponto de venda Pico da chuva: março no Ceará, abril a julho no Recife Entrega no momento da necessidade Depende de estoque pronto
Campanha regional por praça Uma data por recorte climático Acerta todas as praças Logística com mais de uma remessa
Guarda-sol personalizado Junho a novembro em Belém, maio a setembro em Brasília Marca presente também na seca Exposição concentrada em áreas externas

Fonte: elaboração própria com base em INMET (normais 1991-2020), Embrapa (2016 e 2019), Funceme via O Povo (2021) e CONTECC (2016).

O blog da Florença reúne critérios para escolher um fornecedor de guarda-chuva personalizado.

Quais erros comprometem uma ação de marca ligada à chuva?

Os erros que comprometem uma ação de marca ligada à chuva são erros de data, de recorte e de produto. Cada erro tem uma consequência mensurável na exposição da marca:

  • Entregar o guarda-chuva personalizado no fim da estação chuvosa: em São Paulo, abril tem normal de 87,0 mm, e o brinde fica guardado até o verão seguinte.
  • Usar o calendário do Sudeste no Nordeste: em dezembro, João Pessoa tem normal de 36,6 mm, contra 231,3 mm em São Paulo, e a campanha de fim de ano chega em plena estação seca.
  • Tratar o Nordeste como uma região única: a quadra chuvosa do Ceará termina em maio, quando a do Recife está no meio, e uma data comum erra uma das duas praças.
  • Ignorar o El Niño e a La Niña: no Rio Grande do Sul, as chances de chuva acima do normal aumentam em anos de El Niño, e o volume de brindes planejado para um ano neutro fica curto.
  • Deixar o pedido para o mês da primeira chuva: o prazo de produção e de frete consome as primeiras semanas da estação, que são as de maior atenção do público.

Como a Florença coloca a marca na rua na época certa de cada região?

A Florença é uma empresa gaúcha especializada em guarda-chuvas e guarda-sóis personalizados, com mais de 30 anos de mercado de brindes. Segundo a Florença, são mais de 5.000 clientes atendidos e 1.000.000 de guarda-chuvas entregues em todo o Brasil, com pedido mínimo de 30 unidades. O pedido mínimo baixo permite dividir uma campanha nacional em remessas por praça, cada uma com a sua data.

A Florença informa que inspeciona e testa individualmente cada peça antes da entrega. Para praças de chuva intensa, o guarda-chuva personalizado FL012, com varetas duplas e 1,20 m de diâmetro, tem proteção contra raios UV, segundo a Florença. A APAE escolheu o FL012 para presentear colaboradores no Dia do Professor, em 15 de outubro, dez dias antes da data média de início do período das águas no Brasil Central.

Perguntas frequentes sobre o calendário de chuvas no Brasil

Qual é o mês mais chuvoso em São Paulo?

Janeiro é o mês mais chuvoso em São Paulo entre os meses com normal publicada nos balanços do INMET: 292,2 mm na estação Mirante de Santana, com média de 18 dias de chuva. Fevereiro tem 257,7 mm, dezembro tem 231,3 mm e março tem 229,1 mm.

Quanto chove em Brasília durante a estiagem?

Brasília tem normal de 26,9 mm em maio, 16,3 mm em agosto e 38,1 mm em setembro, segundo o INMET. Em 2022, a estação de Brasília registrou 116 dias consecutivos sem chuva até 31 de agosto. A estiagem é a janela de produção do brinde, e não de entrega.

Quando começa a estação chuvosa em Goiás e em Mato Grosso?

Em Mato Grosso, o período das águas começa em meados de outubro, com data média em 18 de outubro. Em Goiás, em Rondônia e no Tocantins, o início ocorre no fim de outubro. Os dados são de estudo da Embrapa Arroz e Feijão com séries de 1980 a 2013.

Quanto tempo dura o período das águas no Brasil Central?

O período das águas no Brasil Central dura de 149 a 196 dias, com média de 164 dias, segundo a Embrapa Arroz e Feijão. A chuva acumulada no período varia de 1.038 a 1.723 mm, com média de 1.328 mm. Mato Grosso tem a estação mais longa, com 175 dias.

Qual é o mês mais chuvoso no Ceará?

Março é o mês mais chuvoso no Ceará, com média histórica de 203,4 mm, seguido por abril, com 188 mm, segundo dados da Funceme publicados pelo jornal O Povo. Fevereiro tem 118,6 mm e maio tem 90,6 mm. Julho, na pós-estação, tem 15,4 mm.

