Qual o melhor brinde para o agronegócio? Por que o guarda-chuva personalizado vence no campo

Guarda Chuva Portaria

O melhor brinde para o agronegócio é o guarda-chuva personalizado de tamanho grande, porque protege da chuva e do sol quem trabalha a céu aberto, dura anos e expõe a marca em feiras, dias de campo e na cabine da caminhonete. Segundo o estudo Ad Impressions 2026 do ASI, 94% das pessoas usariam um guarda-chuva com marca pelo menos uma vez por mês e mais da metade o guardaria por cinco anos ou mais.

Pontos-chave

  • O PIB do agronegócio brasileiro somou R$ 3,20 trilhões em 2025, com alta de 12,2% e participação de 25,13% no PIB do país, segundo a CNA e o Cepea.
  • O agronegócio ocupou 28,4 milhões de pessoas em 2025, o equivalente a 26,3% de todos os ocupados do Brasil, segundo o boletim da CNA e do Cepea.
  • Três feiras do agro somaram mais de 1,5 milhão de visitantes em 2026: Expointer (938.470), Show Rural Coopavel (430,3 mil) e Agrishow (197 mil).
  • Segundo o estudo Ad Impressions 2026 do ASI, 94% dos consumidores usariam um guarda-chuva com marca ao menos uma vez por mês e mais da metade o manteria por pelo menos cinco anos.
  • A NR-31 obriga o empregador rural a fornecer chapéu ou boné tipo árabe ou legionário contra o sol; o guarda-chuva é brinde e complemento, nunca substituto do EPI.
  • O INCA estima 263 mil casos novos de câncer de pele não melanoma por ano no Brasil no triênio 2026 a 2028, o tumor mais frequente do país.
  • A Lei 9.249/1995 veda a dedução de despesas com brindes no lucro real, regra que entra na conta do orçamento da ação.

O que é um brinde para o agronegócio e quem recebe?

Brinde para o agronegócio é o objeto personalizado com a marca que uma empresa do setor entrega de graça a produtores rurais, cooperados, clientes, equipes de campo e visitantes de feiras, com o objetivo de ser lembrada. Revendas de insumos, concessionárias de máquinas, cooperativas, bancos e cooperativas de crédito, agroindústrias e empresas de sementes são os principais compradores.

O público do agronegócio tem uma característica que muda a escolha do brinde: passa boa parte do dia fora do escritório. O produtor rural, o agrônomo, o técnico de campo, o vendedor externo e o motorista vivem entre lavoura, curral, armazém, estrada e pavilhão de feira. O brinde que funciona para esse público precisa resistir a sol, chuva, poeira e barro.

Quais são os perfis de público dentro do agronegócio?

O agronegócio reúne quatro elos, segundo a classificação usada pela CNA e pelo Cepea: insumos, produção primária (dentro da porteira), agroindústria e agrosserviços. Cada elo tem gente de campo e gente de escritório, e a ação de brindes precisa atender os dois grupos com o mesmo objeto para não criar duas categorias de presenteado.

O guarda-chuva personalizado atende os dois grupos. O produtor usa o guarda-chuva grande para descer da caminhonete em dia de chuva e para fazer sombra na beira da lavoura. A equipe administrativa usa o mesmo guarda-chuva no trajeto de casa ao trabalho. A Florença explica essa versatilidade no guia sobre por que o guarda-chuva é o brinde corporativo útil que atende qualquer público.

Por que o guarda-chuva é a resposta para o campo?

O guarda-chuva personalizado é o melhor brinde para o agronegócio porque combina utilidade real, área de impressão grande e vida útil longa. A lona aberta de um guarda-chuva de 120 cm de diâmetro mostra o logotipo a dezenas de metros, algo que caneta, chaveiro e bloco de anotações não fazem.

