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Quando chove em cada região do Brasil: calendário de chuvas para ações de marca
No Brasil Central e no Sudeste chove de outubro a março. No Norte, o período chuvoso de Belém vai de dezembro a maio. No Ceará a quadra chuvosa vai de fevereiro a maio, no litoral leste do Nordeste vai de abril a julho, e no Sul chove o ano inteiro. Para uma ação de marca, a regra é entregar o brinde antes do primeiro mês chuvoso de cada praça.
Pontos-chave
- Mais de 80% das chuvas do Brasil Central caem entre novembro e março, e a data média de início do período das águas é 25 de outubro, segundo estudo da Embrapa Arroz e Feijão com 50 estações meteorológicas.
- A normal climatológica 1991-2020 do INMET para São Paulo é de 292,2 mm em janeiro e de 87,0 mm em abril: a chuva cai para menos de um terço em três meses.
- A quadra chuvosa do Ceará vai de fevereiro a maio e tem média histórica de 609,2 mm, segundo a Funceme. Março é o mês mais chuvoso, com 203,4 mm.
- No Recife, os meses de abril a julho somam 1.368,6 mm, o equivalente a 59,31% da chuva média anual, em série de 1962 a 2012.
- Belém tem período chuvoso de dezembro a maio e período de menor chuva de junho a novembro, segundo a Embrapa.
- O Rio Grande do Sul não tem estação seca definida: os totais anuais vão de 1200 mm no litoral a 1900 mm no norte do estado.
- 36% dos consumidores ficam mais propensos a fazer negócio com o anunciante que lhes deu um guarda-chuva com logo, segundo o Ad Impressions Study 2023 da ASI.
O que é um calendário de chuvas por região do Brasil?
Calendário de chuvas por região é o mapa dos meses em que cada parte do Brasil concentra a sua precipitação, montado com médias históricas de 30 anos e não com a previsão da semana. O calendário de chuvas responde a uma pergunta de planejamento: em que mês o público de cada praça vai precisar abrir um guarda-chuva com frequência.
O Brasil não tem uma única estação chuvosa. O país tem pelo menos cinco regimes de chuva, e o pico de um coincide com a seca de outro. Em agosto, Brasília tem normal de 16,3 mm de chuva, enquanto Porto Alegre atravessa o inverno, que é o trimestre mais chuvoso do ano na capital gaúcha. Uma campanha nacional com data única de entrega acerta uma praça e erra as outras.
O que é normal climatológica e por que ela é a base do calendário?
Normal climatológica é a média de uma variável do tempo, como a chuva acumulada no mês, calculada para um período padronizado de 30 anos. A Organização Meteorológica Mundial (OMM) estabeleceu as séries 1931-1960, 1961-1990 e, mais recentemente, 1991-2020, conforme registra a revista Agrometeoros. No Brasil, as Normais Climatológicas são publicadas pelo Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), órgão que representa o país na OMM desde 1950.
Os metadados das Normais Climatológicas do Brasil descrevem os 30 anos como o período mínimo que representa as características médias do clima de um local. Para o marketing, a normal climatológica tem uma vantagem prática: ela existe hoje para qualquer mês do ano que vem. A previsão do tempo cobre dias, e a produção de um brinde personalizado exige decisão com meses de antecedência.
O que significam estação chuvosa, quadra chuvosa e inverno amazônico?
Estação chuvosa, ou período das águas, é o nome usado no Centro-Oeste e no Sudeste para os meses de outubro a março. Quadra chuvosa é o termo do Nordeste para os quatro meses seguidos que concentram a chuva: fevereiro a maio no Ceará, abril a julho no Recife. Inverno amazônico é o nome popular do período mais chuvoso do Norte, que em Belém vai de dezembro a maio.
Por que o calendário de chuvas importa para uma ação de marca?
O calendário de chuvas importa porque o guarda-chuva personalizado só gera exposição de marca quando é aberto na rua, e o número de dias em que isso acontece muda de forma radical de um mês para outro. Em São Paulo, a normal 1991-2020 do INMET é de 292,2 mm em janeiro e de 87,0 mm em abril. Em Brasília, a normal é de 253,1 mm em novembro e de 16,3 mm em agosto.