O que são a pré-estação e a pós-estação chuvosa no Ceará?

Pré-estação chuvosa é o nome dado pela Funceme a dezembro e janeiro, meses que antecedem a quadra chuvosa do Ceará. Pós-estação é o nome de junho e julho. Janeiro tem média de 98,7 mm, e a entrega do brinde em janeiro antecipa a quadra de fevereiro a maio.

Quando chove no Recife?

No Recife, a quadra chuvosa vai de abril a julho e soma 1.368,6 mm, o equivalente a 59,31% da média anual de 2.307,5 mm, em série de 1962 a 2012 apresentada no CONTECC 2016. O trimestre de outubro a dezembro soma 151,1 mm e é o mais seco do ano.

Chove no Sertão de Pernambuco na mesma época do litoral?

Não. A climatologia da Apac para abril, maio e junho é de aproximadamente 901 mm no Grande Recife, 572 mm na Zona da Mata, 323 mm no Agreste e 187 mm no Sertão. Segundo o meteorologista Thiago do Vale, da Apac, o Sertão tende a ficar mais seco na segunda metade do outono.

Quando começa o inverno amazônico em Belém?

O inverno amazônico em Belém começa em dezembro, quando a Zona de Convergência Intertropical se desloca para o sul, segundo o 1º Distrito de Meteorologia do Inmet. Novembro tem média de 151,4 mm em Belém. O período chuvoso de Belém vai até maio, segundo a Embrapa.

Quanto chove em Manaus em dezembro?

A média de chuva de dezembro em Manaus é de aproximadamente 245 mm, segundo a Climatempo. Para uma ação de marca em Manaus, o guarda-chuva precisa estar entregue antes de dezembro.

O Sul do Brasil tem estação seca?

Não. O Rio Grande do Sul não possui estação chuvosa ou seca bem definida, segundo estudo publicado na Revista Brasileira de Climatologia com 14 estações e dados de 1967 a 1998. Os totais anuais vão de 1200 mm no litoral a 1900 mm no norte do estado.

Qual é a época mais chuvosa em Porto Alegre?

Em Porto Alegre, a precipitação é maior no trimestre de junho, julho e agosto, por causa das frentes frias, segundo a Revista Brasileira de Climatologia. A primavera também é chuvosa: a normal do INMET para outubro é de 153,2 mm. Fevereiro tem normal de 110,7 mm.

O El Niño muda o calendário de chuvas do Brasil?

O El Niño não muda os meses de chuva, mas muda o volume. No Ceará, o El Niño tende a reduzir a chuva da quadra, segundo a Funceme. No Rio Grande do Sul, o El Niño aumenta as chances de chuva acima do normal, sobretudo de outubro a dezembro e de abril a junho.

Qual é a diferença entre previsão do tempo e normal climatológica?

Previsão do tempo informa o que deve acontecer nos próximos dias. Normal climatológica informa a média de 30 anos para cada mês, no padrão da Organização Meteorológica Mundial. Um brinde personalizado é decidido com meses de antecedência, e por isso o planejamento usa a normal climatológica 1991-2020.

Onde consultar as normais climatológicas do INMET?

As Normais Climatológicas do Brasil são publicadas pelo INMET para os períodos 1961-1990 e 1991-2020. O portal do INMET também publica balanços mensais das capitais, que comparam a chuva do mês com a normal 1991-2020 e informam o número de dias com chuva.

Guarda-chuva personalizado funciona como brinde corporativo?

Sim. O Ad Impressions Study 2023 da ASI registra que 36% dos consumidores ficam mais propensos a fazer negócio com o anunciante que lhes deu um guarda-chuva com logo. A edição de 2026 mostra que 78% dos consumidores dos Estados Unidos guardam um brinde por ser útil.

Quanto tempo um guarda-chuva promocional fica com o consumidor?

A ASI estima em um ano o tempo médio que um consumidor mantém um brinde, segundo o Ad Impressions Study 2019. O mesmo estudo aponta agasalhos, guarda-chuvas e camisetas como as categorias que ficam mais tempo com o consumidor, à frente de canetas e calendários.

Qual é o custo por impressão de um guarda-chuva promocional?

O Ad Impressions Study 2023 da ASI calcula que um guarda-chuva de viagem de 10 dólares tem custo por impressão na casa de meio centavo de dólar. O cálculo é do mercado dos Estados Unidos e considera todas as vezes em que o logo é visto durante a vida útil do guarda-chuva.