A utilidade é o motivo que mais pesa na decisão de guardar um brinde. Segundo o estudo Ad Impressions 2026 do ASI (Advertising Specialty Institute), quase 8 em cada 10 entrevistados afirmam que a utilidade é razão central para manter um produto promocional. No campo, onde o clima decide a rotina, poucos objetos são tão úteis quanto um guarda-chuva robusto.

Por que investir em brindes para o agronegócio dá retorno?

Investir em brindes para o agronegócio dá retorno porque o setor concentra um quarto da economia brasileira e porque o brinde útil muda a percepção sobre a marca. Segundo a CNA e o Cepea, o PIB do agronegócio cresceu 12,2% em 2025, chegou a R$ 3,20 trilhões e passou a representar 25,13% do PIB do Brasil, ante 22,9% em 2024.

O tamanho do público acompanha o tamanho do PIB. O boletim de mercado de trabalho da CNA e do Cepea registrou 28,4 milhões de pessoas ocupadas no agronegócio em 2025, recorde da série, com alta de 2,2% (601,8 mil pessoas a mais) sobre 2024. O agronegócio respondeu por 26,3% de todos os ocupados do país.

As feiras são o momento em que esse público se concentra, e os números de 2026 mostram a escala. A 49ª Expointer, em Esteio (RS), recebeu 938.470 visitantes em nove dias, segundo o governo do Rio Grande do Sul. O 38º Show Rural Coopavel recebeu 430,3 mil visitantes e movimentou R$ 7,5 bilhões. A 31ª Agrishow, em Ribeirão Preto (SP), recebeu 197 mil visitantes em cinco dias.

Segundo João Marchesan, presidente da Agrishow, "a Agrishow demonstra, mais uma vez, a competência e resiliência dos agricultores". A fala foi dada no balanço de uma edição em que a intenção de negócios caiu 22%, para R$ 11,4 bilhões, conforme a Revista Cultivar. Em ano de crédito caro, a disputa pela atenção do produtor aumenta, e a marca que fica na mão do visitante depois da feira leva vantagem.

Indicador do agronegócio Número Período Fonte
PIB do agronegócio R$ 3,20 trilhões (alta de 12,2%) 2025 CNA e Cepea
Participação no PIB do Brasil 25,13% 2025 CNA e Cepea
Pessoas ocupadas no agronegócio 28,4 milhões (26,3% dos ocupados) 2025 CNA e Cepea
Visitantes da Expointer 938.470 em nove dias 2026 Governo do RS
Visitantes do Show Rural Coopavel 430,3 mil em cinco dias 2026 Revista Cultivar
Visitantes da Agrishow 197 mil em cinco dias 2026 Revista Cultivar
Negócios na Expointer R$ 6,2 bilhões 2026 Governo do RS

Fonte: elaboração própria com base em CNA e Cepea (2026), Governo do Rio Grande do Sul (2026) e Revista Cultivar (2026).

O efeito do brinde sobre a decisão de compra também é medido. Segundo o estudo Ad Impressions 2026 do ASI, quase 80% dos consumidores dos Estados Unidos que recebem um item promocional passam a ter impressão mais favorável do anunciante, e três em cada quatro dizem ficar mais propensos a fazer negócio com a empresa que presenteia. O estudo ouviu consumidores norte-americanos, e o dado serve de referência para o mercado brasileiro, não de medição local.

O que a NR-31 e a legislação fiscal dizem sobre brindes no campo?

A NR-31 e a legislação fiscal não proíbem brindes no agronegócio, mas definem dois limites: o brinde não substitui o Equipamento de Proteção Individual (EPI) e a despesa com brindes não é dedutível no lucro real. Quem planeja a ação precisa conhecer as duas regras antes de fechar o orçamento.

A NR-31 é a Norma Regulamentadora de segurança e saúde no trabalho na agricultura, pecuária, silvicultura, exploração florestal e aquicultura. Segundo nota técnica da CNA assinada por Rodrigo Hugueney em fevereiro de 2026, a redação original veio da Portaria MTE 86/2005 e a redação vigente foi dada pela Portaria SEPRT 22.677, de 22 de outubro de 2020.