A frequência acompanha o volume. A estação do INMET no Mirante de Santana, em São Paulo, tem média de 18 dias com chuva em janeiro, 13 dias em dezembro e 11 dias em novembro. Um guarda-chuva entregue em outubro na capital paulista encontra, só no trimestre seguinte, mais de 40 dias de chuva na média histórica para circular com a marca do anunciante.
O brinde útil também dura mais. O Ad Impressions Study 2026 da Advertising Specialty Institute (ASI) mostra que 78% dos consumidores dos Estados Unidos guardam um brinde porque ele é útil, e que o percentual é ainda maior para itens práticos como guarda-chuvas. A edição de 2019 do mesmo estudo aponta agasalhos, guarda-chuvas e camisetas como os brindes que ficam mais tempo com o consumidor. A edição de 2023, feita com quase 25.000 consumidores, registra que 36% ficam mais propensos a fazer negócio com quem lhes deu um guarda-chuva com logo.
A tabela abaixo mostra o contraste entre meses e capitais nas normais do INMET, que é o dado que define a janela de entrega.
| Capital | Mês | Chuva normal 1991-2020 | Leitura para a ação de marca |
|---|---|---|---|
| São Paulo | Janeiro | 292,2 mm | Pico de uso, brinde já precisa estar entregue |
| São Paulo | Abril | 87,0 mm | Fim da janela, exposição em queda |
| Brasília | Novembro | 253,1 mm | Estação chuvosa instalada |
| Brasília | Agosto | 16,3 mm | Estiagem, mês de produzir e não de distribuir |
| Belo Horizonte | Dezembro | 339,1 mm | Maior volume entre as capitais da tabela |
| Curitiba | Janeiro | 226,3 mm | Verão chuvoso no Sul |
| Porto Alegre | Outubro | 153,2 mm | Primavera chuvosa, sem mês seco no ano |
| João Pessoa | Dezembro | 36,6 mm | Mês seco no litoral leste do Nordeste |
Fonte: INMET, balanços climatológicos mensais das capitais, normais 1991-2020 (publicações de 2022 a 2025).
Quais são os meses de chuva em cada região do Brasil?
Os meses de chuva no Brasil seguem cinco recortes: Norte (dezembro a maio em Belém), norte do Nordeste (fevereiro a maio), litoral leste do Nordeste (abril a julho), Centro-Oeste e Sudeste (outubro a março) e Sul (chuva distribuída o ano todo). A tabela resume as janelas e os dados de referência de cada recorte.
| Recorte | Janela chuvosa | Janela seca | Dado de referência |
|---|---|---|---|
| Norte (Belém) | Dezembro a maio | Junho a novembro | Novembro tem média de 151,4 mm |
| Norte do Nordeste (Ceará) | Fevereiro a maio | Julho, com 15,4 mm | Quadra com média de 609,2 mm |
| Leste do Nordeste (Recife) | Abril a julho | Outubro a dezembro, com 151,1 mm | Quadra com 1.368,6 mm, 59,31% do ano |
| Brasil Central (GO, MT, TO, RO) | Fim de outubro ao início de abril | Julho, o período mais seco | 1.328 mm no período das águas |
| Sudeste (São Paulo) | Dezembro a março, todos acima de 229 mm | Abril, com 87,0 mm | Janeiro com 292,2 mm |
| Sul (Rio Grande do Sul) | Ano inteiro, com picos regionais | Sem estação seca definida | 1200 a 1900 mm por ano |
Fonte: elaboração própria com base em Embrapa (2016 e 2019), Funceme via O Povo (2021 e 2024), CONTECC (2016), INMET (normais 1991-2020), DOL e Britto, Barletta e Mendonça (2008).
Quando chove no Norte do Brasil?
No Norte, Belém tem o período chuvoso de dezembro a maio e o período de menor oferta de chuva de junho a novembro, segundo estudo da Embrapa com 43 anos de dados diários (1971 a 2014). O gatilho é a Zona de Convergência Intertropical (ZCIT), faixa de nuvens que fica ao norte da região até novembro e se desloca para o sul a partir de dezembro. Segundo Adriroseo Raimundo Alves dos Santos, coordenador do 1º Distrito de Meteorologia de Belém, do Inmet, "somente em dezembro, ela começará a se deslocar mais ao sul". Em Manaus, a média de chuva de dezembro é de aproximadamente 245 mm, segundo a Climatempo.
Quando chove no Nordeste?
