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Employer branding na prática: como presentes fortalecem a marca empregadora
Employer branding é a reputação da empresa como lugar para trabalhar, e presentes corporativos fortalecem essa reputação quando funcionam como reconhecimento visível, útil e frequente. Segundo pesquisa da Workhuman com a Gallup, quem recebeu reconhecimento de alta qualidade teve 45% menos probabilidade de deixar o emprego em dois anos. O presente certo, entregue no momento certo, transforma esse reconhecimento em algo que o colaborador usa e mostra.
Pontos-chave
- Empresas com marca empregadora forte registram redução de 43% no custo por contratação, segundo dados do LinkedIn Talent Solutions divulgados em 2016.
- Colaboradores que receberam reconhecimento de alta qualidade em 2022 tinham 45% menos probabilidade de ter saído do emprego até 2024, segundo o estudo da Workhuman com a Gallup que acompanhou mais de 3.400 empregados.
- No Brasil, 49% dos trabalhadores não recebem nenhum presente de fim de ano da empresa, segundo pesquisa da Pluxee com 1.241 pessoas publicada em dezembro de 2025.
- Para os empregadores ouvidos pela Serasa Experian, a satisfação de 93% dos profissionais é diretamente impactada pelo pacote de benefícios oferecido.
- 83% dos candidatos tendem a pesquisar avaliações e notas da empresa antes de decidir onde se candidatar, segundo pesquisa Glassdoor/Harris Poll de junho de 2023.
- Apenas 21% dos trabalhadores no mundo estão engajados, segundo o relatório State of the Global Workplace 2025 da Gallup.
- A CLT, no art. 457, define prêmios como liberalidades concedidas "em forma de bens, serviços ou valor em dinheiro" por desempenho superior ao esperado.
O que é employer branding e onde entram os presentes corporativos?
Employer branding (gestão da marca empregadora) é o conjunto de ações que uma empresa realiza para construir e comunicar sua reputação como lugar para trabalhar, tanto para quem já está dentro quanto para quem pode vir a se candidatar. A marca empregadora existe mesmo quando a empresa não cuida dela: ela é formada pelo que os colaboradores contam, pelo que aparece nas avaliações on-line e pela experiência diária no trabalho.
Presentes corporativos entram nessa equação como uma das formas mais tangíveis de reconhecimento. Um e-mail de parabéns some na caixa de entrada; um objeto útil com a marca da empresa acompanha o colaborador no trajeto, em casa e diante da família. Por isso o presente é, ao mesmo tempo, gesto de valorização interna e mídia de marca empregadora para fora.
O que é marca empregadora para o candidato e para o colaborador?
Para o candidato, marca empregadora é a resposta à pergunta "como seria trabalhar ali?". A Glassdoor informa que 53% dos candidatos buscam mais informações sobre a empresa depois de ler o anúncio da vaga e que usuários da plataforma leem em média seis avaliações antes de formar opinião sobre um empregador. O candidato monta a imagem da empresa a partir de muitas vozes, e a mais forte delas é a de quem já trabalha lá.
Para o colaborador, marca empregadora é a soma das experiências que confirmam ou desmentem o que foi prometido na contratação. Reconhecimento, liderança, benefícios e pequenos gestos no dia a dia entram nessa conta. Quando a experiência confirma a promessa, o colaborador vira embaixador espontâneo; quando desmente, a avaliação negativa aparece on-line.
Qual a diferença entre presente, brinde e benefício?
Presente corporativo é um item oferecido ao colaborador para marcar uma data, uma conquista ou um momento da jornada, como admissão, aniversário de empresa ou fim de ano. Brinde é o item promocional com a marca da empresa, distribuído de forma ampla em eventos e ações. Benefício é a vantagem recorrente prevista na política de remuneração, como plano de saúde ou vale-refeição.
Na prática, os três se sobrepõem. Um guarda-chuva personalizado entregue a todos os colaboradores no início da estação de chuvas é brinde pela forma e presente pela intenção. O que define o efeito sobre a marca empregadora não é o nome da categoria, e sim se o item comunica cuidado real com a rotina de quem recebe.
Por que a marca empregadora importa para atrair e reter talentos?
A marca empregadora importa porque reduz o custo de contratar e aumenta a permanência de quem já foi contratado. Segundo o LinkedIn Talent Solutions, empresas com marca empregadora forte registram redução de 43% no custo por contratação. O dado é antigo, de 2016, mas continua sendo um dos números mais citados para justificar investimento na área.