O item 31.6.1 da NR-31 determina que "é obrigatório o fornecimento gratuito aos trabalhadores de Equipamentos de Proteção Individual". O item 31.6.2 lista, entre os dispositivos de proteção da cabeça, "chapéu ou boné tipo árabe ou legionário contra o sol". O item 31.6.2.1 manda disponibilizar protetor solar quando houver exposição à radiação solar ou indicação no programa de gerenciamento de riscos.

O guarda-chuva personalizado não aparece na lista de EPI da NR-31 e não deve ser tratado como EPI. O guarda-chuva é um benefício adicional: protege no deslocamento, na espera, na visita técnica e na feira, situações em que o trabalhador e o cliente não estão operando máquina nem aplicando produto. Na operação, vale o EPI definido para o risco de cada atividade.

Regra O que determina Quem cumpre Efeito na ação de brindes
NR-31, item 31.6.1 Fornecimento gratuito de EPI aos trabalhadores Empregador rural Brinde não conta como EPI
NR-31, item 31.6.2, alínea a Chapéu ou boné tipo árabe ou legionário contra o sol Empregador rural Guarda-chuva complementa, não substitui o chapéu
NR-31, item 31.6.2.1 Protetor solar quando há exposição à radiação solar Empregador rural Kit com guarda-chuva pode acompanhar a campanha de proteção solar
NR-31, item 31.6.2.1.1 Protetor solar em dispensador coletivo, com uso facultativo Empregador e trabalhador Comunicação da campanha precisa incentivar o uso
Lei 9.249/1995, art. 13, inciso VII Veda a dedução das despesas com brindes Empresa no lucro real Despesa entra no orçamento sem abatimento de IRPJ e CSLL
Solução de Consulta Cosit 58/2013 Confirma que despesas com brindes são indedutíveis Empresa no lucro real Classificação contábil deve ser validada com o contador

Fonte: elaboração própria com base em SENAR (2021), CNA (2026), Lei 9.249/1995 e Guia Tributário (2014).

A regra fiscal é direta. O artigo 13, inciso VII, da Lei 9.249/1995 veda a dedução "das despesas com brindes" na apuração do lucro real e da base da CSLL. A Solução de Consulta Cosit 58/2013, resumida pelo Guia Tributário, define brinde como a mercadoria que não é objeto normal da atividade da empresa, distribuída gratuitamente e de valor comercial diminuto. O enquadramento de cada caso cabe ao contador da empresa.

Como as empresas do agro escolhem brindes hoje e onde erram?

As empresas do agronegócio costumam escolher brindes pelo menor preço unitário e pela tradição: boné, caneta, chaveiro, calendário e camiseta se repetem de estande em estande. O resultado é um produtor que volta da feira com dez bonés quase iguais e nenhuma lembrança de quem entregou cada um.

O erro de origem é medir o brinde pelo custo de compra, e não pelo custo por exposição da marca. O ASI calcula as impressões de um produto promocional multiplicando o tempo médio de posse pela frequência de uso e pelo número de pessoas que veem o objeto. Um brinde barato que vai para a gaveta em uma semana custa mais por impressão que um brinde melhor que circula por anos.

Os gargalos mais comuns na escolha de brindes para o agronegócio são estes:

  • A empresa compra o brinde na véspera da feira, sem tempo para aprovar a arte, e aceita o que o fornecedor tiver em estoque.
  • O brinde escolhido é igual ao dos concorrentes do pavilhão, como o boné de tela, e a marca se perde no meio de outras dez.
  • O objeto é frágil para a rotina do campo e quebra, descasca ou desbota na primeira safra, levando junto a imagem da marca.
  • A área de impressão é pequena demais para o logotipo ser lido a distância, como acontece em canetas e chaveiros.
  • A empresa trata o brinde como substituto de EPI e entrega boné promocional no lugar da proteção exigida pela NR-31.