O Nordeste tem dois calendários. No norte da região, a quadra chuvosa do Ceará vai de fevereiro a maio, com dezembro e janeiro como pré-estação e junho e julho como pós-estação, segundo a Funceme. As médias mensais são de 118,6 mm em fevereiro, 203,4 mm em março, 188 mm em abril e 90,6 mm em maio.
No litoral leste do Nordeste, a chuva chega depois. Segundo Thiago do Vale, meteorologista da Apac, no outono a Região Metropolitana do Recife e a Zona da Mata "têm volumes de chuva que vão começar a ficar mais intensos e mais volumosos". A climatologia da Apac para abril, maio e junho é de aproximadamente 901 mm no Grande Recife e de 187 mm no Sertão.
Quando chove no Centro-Oeste e no Sudeste?
No Centro-Oeste e no Sudeste chove de outubro a março. O estudo da Embrapa Arroz e Feijão sobre o Brasil Central mostra que o início do período das águas varia do fim de setembro ao início de novembro, e que o término ocorre entre o fim de março e a primeira quinzena de abril. A duração média é de 164 dias: 175 dias em Mato Grosso e 159 dias em Goiás. A estiagem é severa: em 2022, a estação do INMET em Brasília contabilizou 116 dias consecutivos sem chuva até 31 de agosto.
Quando chove no Sul do Brasil?
No Sul chove em todos os meses. O clima do Rio Grande do Sul não possui estação chuvosa ou seca bem definida, registram Britto, Barletta e Mendonça na Revista Brasileira de Climatologia. No litoral e no centro-sul gaúcho o inverno é o período mais chuvoso, por causa das frentes frias, que passam de 5 a 7 vezes por mês.
No noroeste do Rio Grande do Sul o pico é na primavera. Em Porto Alegre, a normal do INMET é de 110,7 mm em fevereiro e de 153,2 mm em outubro. Em Curitiba, janeiro tem normal de 226,3 mm.
Como as marcas planejam ações de chuva hoje e onde o planejamento falha?
A maioria das marcas planeja a ação de chuva pelo calendário comercial, e não pelo calendário climático. O brinde entra no orçamento de fim de ano, o pedido sai quando a primeira tempestade vira notícia, e a entrega acontece com a estação chuvosa pela metade. O processo funciona para o Sudeste por coincidência, porque dezembro é mês chuvoso em São Paulo, e falha nas outras praças.
Os gargalos do planejamento atual se repetem de empresa para empresa:
- A data de entrega é única para o país inteiro, embora a quadra chuvosa do Ceará comece em fevereiro e a do Recife só em abril.
- O pedido de guarda-chuva personalizado é feito depois da primeira chuva forte, quando o período das águas do Brasil Central, que dura em média 164 dias, já está correndo.
- A decisão usa a previsão do tempo de curto prazo, que cobre dias, em vez da normal climatológica de 30 anos, que cobre o ano inteiro.
- A equipe trata o Sul como região de verão chuvoso, embora o litoral e o centro-sul do Rio Grande do Sul tenham o pico de chuva no inverno.
- Ninguém registra em que mês o brinde foi entregue em cada praça, e o erro de data se repete na campanha seguinte.
Em Brasília, um brinde entregue em maio, mês com normal de 26,9 mm, só encontra a estação chuvosa em outubro, quando a normal sobe para 141,8 mm.
Como montar um calendário de chuvas para ações de marca passo a passo?
O calendário de chuvas para ações de marca é montado em sete passos, do mapa de praças ao registro do resultado.
- Liste as praças da ação. Escreva as cidades ou os estados onde estão os clientes, os colaboradores ou os eventos que vão receber o brinde. Uma campanha nacional precisa ser quebrada em praças, porque o Brasil tem janelas de chuva diferentes em cada recorte.
- Classifique cada praça em um dos cinco recortes. Use a tabela deste artigo: Norte, norte do Nordeste, litoral leste do Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste, ou Sul.
- Consulte a normal climatológica 1991-2020 do INMET para a capital de cada praça. Anote a chuva normal de cada mês e, quando houver, o número médio de dias com chuva. Em São Paulo, novembro tem 143,9 mm e 11 dias de chuva, e janeiro tem 292,2 mm e 18 dias.