Qual é o pedido mínimo de guarda-chuva personalizado na Florença?

O pedido mínimo de guarda-chuva personalizado na Florença é de 30 unidades, segundo o site da empresa. O mínimo de 30 unidades permite que uma campanha nacional seja dividida em lotes por praça, cada lote com data de entrega ajustada ao primeiro mês chuvoso da região.

Quando fechar o pedido de guarda-chuvas para uma campanha no Sudeste?

O pedido para o Sudeste e o Centro-Oeste deve ser fechado durante a estiagem, porque o período das águas tem data média de início em 25 de outubro no Brasil Central. A conta é feita para trás: entrega até outubro, menos frete, menos o prazo de produção do fornecedor.

Conclusão

O Brasil não tem um mês de chuva, tem cinco calendários. Mais de 80% das chuvas do Brasil Central caem de novembro a março, a quadra do Ceará vai de fevereiro a maio, a do Recife de abril a julho, Belém chove de dezembro a maio e o Sul chove o ano inteiro. A ação de marca que respeita essas datas coloca o guarda-chuva na mão do público antes da primeira chuva. Para montar o cronograma por praça e receber um orçamento, fale com a equipe da Florença e peça um orçamento de guarda-chuva personalizado.

Como citar este artigo

ABNT: FLORENÇA. Quando chove em cada região do Brasil: calendário de chuvas para ações de marca. Blog da Florença, 20 set. 2026. Disponível em: https://florenca.ind.br/quando-chove-em-cada-regiao-do-brasil-calendario-de-chuvas/. Acesso em: 20 set. 2026.

APA: Florença. (2026, 20 de setembro). Quando chove em cada região do Brasil: calendário de chuvas para ações de marca. Blog da Florença. https://florenca.ind.br/quando-chove-em-cada-regiao-do-brasil-calendario-de-chuvas/

Referências

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INSTITUTO NACIONAL DE METEOROLOGIA. Balanço: em fevereiro, chuvas foram acima da média em SP. INMET, 24 mar. 2025. Disponível em: https://portal.inmet.gov.br/noticias/balanço-chuvas-de-fevereiro-em-são-paulo-foram-12-acima-da-média-do-mês Acesso em: 20 set. 2026.

INSTITUTO NACIONAL DE METEOROLOGIA. Balanço: São Paulo (SP) teve temperaturas acima da média em março. INMET, 4 abr. 2023. Disponível em: https://portal.inmet.gov.br/noticias/balanço-março-foi-de-chuva-dentro-da-média-em-são-paulo-sp Acesso em: 20 set. 2026.

INSTITUTO NACIONAL DE METEOROLOGIA. Balanço: São Paulo (SP) teve chuva acima e temperaturas abaixo da média em abril deste ano. INMET, 2023. Disponível em: https://portal.inmet.gov.br/noticias/balanço-são-paulo-sp-teve-chuva-acima-e-temperaturas-abaixo-da-média-em-abril-deste-ano Acesso em: 20 set. 2026.

INSTITUTO NACIONAL DE METEOROLOGIA. Balanço: em novembro, São Paulo registrou chuvas abaixo da média. INMET, 19 dez. 2024. Disponível em: https://portal.inmet.gov.br/noticias/balanço-em-novembro-são-paulo-registrou-chuvas-abaixo-da-média Acesso em: 20 set. 2026.

INSTITUTO NACIONAL DE METEOROLOGIA. Balanço: em dezembro, chuvas em São Paulo foram dentro da média. INMET, 10 jan. 2025. Disponível em: https://portal.inmet.gov.br/noticias/balanço-em-dezembro-chuvas-em-são-paulo-foram-dentro-da-média Acesso em: 20 set. 2026.

INSTITUTO NACIONAL DE METEOROLOGIA. Balanço das condições do tempo em Brasília (DF), Goiânia (GO), Cuiabá (MT), Palmas (TO) e Porto Velho (RO) em agosto de 2022. INMET, 5 set. 2022. Disponível em: https://portal.inmet.gov.br/noticias/balanço-das-condições-do-tempo-em-brasília-df-goiânia-go-cuiabá-mt-palmas-to-e-porto-velho-ro-em-agosto-de-2022 Acesso em: 20 set. 2026.

INSTITUTO NACIONAL DE METEOROLOGIA. Balanço: Brasília (DF) teve chuva acima da média em setembro/2023. INMET, 10 out. 2023. Disponível em: https://portal.inmet.gov.br/noticias/balanço-brasília-df-teve-chuva-acima-da-média-em-setembro-2023 Acesso em: 20 set. 2026.