Como montar uma ação de brindes para o agronegócio passo a passo?

Uma ação de brindes para o agronegócio é montada em sete passos, do objetivo à medição. O roteiro abaixo serve para feira, dia de campo, convenção de vendas, campanha de safra e presente de fim de ano para cooperados e clientes.

  1. Defina o objetivo e o público da ação. Decida se o brinde vai abrir relacionamento com visitantes de feira, premiar clientes que fecharam pedido ou reconhecer a equipe de campo. Cada objetivo pede uma quantidade e um padrão de acabamento diferentes.
  2. Escolha a data e conte o prazo de trás para frente. O Show Rural Coopavel de 2027 está marcado de 1º a 5 de fevereiro e a 50ª Expointer, de 28 de agosto a 5 de setembro de 2027. Consulte as etapas e o cronograma de produção de um guarda-chuva personalizado antes de marcar a entrega.
  3. Selecione o modelo de guarda-chuva pelo uso real. Para produtor, agrônomo e vendedor externo, prefira o modelo portaria, de 120 cm de diâmetro, que cobre até duas pessoas. Para equipe administrativa e público urbano de feira, o modelo dobrável cabe na bolsa e na mochila.
  4. Defina cor e arte pensando em leitura a distância. Use a cor institucional na lona e o logotipo em contraste alto, repetido em gomos alternados. Verde musgo, azul marinho e preto disfarçam poeira e barro melhor que o branco.
  5. Peça a amostra virtual e aprove o layout por escrito. A aprovação formal evita divergência de cor e de posição do logotipo. Informe o código Pantone da marca ao fornecedor.
  6. Planeje a entrega no momento de maior valor percebido. Em feira, entregue o guarda-chuva ao cliente que conversou com o vendedor, e não na fila do estande. Em dia de campo, entregue na chegada, quando o sol ou a chuva já justificam o uso.
  7. Meça o resultado depois do evento. Registre quantos guarda-chuvas saíram, para quem, e quantos contatos viraram visita ou pedido. Guarde uma reserva para clientes que não foram ao evento.

Como escolher o brinde certo para o agronegócio entre as opções do mercado?

O brinde certo para o agronegócio é escolhido por cinco critérios: utilidade no campo, durabilidade, área de exposição da marca, alcance de perfis diferentes e diferenciação em relação aos concorrentes. O guarda-chuva personalizado é a única opção que pontua alto nos cinco.

A comparação abaixo usa critérios qualitativos. Os dados de uso do guarda-chuva vêm do estudo Ad Impressions 2026 do ASI: 94% dos consumidores usariam o guarda-chuva com marca ao menos uma vez por mês e mais da metade o manteria por cinco anos ou mais.

Brinde Utilidade no campo Durabilidade Área para a marca Diferenciação na feira
Guarda-chuva portaria personalizado Alta: protege de chuva e sol, cobre até duas pessoas Alta: uso por anos com estrutura de fibra Muito grande: lona de 120 cm de diâmetro Alta: poucas marcas entregam
Boné Alta no sol, baixa na chuva Média: desbota e deforma com suor e lavagem Pequena: frente do boné Baixa: é o brinde mais repetido
Garrafa térmica Alta: água e tereré na lavoura Alta quando é de inox Média: corpo da garrafa Média
Camiseta Média: depende do tamanho e do gosto Média: desbota com lavagem Grande, mas só quando vestida Baixa
Caneta e chaveiro Baixa no campo Baixa Muito pequena Muito baixa
Canivete ou ferramenta Alta para quem opera Alta Pequena Média: restrição em eventos e voos

Fonte: elaboração própria com base em ASI, Ad Impressions Study (2026), e nas especificações do modelo FL017 declaradas pela Florença.

Quais erros evitar ao dar brindes no agronegócio?

Os erros ao dar brindes no agronegócio custam dinheiro e imagem, e quase todos nascem de decisão apressada. Os sete erros abaixo aparecem com frequência em feiras e campanhas de safra.

