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Guarda-chuva personalizado para imobiliárias e construtoras: do plantão à entrega das chaves
O guarda-chuva personalizado é o brinde que acompanha o comprador de imóvel em todas as etapas: protege o visitante no plantão de vendas, lembra a marca durante a obra e marca a entrega das chaves. Segundo a ASI, em estudo de 2026, o guarda-chuva é a categoria de brinde com maior tempo de uso esperado, e mais da metade dos consumidores o guardaria por pelo menos cinco anos.
Pontos-chave
- O mercado imobiliário brasileiro lançou 453.005 unidades residenciais em 2025, alta de 10,6% sobre 2024, segundo os Indicadores Imobiliários Nacionais da CBIC.
- As vendas somaram 426.260 unidades em 2025, alta de 5,4%, e a oferta final chegou a 347.013 unidades, segundo a CBIC.
- O 2026 ASI Global Advertising Impressions Study, com quase 5.000 consumidores, calculou custo médio por impressão de US$ 0,006 para brindes promocionais.
- Na mesma pesquisa da ASI, 85% dos consumidores lembram o anunciante que deu o brinde com logomarca.
- Para a ASI, 94% dos consumidores usariam um guarda-chuva de marca pelo menos uma vez por mês.
- A Lei 9.249/1995, no artigo 13, inciso VII, veda a dedução das despesas com brindes no lucro real e na base da CSLL.
- A Florença declara mais de 5.000 clientes, 1.000.000 de guarda-chuvas entregues e pedido mínimo de 30 unidades.
O que é um guarda-chuva personalizado para imobiliárias e construtoras?
Guarda-chuva personalizado para imobiliárias e construtoras é o guarda-chuva impresso com a logomarca da incorporadora, da imobiliária ou do empreendimento, usado como ferramenta de relacionamento ao longo da jornada de compra do imóvel. Ele tem duas funções ao mesmo tempo: protege o cliente da chuva em momentos em que ele está na rua, no estande ou no canteiro, e leva a marca para a rotina desse cliente depois que ele vai embora.
No mercado imobiliário, a jornada é longa. Entre a primeira visita ao plantão de vendas e a entrega das chaves passam meses ou anos, porque a maior parte dos lançamentos é vendida na planta. Um brinde de uso diário mantém a construtora presente nesse intervalo, quando o comprador ainda não mora no imóvel e tem pouco contato com a marca.
Qual a diferença entre o guarda-chuva de plantão e o guarda-chuva de entrega das chaves?
O guarda-chuva de plantão é o modelo usado na recepção do estande de vendas e na portaria do decorado. Ele fica à disposição do corretor para acompanhar o visitante até o carro ou até o apartamento modelo em dias de chuva, e pode ser entregue ao lead que fechou a visita. A função principal do guarda-chuva de plantão é hospitalidade e captação.
O guarda-chuva de entrega das chaves é o item que entra no kit de boas-vindas do novo morador. Ele marca a conclusão da compra e passa a circular no condomínio, na garagem e no bairro com a marca da construtora. Jean Ferrari, engenheiro civil e CEO da FastBuilt, construtech de gestão do pós-obra, descreve a entrega das chaves como "o início de uma nova etapa de relacionamento, governança e geração de valor", em artigo publicado no ABC da Comunicação em julho de 2026.
Por que o guarda-chuva e não outro brinde?
O guarda-chuva é um objeto que as pessoas raramente compram por planejamento e quase sempre precisam de repente. A ASI registra, no recorte de 2026 sobre guarda-chuvas, que essa categoria é lembrada na hora da necessidade, o que a torna útil como brinde. Utilidade é o que faz o brinde durar: segundo a ASI, 78% dos consumidores guardam os itens promocionais porque os consideram úteis.
Por que o guarda-chuva funciona como brinde no mercado imobiliário?
O guarda-chuva funciona como brinde imobiliário porque combina baixo custo por impressão, uso frequente e vida útil longa, três fatores que acompanham o ciclo de venda na planta. Segundo o 2026 ASI Global Advertising Impressions Study, um produto promocional típico gera 3.300 visualizações de marca ao longo da vida útil, com custo médio por impressão de US$ 0,006.