- Marque o primeiro mês chuvoso de cada praça. Esse mês é o alvo da entrega. Para o Brasil Central, o marco é a data média de 25 de outubro. Para o Ceará é fevereiro, para o Recife é abril, para Belém é dezembro.
- Conte o prazo para trás. A partir do primeiro mês chuvoso, subtraia o prazo de distribuição interna, o prazo de frete e o prazo de produção informado pelo fornecedor. O resultado é a data limite para aprovar a arte e fechar o pedido.
- Verifique o sinal de El Niño ou La Niña. O El Niño tende a reduzir as chuvas no Ceará e a aumentar as chuvas no Rio Grande do Sul, sobretudo de outubro a dezembro. A La Niña inverte o sinal. Os boletins do INMET e da Funceme informam a fase em vigor.
- Registre a data de entrega e o retorno por praça. Anote o mês em que o brinde chegou, o volume distribuído e a resposta do público.
Como escolher a ação de marca certa para cada janela de chuva?
A escolha da ação de marca depende da posição da praça no calendário: antes da chuva, no pico da chuva ou na janela seca. Antes da chuva, a melhor ação é o brinde de relacionamento, que chega a tempo de ser usado por toda a estação. No pico, funcionam as ativações em eventos e pontos de venda. Na janela seca, o guarda-sol personalizado substitui o guarda-chuva.
| Tipo de ação | Melhor janela | Vantagem | Risco |
|---|---|---|---|
| Brinde corporativo para clientes | Mês anterior à primeira chuva da praça | Uso durante toda a estação chuvosa | Exige pedido fechado na estiagem |
| Kit de fim de ano para colaboradores | Dezembro no Sudeste | São Paulo tem 231,3 mm e Belo Horizonte 339,1 mm no mês | Dezembro é mês seco em João Pessoa, com 36,6 mm |
| Ativação em evento ou ponto de venda | Pico da chuva: março no Ceará, abril a julho no Recife | Entrega no momento da necessidade | Depende de estoque pronto |
| Campanha regional por praça | Uma data por recorte climático | Acerta todas as praças | Logística com mais de uma remessa |
| Guarda-sol personalizado | Junho a novembro em Belém, maio a setembro em Brasília | Marca presente também na seca | Exposição concentrada em áreas externas |
Fonte: elaboração própria com base em INMET (normais 1991-2020), Embrapa (2016 e 2019), Funceme via O Povo (2021) e CONTECC (2016).
O blog da Florença reúne critérios para escolher um fornecedor de guarda-chuva personalizado.
Quais erros comprometem uma ação de marca ligada à chuva?
Os erros que comprometem uma ação de marca ligada à chuva são erros de data, de recorte e de produto. Cada erro tem uma consequência mensurável na exposição da marca:
- Entregar o guarda-chuva personalizado no fim da estação chuvosa: em São Paulo, abril tem normal de 87,0 mm, e o brinde fica guardado até o verão seguinte.
- Usar o calendário do Sudeste no Nordeste: em dezembro, João Pessoa tem normal de 36,6 mm, contra 231,3 mm em São Paulo, e a campanha de fim de ano chega em plena estação seca.
- Tratar o Nordeste como uma região única: a quadra chuvosa do Ceará termina em maio, quando a do Recife está no meio, e uma data comum erra uma das duas praças.
- Ignorar o El Niño e a La Niña: no Rio Grande do Sul, as chances de chuva acima do normal aumentam em anos de El Niño, e o volume de brindes planejado para um ano neutro fica curto.
- Deixar o pedido para o mês da primeira chuva: o prazo de produção e de frete consome as primeiras semanas da estação, que são as de maior atenção do público.
Como a Florença coloca a marca na rua na época certa de cada região?
A Florença é uma empresa gaúcha especializada em guarda-chuvas e guarda-sóis personalizados, com mais de 30 anos de mercado de brindes. Segundo a Florença, são mais de 5.000 clientes atendidos e 1.000.000 de guarda-chuvas entregues em todo o Brasil, com pedido mínimo de 30 unidades. O pedido mínimo baixo permite dividir uma campanha nacional em remessas por praça, cada uma com a sua data.
A Florença informa que inspeciona e testa individualmente cada peça antes da entrega. Para praças de chuva intensa, o guarda-chuva personalizado FL012, com varetas duplas e 1,20 m de diâmetro, tem proteção contra raios UV, segundo a Florença. A APAE escolheu o FL012 para presentear colaboradores no Dia do Professor, em 15 de outubro, dez dias antes da data média de início do período das águas no Brasil Central.