  • Escolher guarda-chuva pequeno e frágil para público de campo: a armação vira no primeiro vento e a marca fica associada a produto ruim.
  • Deixar o pedido para o mês da feira: sem tempo para amostra e aprovação de arte, o risco de erro de cor e de atraso na entrega aumenta.
  • Imprimir o logotipo pequeno ou em baixo contraste: a marca não é lida a distância e a principal vantagem do guarda-chuva se perde.
  • Distribuir sem critério na entrada do estande: o brinde acaba no primeiro dia, na mão de quem não é cliente, e falta para o produtor que negociou.
  • Apresentar o brinde como equipamento de proteção: a empresa cria falsa sensação de cumprimento da NR-31 e se expõe em uma fiscalização.
  • Esquecer a equipe interna: vendedores e técnicos que não recebem o mesmo guarda-chuva dos clientes deixam de exibir a marca nas visitas.
  • Lançar a despesa como dedutível sem consultar o contador: a Lei 9.249/1995 veda a dedução, e o ajuste posterior gera imposto e multa.

Como a Florença atende empresas do agronegócio com guarda-chuvas personalizados?

A Florença Guarda-Chuvas é uma empresa gaúcha especializada em guarda-chuva personalizado, com mais de 30 anos de atuação, mais de 5.000 clientes atendidos e 1.000.000 de guarda-chuvas entregues no Brasil, segundo a própria empresa. Entre os clientes citados pela Florença estão as cooperativas de crédito Sicredi e Sicoob, presentes nas principais feiras do agro.

O modelo mais indicado para o campo é o Guarda-Chuva Personalizado Portaria FL017. Segundo a Florença, o FL017 tem 120 cm de diâmetro, 140 cm de envergadura, tecido pongee, haste de fibra, varetas de fibra de carbono, cabo emborrachado e abertura automática, pesa 0,8 kg e cobre até duas pessoas. O FL017 é oferecido em sete cores, entre elas verde musgo.

A personalização é feita no Brasil, em máquina automatizada desenvolvida para a Florença, com tinta formulada no código Pantone da marca do cliente. A Florença declara inspecionar 100% do lote, unidade por unidade, em quatro pontos: abertura e fechamento, fixação de cabo e ponteiras, tecido e varetas. O pedido mínimo é de 30 unidades, e a amostra virtual do layout é gratuita.

Perguntas frequentes sobre brindes para o agronegócio

Qual é o melhor brinde para o agronegócio?

O melhor brinde para o agronegócio é o guarda-chuva personalizado de tamanho grande. O guarda-chuva protege de chuva e sol, serve para produtor e para equipe de escritório e expõe a marca em área ampla. Segundo o ASI, 94% das pessoas usariam um guarda-chuva com marca ao menos uma vez por mês.

Qual é o melhor brinde para feiras agropecuárias?

O melhor brinde para feiras agropecuárias é o guarda-chuva portaria personalizado, porque as feiras acontecem a céu aberto e o visitante caminha horas sob sol ou chuva. O guarda-chuva aberto vira mídia dentro do próprio parque: a Expointer 2026 recebeu 938.470 visitantes em nove dias, segundo o governo do Rio Grande do Sul.

Qual tamanho de guarda-chuva é indicado para o produtor rural?

O tamanho indicado para o produtor rural é o modelo portaria, com 120 cm de diâmetro ou mais. O guarda-chuva portaria cobre até duas pessoas, protege quem desce da caminhonete com ferramenta ou documento na mão e aguenta melhor o vento de área aberta do que modelos pequenos de bolsa.

O guarda-chuva personalizado substitui o chapéu exigido pela NR-31?

Não. A NR-31, no item 31.6.2, exige chapéu ou boné tipo árabe ou legionário contra o sol como proteção da cabeça do trabalhador rural. O guarda-chuva personalizado é brinde e proteção complementar em deslocamentos, visitas e feiras, e não entra na lista de EPI da norma.