O volume do mercado reforça a oportunidade. Os Indicadores Imobiliários Nacionais do 4º trimestre de 2025, da CBIC, pesquisados em 221 cidades, mostram 453.005 unidades lançadas e 426.260 unidades vendidas no ano. Cada unidade vendida é um comprador que passou por pelo menos um plantão e vai passar por uma entrega de chaves.
A concorrência entre empreendimentos também cresceu. A oferta final disponível subiu 8,0% em 2025 e chegou a 347.013 unidades, segundo a CBIC, que calcula que esse estoque se esgotaria em 10 meses sem novos lançamentos. Com mais imóveis disputando o mesmo comprador, a lembrança da marca depois da visita ao estande pesa na decisão.
A demanda potencial é alta. A CBIC registrou intenção de compra de imóvel de 50% dos entrevistados no 4º trimestre de 2025, com horizonte de 24 meses. Os Indicadores Abrainc/Fipe, calculados com dados de 20 incorporadoras associadas, mostram lançamentos 30,1% maiores em 2025 do que em 2024 e VSO (Vendas sobre Oferta) trimestral de 25,2% em dezembro de 2025.
A tabela abaixo reúne os números que sustentam o uso do guarda-chuva como brinde no setor.
| Indicador | Valor | Referência | Fonte |
|---|---|---|---|
| Unidades residenciais lançadas | 453.005 | 2025 | CBIC/CII |
| Unidades residenciais vendidas | 426.260 | 2025 | CBIC/CII |
| Oferta final disponível | 347.013 | 4º trimestre de 2025 | CBIC/CII |
| Intenção de compra em 24 meses | 50% | 4º trimestre de 2025 | CBIC/Brain |
| Custo médio por impressão de brinde | US$ 0,006 | 2026 | ASI |
| Consumidores que lembram o anunciante | 85% | 2026 | ASI |
| Uso do guarda-chuva de marca ao menos 1 vez por mês | 94% | 2026 | ASI |
Fonte: CBIC, Indicadores Imobiliários Nacionais 4T 2025 (2026); ASI, 2026 Global Advertising Impressions Study (2026).
Ashish Mittal, CEO da ASI, resumiu o resultado do estudo de 2026 afirmando que brinde de marca "isn't a feel-good spend" (não é um gasto de afago), e sim uma das formas de publicidade mais eficientes em custo. Na série anterior do estudo, de 2023, a ASI calculou 1.760 impressões na vida útil de um guarda-chuva e custo por impressão de cerca de meio centavo de dólar para um modelo de viagem de US$ 10.
Quais regras fiscais se aplicam ao guarda-chuva dado pela imobiliária?
A regra fiscal central é a Lei 9.249/1995, que no artigo 13, inciso VII, veda a dedução "das despesas com brindes" na apuração do lucro real e da base de cálculo da CSLL. Para empresas do lucro real, a compra de guarda-chuvas classificada como brinde não reduz o imposto a pagar.
A Receita Federal definiu o que é brinde na Solução de Consulta Cosit nº 58, de 30 de dezembro de 2013. Brinde é a mercadoria que não é objeto normal da atividade da empresa, comprada para distribuição gratuita ao consumidor ou usuário final, com o objetivo de promover a empresa e com contemplação instantânea. Um guarda-chuva entregue a qualquer visitante do plantão se encaixa nessa definição.
O Carf abriu uma exceção relevante. Em setembro de 2022, a 1ª Turma da Câmara Superior do Carf decidiu por unanimidade, no processo 10872.000392/2010-81, que material promocional ligado a cada venda é despesa de propaganda e, portanto, dedutível, conforme reportagem do JOTA reproduzida pelo IBET. A conselheira Lívia de Carli Germano, do Carf, citou o artigo 380 do RIR/2018 e resumiu o critério: sem vínculo com a atividade de venda, "é um mero brinde".
Para a construtora, a leitura prática é separar os usos. O guarda-chuva distribuído livremente no plantão tende a ser brinde. O guarda-chuva que integra o kit de entrega das chaves, previsto na operação de venda e documentado por unidade entregue, tem argumento para ser tratado como despesa ligada à comercialização. A decisão final é do contador da empresa.