Perguntas frequentes sobre o calendário de chuvas no Brasil
Qual é o mês mais chuvoso em São Paulo?
Janeiro é o mês mais chuvoso em São Paulo entre os meses com normal publicada nos balanços do INMET: 292,2 mm na estação Mirante de Santana, com média de 18 dias de chuva. Fevereiro tem 257,7 mm, dezembro tem 231,3 mm e março tem 229,1 mm.
Quanto chove em Brasília durante a estiagem?
Brasília tem normal de 26,9 mm em maio, 16,3 mm em agosto e 38,1 mm em setembro, segundo o INMET. Em 2022, a estação de Brasília registrou 116 dias consecutivos sem chuva até 31 de agosto. A estiagem é a janela de produção do brinde, e não de entrega.
Quando começa a estação chuvosa em Goiás e em Mato Grosso?
Em Mato Grosso, o período das águas começa em meados de outubro, com data média em 18 de outubro. Em Goiás, em Rondônia e no Tocantins, o início ocorre no fim de outubro. Os dados são de estudo da Embrapa Arroz e Feijão com séries de 1980 a 2013.
Quanto tempo dura o período das águas no Brasil Central?
O período das águas no Brasil Central dura de 149 a 196 dias, com média de 164 dias, segundo a Embrapa Arroz e Feijão. A chuva acumulada no período varia de 1.038 a 1.723 mm, com média de 1.328 mm. Mato Grosso tem a estação mais longa, com 175 dias.
Qual é o mês mais chuvoso no Ceará?
Março é o mês mais chuvoso no Ceará, com média histórica de 203,4 mm, seguido por abril, com 188 mm, segundo dados da Funceme publicados pelo jornal O Povo. Fevereiro tem 118,6 mm e maio tem 90,6 mm. Julho, na pós-estação, tem 15,4 mm.
O que são a pré-estação e a pós-estação chuvosa no Ceará?
Pré-estação chuvosa é o nome dado pela Funceme a dezembro e janeiro, meses que antecedem a quadra chuvosa do Ceará. Pós-estação é o nome de junho e julho. Janeiro tem média de 98,7 mm, e a entrega do brinde em janeiro antecipa a quadra de fevereiro a maio.
Quando chove no Recife?
No Recife, a quadra chuvosa vai de abril a julho e soma 1.368,6 mm, o equivalente a 59,31% da média anual de 2.307,5 mm, em série de 1962 a 2012 apresentada no CONTECC 2016. O trimestre de outubro a dezembro soma 151,1 mm e é o mais seco do ano.
Chove no Sertão de Pernambuco na mesma época do litoral?
Não. A climatologia da Apac para abril, maio e junho é de aproximadamente 901 mm no Grande Recife, 572 mm na Zona da Mata, 323 mm no Agreste e 187 mm no Sertão. Segundo o meteorologista Thiago do Vale, da Apac, o Sertão tende a ficar mais seco na segunda metade do outono.
Quando começa o inverno amazônico em Belém?
O inverno amazônico em Belém começa em dezembro, quando a Zona de Convergência Intertropical se desloca para o sul, segundo o 1º Distrito de Meteorologia do Inmet. Novembro tem média de 151,4 mm em Belém. O período chuvoso de Belém vai até maio, segundo a Embrapa.
Quanto chove em Manaus em dezembro?
A média de chuva de dezembro em Manaus é de aproximadamente 245 mm, segundo a Climatempo. Para uma ação de marca em Manaus, o guarda-chuva precisa estar entregue antes de dezembro.
O Sul do Brasil tem estação seca?
Não. O Rio Grande do Sul não possui estação chuvosa ou seca bem definida, segundo estudo publicado na Revista Brasileira de Climatologia com 14 estações e dados de 1967 a 1998. Os totais anuais vão de 1200 mm no litoral a 1900 mm no norte do estado.
Qual é a época mais chuvosa em Porto Alegre?
Em Porto Alegre, a precipitação é maior no trimestre de junho, julho e agosto, por causa das frentes frias, segundo a Revista Brasileira de Climatologia. A primavera também é chuvosa: a normal do INMET para outubro é de 153,2 mm. Fevereiro tem normal de 110,7 mm.