Guarda-chuva pode ser usado como proteção contra o sol na lavoura?

Sim, como sombra em momentos de pausa, vistoria e conversa na beira da lavoura. O guarda-chuva não substitui chapéu, roupa adequada e protetor solar. Para sombra fixa em pontos de descanso, o guarda-sol personalizado cumpre melhor a função, por ter base e diâmetro maior.

Quantos brindes levar para uma feira do agro?

A quantidade de brindes para uma feira do agro deve partir do número de clientes e contatos qualificados que a equipe pretende atender, e não do público total. A Agrishow 2026 recebeu 197 mil visitantes, e nenhuma empresa presenteia todos. Reserve o guarda-chuva para quem conversa com o vendedor.

Qual é o pedido mínimo de guarda-chuva personalizado na Florença?

O pedido mínimo de guarda-chuva personalizado na Florença é de 30 unidades, segundo a empresa. A quantidade atende desde a revenda de insumos que quer presentear os principais clientes da safra até a cooperativa que planeja uma ação maior para associados em assembleia ou dia de campo.

Com quanta antecedência devo encomendar brindes para uma feira?

A encomenda de brindes para uma feira deve ser feita com meses de antecedência, contando aprovação de arte, personalização, inspeção e frete. As datas são conhecidas cedo: o Show Rural Coopavel de 2027 ocorre de 1º a 5 de fevereiro e a Expointer, de 28 de agosto a 5 de setembro.

Brinde para cliente do agro é dedutível do imposto de renda?

Não. O artigo 13, inciso VII, da Lei 9.249/1995 veda a dedução das despesas com brindes na apuração do lucro real e da base da CSLL. A Solução de Consulta Cosit 58/2013 confirma o entendimento. A empresa deve validar o enquadramento de cada ação com o contador.

Qual cor de guarda-chuva combina com o agronegócio?

As cores que mais combinam com o agronegócio são as escuras e as institucionais da marca. Verde musgo, azul marinho e preto disfarçam poeira e barro e mantêm boa aparência por mais tempo. O modelo FL017 da Florença é oferecido em sete cores, entre elas verde musgo, azul marinho e preto.

O boné ainda vale a pena como brinde no agro?

O boné vale a pena como item de proteção solar, mas rende pouco como diferencial de marca, porque é o brinde mais repetido nos estandes. A combinação mais eficiente é manter o boné como item de volume e reservar o guarda-chuva personalizado para clientes e contatos de maior valor.

Cooperativas podem dar guarda-chuva personalizado aos cooperados?

Sim. O guarda-chuva personalizado funciona bem em assembleias, dias de campo e campanhas de fidelização de cooperados, porque atende toda a família do associado. Cooperativas de crédito como Sicredi e Sicoob aparecem entre os clientes citados pela Florença, segundo o site da empresa.

Guarda-chuva é um bom brinde para concessionárias de máquinas agrícolas?

Sim. A concessionária de máquinas agrícolas atende o cliente no pátio, em demonstração de campo e em feira, sempre ao ar livre. O guarda-chuva portaria com a marca acompanha a entrega técnica da máquina e fica na cabine da caminhonete do produtor durante anos, expondo a marca a cada chuva.

Quanto tempo dura um guarda-chuva promocional?

Segundo o estudo Ad Impressions 2026 do ASI, mais da metade dos consumidores afirma que manteria um guarda-chuva com marca por pelo menos cinco anos. A durabilidade real depende da estrutura: haste e varetas de fibra resistem melhor ao vento e não enferrujam, o que importa no uso de campo.

Onde o logotipo deve ser impresso no guarda-chuva?

O logotipo deve ser impresso nos gomos da lona, em tamanho grande e contraste alto com a cor do tecido. Repetir a marca em gomos alternados garante leitura de qualquer ângulo. Informar o código Pantone ao fornecedor mantém a cor institucional fiel à identidade da empresa.

Guarda-sol personalizado também serve como brinde para o agro?