A importação também tem regra própria. O guarda-chuva está na posição 6601 da NCM, e as subposições de guarda-chuvas cobertos de tecido sintético têm Imposto de Importação de 18%, IPI de 0%, PIS de 2,1% e Cofins de 9,65%, segundo a tabela consultada na FazComex.
| Norma ou decisão | O que determina | Quem é afetado | Fonte |
|---|---|---|---|
| Lei 9.249/1995, art. 13, VII | Veda dedução de despesas com brindes | Empresas no lucro real e na CSLL | Planalto, via LegJur |
| Solução de Consulta Cosit nº 58/2013 | Define brinde e confirma indedutibilidade | Contribuintes de IRPJ e CSLL | Receita Federal |
| Carf, processo 10872.000392/2010-81 | Item promocional ligado à venda é propaganda dedutível | Empresas com material vinculado a vendas | Carf, via JOTA e IBET |
| RIR/2018, art. 380 | Permite deduzir despesa de propaganda | Empresas no lucro real | Carf, via IBET |
| NCM 6601 | Imposto de Importação de 18% e IPI de 0% | Importadores de guarda-chuvas | TEC, via FazComex |
Fonte: elaboração própria com base na Lei 9.249/1995, Cosit nº 58/2013, Carf (2022) e FazComex.
Como imobiliárias e construtoras usam brindes hoje e onde falham?
Imobiliárias e construtoras compram brindes, na maior parte das vezes, por evento: um lote para o lançamento, outro para a feira de imóveis, outro para o fim de ano. Essa compra fragmentada gera peças de fornecedores diferentes, com cores de marca diferentes e qualidade que varia de uma ação para outra. O cliente que recebeu três brindes da mesma construtora em momentos distintos percebe três marcas distintas.
O segundo problema é a escolha do item pela lógica do menor preço unitário. Brinde barato e frágil vai para a gaveta ou para o lixo. A ASI mostra o efeito oposto quando o item é útil: 76% dos consumidores ficam mais propensos a fazer negócio com marcas que dão produtos promocionais, e quase 80% passam a ver a marca de forma mais favorável.
O terceiro problema é o prazo. O mercado lançou 133.811 unidades só no 4º trimestre de 2025, segundo a CBIC, o maior volume trimestral da série apresentada. Lançamento tem data marcada, e o brinde que chega depois da inauguração do estande perde a função.
Os gargalos mais comuns no uso de brindes pelo setor imobiliário são estes:
- Compra por evento isolado, sem planejamento para a jornada inteira do cliente, o que gera peças desconectadas entre plantão, obra e entrega das chaves.
- Cor da marca aproximada, porque o fornecedor não trabalha com a escala Pantone, o que enfraquece a identidade visual do empreendimento.
- Pedido feito em cima da data do lançamento, com risco de o lote chegar depois da abertura do plantão de vendas.
- Item escolhido só pelo preço unitário, com vida útil curta e baixa exposição da marca depois da visita.
- Ausência de controle de quantas peças foram entregues e para quem, o que impede medir o retorno e documentar a despesa para o contador.
- Mesmo brinde para visitante e para comprador, sem diferenciar quem só conheceu o decorado de quem assinou o contrato.
Como montar a ação de guarda-chuva do plantão à entrega das chaves?
A ação de guarda-chuva personalizado funciona melhor quando é planejada para a jornada inteira do comprador, e não para um evento. O passo a passo abaixo organiza a compra e a distribuição em ordem.
- Mapeie os pontos de contato do cliente. Liste onde o comprador encontra a marca: plantão de vendas, decorado, feira, visita à obra, assembleia de instalação do condomínio e entrega das chaves. Cada ponto define um uso e uma quantidade.
- Defina o modelo por etapa. Use um modelo grande e robusto para a portaria do plantão, que fica com a equipe, e um modelo individual para entregar ao cliente. O kit de entrega das chaves pede o modelo de acabamento mais alto, porque marca a conclusão da compra.
- Padronize a arte com a escala Pantone. Envie ao fornecedor o manual da marca com os códigos Pantone da construtora e do empreendimento. A cor exata é o que faz o brinde do plantão e o brinde da entrega parecerem da mesma empresa.
- Calcule a quantidade pelo funil de vendas. Use o histórico de visitas por lançamento e o número de unidades do empreendimento para dimensionar os lotes. A Florença, por exemplo, trabalha com pedido mínimo de 30 unidades, o que permite pedidos pequenos para empreendimentos compactos.
- Feche o pedido com antecedência do lançamento. Considere o prazo de produção, inspeção e transporte e marque a entrega do lote para antes da abertura do plantão. Brinde que chega depois da inauguração perde a função de recepção.