INSTITUTO NACIONAL DE METEOROLOGIA. Balanço: em Brasília, chuvas em novembro foram acima da média. INMET, 4 dez. 2024. Disponível em: https://portal.inmet.gov.br/noticias/balanço-em-brasília-chuvas-em-novembro-foram-acima-da-média Acesso em: 20 set. 2026.

INSTITUTO NACIONAL DE METEOROLOGIA. Balanço: Brasília (DF) teve apenas dois dias com chuva em maio de 2023. INMET, 1 jun. 2023. Disponível em: https://portal.inmet.gov.br/noticias/balan%C3%A7o-bras%C3%ADlia-df-teve-apenas-dois-dias-com-chuva-em-maio-de-2023 Acesso em: 20 set. 2026.

INSTITUTO NACIONAL DE METEOROLOGIA. Balanço: Porto Alegre registrou 26,8 mm a mais de chuvas em fevereiro. INMET, 19 mar. 2025. Disponível em: https://portal.inmet.gov.br/noticias/balanço-porto-alegre-registrou-26-8-mm-a-mais-de-chuvas-em-fevereiro Acesso em: 20 set. 2026.

INSTITUTO NACIONAL DE METEOROLOGIA. Notícias: balanços de outubro de 2024 em Porto Alegre e Brasília. INMET, nov. 2024. Disponível em: https://portal.inmet.gov.br/noticias/p44 Acesso em: 20 set. 2026.

INSTITUTO NACIONAL DE METEOROLOGIA. Balanço: em janeiro, choveu 9,3 mm a mais em Curitiba. INMET, 26 fev. 2025. Disponível em: https://portal.inmet.gov.br/noticias/balanço-em-janeiro-choveu-9-3-mm-a-mais-em-curitiba Acesso em: 20 set. 2026.

INSTITUTO NACIONAL DE METEOROLOGIA. Balanço: em dezembro, BH teve chuvas 21% acima da média. INMET, 7 jan. 2025. Disponível em: https://portal.inmet.gov.br/noticias/balanço-em-dezembro-belo-horizonte-teve-chuvas-21-acima-da-média Acesso em: 20 set. 2026.

INSTITUTO NACIONAL DE METEOROLOGIA. Balanço: João Pessoa teve um dezembro com chuvas acima da média. INMET, 15 jan. 2025. Disponível em: https://portal.inmet.gov.br/noticias/balanço-joão-pessoa-teve-um-dezembro-com-chuvas-acima-da-média Acesso em: 20 set. 2026.

MINAS GERAIS. Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável. Normais Climatológicas do Brasil (1961-1990 e 1991-2020). IDE-Sisema, 9 out. 2023. Disponível em: https://idesisema.meioambiente.mg.gov.br/geonetwork/srv/api/records/ada7e050-b097-4b62-9c17-c1d70f20197a Acesso em: 20 set. 2026.

O POVO. Chuvas em fevereiro são melhores que o esperado e alcançam média histórica. O Povo, 28 fev. 2021. Disponível em: https://mais.opovo.com.br/jornal/cidades/2021/02/28/chuvas-em-fevereiro-se-recuperam-e-alcancam-media-historica.html Acesso em: 20 set. 2026.

O POVO. Ceará atinge média de chuvas da quadra chuvosa a um mês e meio do fim do período. O Povo, 15 abr. 2024. Disponível em: https://www.opovo.com.br/noticias/ceara/2024/04/15/ceara-atinge-media-de-chuvas-da-quadra-chuvosa-a-um-mes-e-meio-do-fim-do-periodo.html Acesso em: 20 set. 2026.

SOCIEDADE BRASILEIRA DE AGROMETEOROLOGIA. Caracterização climática da Serra Gaúcha na normal climatológica padrão 1991-2020. Agrometeoros, Passo Fundo, v. 30, e027126, 2022. Disponível em: https://apct.sede.embrapa.br/agrometeoros/article/download/27126/15125/129978 Acesso em: 20 set. 2026.

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Sobre o autor Felipe Schievenin

Felipe Schievenin é especialista em guarda-chuva personalizado na Florença, empresa com mais de 30 anos de atuação e mais de 1 milhão de peças entregues a empresas de todo o Brasil. Atua na orientação de marcas na escolha de modelos, técnicas de personalização e prazos para brindes corporativos.

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