Sim. O guarda-sol personalizado serve para pontos fixos, como área de descanso, beira de piscicultura, banca de produtor em feira e estande ao ar livre. O guarda-sol é presente de maior valor, indicado para clientes estratégicos e pontos de venda, e não para distribuição em volume.

O brinde pode ser entregue junto com uma campanha de proteção solar?

Sim. O INCA estima 263 mil casos novos de câncer de pele não melanoma por ano no Brasil entre 2026 e 2028. Uma campanha interna de proteção solar pode reunir o protetor solar previsto na NR-31, o chapéu e o guarda-chuva personalizado como reforço da mensagem de cuidado.

Como medir o retorno de um brinde no agronegócio?

O retorno de um brinde no agronegócio é medido por registro de entrega e acompanhamento comercial. Anote quem recebeu, em qual evento, e compare com visitas e pedidos nos meses seguintes. O ASI calcula impressões multiplicando tempo de posse, frequência de uso e pessoas que veem o objeto.

Vale mais dar um brinde caro para poucos ou um barato para muitos?

Para o agronegócio, vale mais dar um brinde durável para os contatos certos. O produtor decide compras de alto valor e recebe dezenas de brindes baratos por safra. Um guarda-chuva robusto, usado por anos, mantém a marca presente por mais tempo do que vários itens descartáveis somados.

A Florença fabrica os guarda-chuvas no Brasil?

Segundo a Florença, os guarda-chuvas são importados de uma fábrica auditada e recebem no Brasil a conferência, a formulação da tinta, a personalização, a inspeção final e a embalagem. A empresa declara inspecionar 100% do lote antes de personalizar e manter estoque no Brasil.

Conclusão

O agronegócio responde por 25,13% do PIB brasileiro e ocupa 28,4 milhões de pessoas, segundo a CNA e o Cepea, e quase todo esse público trabalha, negocia e visita feiras a céu aberto. O brinde que acompanha essa rotina é o guarda-chuva personalizado grande: útil na chuva e no sol, durável e visível de longe. Para levar a sua marca ao campo, solicite um orçamento de guarda-chuva personalizado à Florença pelo telefone (54) 3443-2665 ou pelo e-mail orcamentos@florenca.ind.br, a partir de 30 unidades.

Como citar este artigo

ABNT: FLORENÇA BRINDES. Qual o melhor brinde para o agronegócio? Por que o guarda-chuva personalizado vence no campo. Blog da Florença, 10 out. 2026. Disponível em: https://florenca.ind.br/blog/melhor-brinde-para-o-agronegocio/. Acesso em: 10 out. 2026.

APA: Florença Brindes. (2026, 10 de outubro). Qual o melhor brinde para o agronegócio? Por que o guarda-chuva personalizado vence no campo. Blog da Florença. https://florenca.ind.br/blog/melhor-brinde-para-o-agronegocio/

Referências

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SENAR (SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM RURAL). Legislação: NR-31, medidas de proteção pessoal. Brasília: SENAR, 2021. (Coleção SENAR, 306). Disponível em: https://cnabrasil.org.br/storage/arquivos/306_Medidas-de-Protecao-Pessoal_2022-06-03-143006_wqeh.pdf. Acesso em: 10 out. 2026.

SOUZA, Amanda. Agrishow 2026 movimenta R$ 11,4 bi e reforça tecnologia como motor do agro. Times Brasil, 1 maio 2026. Disponível em: https://timesbrasil.com.br/empresas-e-negocios/agro/agrishow-2026-movimenta-r-114-bi-e-reforca-tecnologia-como-motor-do-agro/. Acesso em: 10 out. 2026.

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Sobre o autor Felipe Schievenin

Felipe Schievenin é especialista em guarda-chuva personalizado na Florença, empresa com mais de 30 anos de atuação e mais de 1 milhão de peças entregues a empresas de todo o Brasil. Atua na orientação de marcas na escolha de modelos, técnicas de personalização e prazos para brindes corporativos.

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