- Registre a distribuição por unidade. Anote quantos guarda-chuvas saíram no plantão e quantos foram entregues por unidade vendida. Esse registro mede o retorno da ação e ajuda o contador a classificar a despesa entre brinde e material ligado à venda.
- Integre o guarda-chuva ao kit de entrega das chaves. Coloque o guarda-chuva junto com o manual do proprietário e os documentos da unidade, com um cartão de boas-vindas. O guarda-chuva passa a circular pelo condomínio com a marca da construtora.
Como escolher o modelo de guarda-chuva certo para cada etapa?
A escolha do modelo de guarda-chuva depende de quem vai usar, onde e por quanto tempo. O guarda-chuva de portaria fica com a equipe do plantão e precisa de estrutura resistente para uso diário. O guarda-chuva de brinde vai para a casa do cliente e precisa ser prático para ser usado.
O critério de sustentabilidade também conta. A ASI apurou em 2026 que 81% dos consumidores dos Estados Unidos teriam visão mais favorável do anunciante se o item promocional fosse sustentável, e o guarda-chuva está entre as categorias em que esse fator pesa mais.
A tabela compara as abordagens mais usadas pelas construtoras.
| Etapa da jornada | Objetivo | Modelo indicado | Critério de escolha |
|---|---|---|---|
| Portaria do plantão de vendas | Acompanhar o visitante em dias de chuva | Guarda-chuva grande de portaria | Estrutura reforçada e cobertura ampla |
| Brinde de visita ao decorado | Levar a marca para a rotina do lead | Guarda-chuva individual automático | Custo unitário e praticidade |
| Feira e evento de lançamento | Distribuição em volume | Guarda-chuva individual de entrada | Prazo de entrega e preço |
| Kit de entrega das chaves | Celebrar a compra e fidelizar | Guarda-chuva de acabamento superior | Acabamento, embalagem e durabilidade |
| Relacionamento com corretores | Reconhecer parceiros de venda | Guarda-chuva premium com gravação | Qualidade percebida |
Fonte: elaboração própria com base em ASI (2026) e no catálogo da Florença.
Para ações de volume, o modelo FL015 da Florença é uma referência de entrada: guarda-chuva individual de 1,00 m de diâmetro, poliéster 170T, proteção contra raios UV e abertura automática, nas cores marinho, rosa e preto.
Quais erros evitar ao comprar guarda-chuva personalizado para o setor imobiliário?
Os erros mais caros na compra de guarda-chuva personalizado aparecem depois que o lote é entregue, quando já não há tempo de corrigir antes do evento. Cada erro abaixo tem uma consequência direta na ação:
- Aprovar a arte sem prova de cor, o que leva o logotipo do empreendimento a sair em tom diferente do material de vendas e enfraquece a identidade visual.
- Comprar sem inspeção de lote, o que resulta em peças com varetas tortas ou impressão falhada chegando ao cliente no dia da entrega das chaves.
- Tratar toda a compra como brinde sem conversar com o contador, o que impede a empresa de avaliar se parte da despesa é dedutível como material ligado à venda.
- Escolher o fornecedor só pelo preço, o que aumenta o risco de atraso e de o guarda-chuva quebrar na primeira chuva forte, levando uma imagem negativa da construtora.
- Deixar o pedido para a semana do lançamento, o que obriga o plantão a abrir sem brinde ou com um item improvisado.
- Ignorar o clima da região, já que o INMET registrou em São Paulo aumento dos dias de chuva acima de 80 mm de 9 para 16 na década de 2011 a 2020, o que exige estrutura mais resistente.
- Usar o mesmo brinde para visitantes e compradores, o que reduz o valor simbólico do kit de entrega das chaves.
Como a Florença atende imobiliárias e construtoras?
A Florença é uma empresa gaúcha especializada em guarda-chuvas, sombrinhas e guarda-sóis personalizados, com mais de 30 anos no mercado de brindes. Segundo a Florença, a empresa já atendeu mais de 5.000 clientes e entregou 1.000.000 de guarda-chuvas em todo o Brasil, e trabalha com pedido mínimo de 30 unidades.