A retenção é o outro lado da moeda. O estudo The Human-Centered Workplace, da Workhuman com a Gallup, acompanhou mais de 3.400 empregados de 2022 a 2024 e concluiu que quem recebeu reconhecimento de alta qualidade em 2022 tinha 45% menos probabilidade de ter saído do emprego até 2024. O mesmo estudo mostra que 55% dos empregados dos Estados Unidos não recebem reconhecimento algum ou recebem um reconhecimento que não atende a nenhum dos cinco pilares definidos pelas duas organizações: gratificante, autêntico, personalizado, equitativo e integrado à cultura.
Segundo Ed O'Boyle, líder global de práticas da Gallup, "o mundo está mudando rapidamente, e as organizações precisam mudar junto" (tradução livre). O engajamento global confirma a urgência: o relatório State of the Global Workplace 2025 da Gallup aponta que apenas 21% dos trabalhadores no mundo estão engajados, queda de dois pontos percentuais em relação ao ano anterior, e estima perda de US$ 438 bilhões por baixa produtividade em 2024.
No Brasil, os dados vão na mesma direção. Para os empregadores ouvidos pela Serasa Experian em pesquisa publicada em fevereiro de 2026, a satisfação de 93% dos profissionais é diretamente impactada pelo pacote de benefícios. Em outra pesquisa encomendada pela Serasa Experian, 46,4% dos profissionais disseram que um pacote de benefícios é item muito importante para aceitar uma proposta de trabalho.
A tabela abaixo reúne os números que sustentam o investimento em reconhecimento e marca empregadora.
| Indicador | Número | Fonte e ano |
|---|---|---|
| Redução no custo por contratação com marca empregadora forte | 43% | LinkedIn Talent Solutions, 2016 |
| Menor probabilidade de saída com reconhecimento de alta qualidade | 45% | Workhuman e Gallup, 2024 |
| Candidatos que pesquisam avaliações antes de se candidatar | 83% | Glassdoor/Harris Poll, 2023 |
| Trabalhadores engajados no mundo | 21% | Gallup, State of the Global Workplace 2025 |
| Trabalhadores brasileiros sem presente de fim de ano da empresa | 49% | Pluxee, 2025 |
| Profissionais cuja satisfação é impactada pelos benefícios, segundo empregadores | 93% | Serasa Experian, 2026 |
| Profissionais que veem benefícios como muito importantes para aceitar emprego | 46,4% | Serasa Experian, 2024 |
Fonte: elaboração própria com base em LinkedIn Talent Solutions, Workhuman e Gallup, Glassdoor, Gallup, Pluxee e Serasa Experian.
O que a lei trabalhista diz sobre presentes e prêmios a colaboradores?
A Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) trata de prêmios no art. 457. Na redação dada pela Lei 13.467/2017, o § 4º do art. 457 estabelece: "Consideram-se prêmios as liberalidades concedidas pelo empregador em forma de bens, serviços ou valor em dinheiro a empregado ou a grupo de empregados, em razão de desempenho superior ao ordinariamente esperado no exercício de suas atividades."
O § 2º do mesmo artigo determina que prêmios e abonos, ainda que habituais, não integram a remuneração do empregado, não se incorporam ao contrato de trabalho e não constituem base de incidência de encargo trabalhista e previdenciário. Esse é o ponto que interessa ao RH: um presente em bens, concedido como prêmio por desempenho, tem tratamento diferente de um valor fixo pago todo mês como parte do salário.
A distinção exige cuidado. Um presente de data comemorativa entregue igualmente a todos não é a mesma coisa que um prêmio por desempenho, e um item entregue como ferramenta de trabalho segue outra lógica. A tabela a seguir organiza os tipos de presente mais comuns em programas de marca empregadora e o que observar em cada um; a classificação final de cada caso deve ser validada com o jurídico ou a contabilidade da empresa.
| Tipo de entrega | Exemplo | Base de referência | O que observar |
|---|---|---|---|
| Prêmio por desempenho | Kit para quem bateu meta do semestre | CLT, art. 457, § 4º | Critério de desempenho superior documentado |
| Presente de data comemorativa | Item de fim de ano para toda a equipe | Política interna de reconhecimento | Entrega igual para todos e registro da ação |
| Presente de marco da jornada | Kit de boas-vindas na admissão | Política interna de onboarding | Padronização por cargo ou unidade |
| Item de uso no trabalho | Guarda-chuva de portaria para deslocamento entre unidades | Política de equipamentos e facilities | Controle de estoque e reposição |
| Benefício recorrente | Saldo extra no vale-alimentação | Política de benefícios | Previsão contratual ou em acordo coletivo |
Fonte: elaboração própria com base na CLT, art. 457 (redação da Lei 13.467/2017).