O El Niño muda o calendário de chuvas do Brasil?
O El Niño não muda os meses de chuva, mas muda o volume. No Ceará, o El Niño tende a reduzir a chuva da quadra, segundo a Funceme. No Rio Grande do Sul, o El Niño aumenta as chances de chuva acima do normal, sobretudo de outubro a dezembro e de abril a junho.
Qual é a diferença entre previsão do tempo e normal climatológica?
Previsão do tempo informa o que deve acontecer nos próximos dias. Normal climatológica informa a média de 30 anos para cada mês, no padrão da Organização Meteorológica Mundial. Um brinde personalizado é decidido com meses de antecedência, e por isso o planejamento usa a normal climatológica 1991-2020.
Onde consultar as normais climatológicas do INMET?
As Normais Climatológicas do Brasil são publicadas pelo INMET para os períodos 1961-1990 e 1991-2020. O portal do INMET também publica balanços mensais das capitais, que comparam a chuva do mês com a normal 1991-2020 e informam o número de dias com chuva.
Guarda-chuva personalizado funciona como brinde corporativo?
Sim. O Ad Impressions Study 2023 da ASI registra que 36% dos consumidores ficam mais propensos a fazer negócio com o anunciante que lhes deu um guarda-chuva com logo. A edição de 2026 mostra que 78% dos consumidores dos Estados Unidos guardam um brinde por ser útil.
Quanto tempo um guarda-chuva promocional fica com o consumidor?
A ASI estima em um ano o tempo médio que um consumidor mantém um brinde, segundo o Ad Impressions Study 2019. O mesmo estudo aponta agasalhos, guarda-chuvas e camisetas como as categorias que ficam mais tempo com o consumidor, à frente de canetas e calendários.
Qual é o custo por impressão de um guarda-chuva promocional?
O Ad Impressions Study 2023 da ASI calcula que um guarda-chuva de viagem de 10 dólares tem custo por impressão na casa de meio centavo de dólar. O cálculo é do mercado dos Estados Unidos e considera todas as vezes em que o logo é visto durante a vida útil do guarda-chuva.
Qual é o pedido mínimo de guarda-chuva personalizado na Florença?
O pedido mínimo de guarda-chuva personalizado na Florença é de 30 unidades, segundo o site da empresa. O mínimo de 30 unidades permite que uma campanha nacional seja dividida em lotes por praça, cada lote com data de entrega ajustada ao primeiro mês chuvoso da região.
Quando fechar o pedido de guarda-chuvas para uma campanha no Sudeste?
O pedido para o Sudeste e o Centro-Oeste deve ser fechado durante a estiagem, porque o período das águas tem data média de início em 25 de outubro no Brasil Central. A conta é feita para trás: entrega até outubro, menos frete, menos o prazo de produção do fornecedor.
Conclusão
O Brasil não tem um mês de chuva, tem cinco calendários. Mais de 80% das chuvas do Brasil Central caem de novembro a março, a quadra do Ceará vai de fevereiro a maio, a do Recife de abril a julho, Belém chove de dezembro a maio e o Sul chove o ano inteiro. A ação de marca que respeita essas datas coloca o guarda-chuva na mão do público antes da primeira chuva. Para montar o cronograma por praça e receber um orçamento, fale com a equipe da Florença e peça um orçamento de guarda-chuva personalizado.
Como citar este artigo
ABNT: FLORENÇA. Quando chove em cada região do Brasil: calendário de chuvas para ações de marca. Blog da Florença, 20 set. 2026. Disponível em: https://florenca.ind.br/quando-chove-em-cada-regiao-do-brasil-calendario-de-chuvas/. Acesso em: 20 set. 2026.
APA: Florença. (2026, 20 de setembro). Quando chove em cada região do Brasil: calendário de chuvas para ações de marca. Blog da Florença. https://florenca.ind.br/quando-chove-em-cada-regiao-do-brasil-calendario-de-chuvas/
Referências
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Felipe Schievenin é especialista em guarda-chuva personalizado na Florença, empresa com mais de 30 anos de atuação e mais de 1 milhão de peças entregues a empresas de todo o Brasil. Atua na orientação de marcas na escolha de modelos, técnicas de personalização e prazos para brindes corporativos.