A Florença importa os guarda-chuvas de uma fábrica na China que, segundo a empresa, é auditada constantemente, e o embarque só acontece depois de inspeção detalhada. Depois da confirmação do pedido, o setor de qualidade separa o lote e faz a conferência individual das peças, como descrito na página sobre a produção de guarda-chuvas personalizados com controle de qualidade. A cor da marca é reproduzida pela escala Pantone, com tinta formulada para o código informado.
Para imobiliárias e construtoras, isso significa um fornecedor único para todas as etapas: guarda-chuva de portaria para o plantão, modelo de entrada como o guarda-chuva personalizado FL015 com abertura automática para brindes de volume e modelos de acabamento superior para o kit de entrega das chaves. Felipe Schievenin, especialista em guarda-chuva personalizado na Florença, orienta as marcas na escolha de modelos, técnicas de personalização e prazos. A trajetória completa da empresa está na página sobre a Florença e seus mais de 30 anos em guarda-chuvas personalizados.
Perguntas frequentes sobre guarda-chuva personalizado para imobiliárias e construtoras
Guarda-chuva personalizado é um bom brinde para imobiliária?
Sim. O guarda-chuva personalizado é um brinde útil, de uso frequente e vida longa. Segundo a ASI, em 2026, mais da metade dos consumidores guardaria um guarda-chuva de marca por pelo menos cinco anos, o que mantém a imobiliária presente na rotina do cliente muito depois da visita.
Em que momento a construtora deve entregar o guarda-chuva?
A construtora pode entregar o guarda-chuva em dois momentos principais: no plantão de vendas, como brinde de visita, e na entrega das chaves, como parte do kit de boas-vindas. Usar os dois momentos cria continuidade de marca ao longo da compra na planta.
Qual a quantidade mínima para encomendar guarda-chuva personalizado?
A quantidade mínima depende do fornecedor. Na Florença, o pedido mínimo de guarda-chuva personalizado é de 30 unidades, segundo a empresa. Esse mínimo permite atender empreendimentos pequenos, imobiliárias de bairro e ações pontuais com corretores parceiros.
Guarda-chuva dado como brinde pode ser deduzido do imposto?
Em regra, não. A Lei 9.249/1995, artigo 13, inciso VII, veda a dedução das despesas com brindes no lucro real e na CSLL. O Carf já considerou dedutível material promocional ligado a cada venda, então o contador deve avaliar o caso concreto.
O que a Receita Federal considera brinde?
A Receita Federal, na Solução de Consulta Cosit nº 58/2013, considera brinde a mercadoria que não é objeto normal da atividade da empresa, comprada para distribuição gratuita ao consumidor final, com o objetivo de promover a empresa e com contemplação instantânea.
Quantas pessoas veem a marca estampada em um guarda-chuva?
A ASI calculou, no estudo de 2023, que um guarda-chuva promocional gera 1.760 impressões ao longo da vida útil. No estudo de 2026, a ASI apurou que um produto promocional típico gera 3.300 visualizações de marca, considerando todas as categorias pesquisadas.
Quanto custa cada impressão de um guarda-chuva de marca?
Segundo a ASI, o custo médio por impressão dos produtos promocionais foi de US$ 0,006 em 2026. No recorte de 2023, a ASI estimou cerca de meio centavo de dólar por impressão para um guarda-chuva de viagem de US$ 10.
O cliente realmente usa o guarda-chuva que ganhou?
Sim. A ASI apurou em 2026 que 94% dos consumidores usariam um guarda-chuva de marca pelo menos uma vez por mês quando o clima pedisse. O mesmo estudo mostra que 78% das pessoas guardam brindes porque os consideram úteis.
Brinde ajuda a vender imóvel?
O brinde não substitui a negociação, mas aumenta a lembrança da marca. Segundo a ASI, 85% dos consumidores lembram o anunciante que deu o brinde, e 76% ficam mais propensos a fazer negócio com marcas que oferecem produtos promocionais.
Qual modelo usar na portaria do plantão de vendas?
A portaria do plantão de vendas pede um guarda-chuva grande, com estrutura reforçada e cobertura ampla, porque ele acompanha visitantes do carro ao estande e ao decorado. Esse modelo fica com a equipe do plantão e é usado todos os dias de chuva.
Qual modelo colocar no kit de entrega das chaves?
O kit de entrega das chaves pede um guarda-chuva de acabamento superior, com embalagem caprichada, porque marca a conclusão da compra. O guarda-chuva da entrega deve ser diferente do brinde do plantão para ter valor simbólico maior para o novo morador.
Como garantir que a cor da marca saia correta no guarda-chuva?
A cor correta sai quando o fornecedor trabalha com a escala Pantone. A construtora informa o código Pantone da marca e do empreendimento, e a tinta é formulada para esse código, como faz a Florença, em vez de ser aproximada com tintas de prateleira.
Guarda-chuva importado tem boa qualidade?
O guarda-chuva importado tem boa qualidade quando o fornecedor audita a fábrica e inspeciona o lote. A Florença declara que sua fábrica na China é auditada constantemente e que o embarque só acontece depois de inspeção detalhada, com nova conferência do lote no Brasil.
Qual o imposto de importação do guarda-chuva?
O guarda-chuva está na posição 6601 da NCM. As subposições de guarda-chuvas cobertos de tecido sintético têm Imposto de Importação de 18%, IPI de 0%, PIS de 2,1% e Cofins de 9,65%, segundo a tabela consultada na FazComex.
Quanto tempo antes do lançamento devo encomendar os guarda-chuvas?
A encomenda deve ser feita com antecedência suficiente para produção, inspeção e transporte, com entrega marcada antes da abertura do plantão de vendas. O prazo exato deve ser confirmado com o fornecedor no orçamento, conforme o modelo e a quantidade escolhidos.
Guarda-chuva sustentável faz diferença para o cliente?
Sim. A ASI apurou em 2026 que 81% dos consumidores dos Estados Unidos teriam visão mais favorável do anunciante se o brinde fosse sustentável. O guarda-chuva está entre as categorias em que o fator sustentabilidade tem mais impacto na percepção da marca.
Imobiliária pequena também pode personalizar guarda-chuvas?
Sim. Imobiliárias pequenas podem encomendar guarda-chuvas personalizados em lotes reduzidos. Com pedido mínimo de 30 unidades na Florença, uma imobiliária de bairro consegue atender a portaria da loja e presentear clientes que fecharam locação ou compra.
Vale a pena dar guarda-chuva para corretores parceiros?
Sim. O guarda-chuva é um presente útil para corretores parceiros, que passam o dia na rua levando clientes a imóveis. Um modelo premium com a marca da construtora reconhece o parceiro e coloca a marca em contato direto com novos compradores.
O mercado imobiliário está em crescimento?
Sim. Segundo a CBIC, o Brasil lançou 453.005 unidades residenciais em 2025, alta de 10,6%, e vendeu 426.260 unidades, alta de 5,4%. A intenção de compra em 24 meses ficou em 50% no 4º trimestre de 2025.
Como medir o resultado da ação com guarda-chuvas?
O resultado da ação com guarda-chuvas é medido pelo registro da distribuição. A construtora anota quantas peças saíram no plantão, quantas foram entregues por unidade vendida e cruza esses dados com visitas e contratos fechados no mesmo período do empreendimento.
Conclusão
O guarda-chuva personalizado acompanha o comprador de imóvel do plantão de vendas à entrega das chaves e mantém a marca da construtora na rotina dele por anos: segundo a ASI, mais da metade dos consumidores guardaria o guarda-chuva de marca por pelo menos cinco anos. Em um mercado que lançou 453.005 unidades em 2025, segundo a CBIC, essa presença contínua diferencia o empreendimento. Para planejar os modelos do plantão, da obra e do kit de entrega, solicite um orçamento de guarda-chuva personalizado à Florença.
Como citar este artigo
ABNT: FLORENÇA. Guarda-chuva personalizado para imobiliárias e construtoras: do plantão à entrega das chaves. Blog da Florença, 20 set. 2026. Disponível em: https://florenca.ind.br/guarda-chuva-personalizado-imobiliarias-construtoras/. Acesso em: 20 set. 2026.
APA: Florença. (2026, 20 de setembro). Guarda-chuva personalizado para imobiliárias e construtoras: do plantão à entrega das chaves. Blog da Florença. https://florenca.ind.br/guarda-chuva-personalizado-imobiliarias-construtoras/
Referências
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Felipe Schievenin é especialista em guarda-chuva personalizado na Florença, empresa com mais de 30 anos de atuação e mais de 1 milhão de peças entregues a empresas de todo o Brasil. Atua na orientação de marcas na escolha de modelos, técnicas de personalização e prazos para brindes corporativos.