Como as empresas presenteiam hoje e onde o presente falha como marca?
A pesquisa da Pluxee publicada em dezembro de 2025 mostra o retrato do presente corporativo no Brasil. Entre as empresas que presenteiam no fim de ano (51%), a cesta natalina ainda domina, com 42%, mas apenas 15% dos trabalhadores a escolheriam se pudessem. O saldo extra no vale-alimentação ou refeição aparece em 27% das empresas que presenteiam, e 57% dos trabalhadores o escolheriam como opção preferida.
Segundo Ferdinando Gomes, gerente de Market Insights da Pluxee, "o que o colaborador busca é liberdade para decidir como usar o benefício". A distância entre o que a empresa entrega e o que o colaborador valoriza é o primeiro sinal de que o presente está sendo tratado como ritual, e não como ferramenta de marca empregadora.
A Serasa Experian encontrou descompasso parecido no pacote de benefícios: participação nos lucros é importante para 41% dos colaboradores, segundo as empresas, mas só 28% delas oferecem; o 14º salário é relevante para 34% e aparece em 12% dos pacotes. E 42% dos respondentes apontam a baixa variedade como o motivo central para considerar um pacote não competitivo.
Os gargalos mais comuns no modo como as empresas presenteiam hoje são estes:
- A compra é feita às pressas no fim do ano, sem calendário, e o presente chega como obrigação de dezembro, não como reconhecimento planejado.
- O item escolhido é genérico e descartável, sem relação com a rotina do colaborador, e some da vida dele em poucas semanas.
- A marca da empresa é aplicada de forma exagerada ou com baixa qualidade, e o colaborador não usa o item fora do trabalho.
- O presente não tem mensagem nem contexto, e o colaborador não entende por que recebeu, o que apaga o efeito de reconhecimento.
- Unidades, turnos e equipes remotas recebem itens diferentes ou não recebem, o que cria sensação de tratamento desigual.
- Ninguém mede o resultado, e a empresa repete a mesma cesta todo ano sem saber se ela aumentou o orgulho de pertencer.
O custo dessas falhas aparece na permanência. O ranking GPTW de agências de publicidade de 2025 mostra que 60% dos profissionais das agências premiadas tinham até dois anos de casa e que remuneração, benefícios e estabilidade ganharam relevância como motivos para ficar. Segundo Daniela Diniz, diretora de comunicação e relações institucionais do GPTW Brasil, "observamos hoje uma expectativa mais de curto prazo com a empresa".
Como montar um programa de presentes que fortalece a marca empregadora, passo a passo?
Um programa de presentes para marca empregadora é um calendário de entregas ligado a momentos da jornada do colaborador, com critério, mensagem e medição. O roteiro abaixo serve para empresas de qualquer porte.
- Mapeie os momentos da jornada. Liste admissão, aniversário de empresa, metas batidas, datas comemorativas e desligamento. Cada momento é uma oportunidade de reforçar a promessa feita ao contratar.
- Ouça o colaborador antes de comprar. Uma pesquisa curta revela o que a equipe usaria de verdade. A Pluxee mostrou que só 15% dos trabalhadores escolheriam a cesta natalina, que ainda é o presente mais oferecido.
- Escolha itens úteis e duráveis. O presente que entra na rotina vira lembrança diária da empresa. Prefira objetos que o colaborador leva para casa e usa diante da família e dos amigos.
- Defina a identidade visual com discrição. Aplique a marca em tamanho e posição que o colaborador tenha orgulho de mostrar. Um logotipo bem aplicado transforma o item em mídia espontânea da marca empregadora.
- Escreva a mensagem que acompanha o presente. Diga por que a pessoa está recebendo o item e o que ele representa. O estudo da Workhuman com a Gallup lista o reconhecimento autêntico e personalizado entre os cinco pilares do reconhecimento de alta qualidade.
- Garanta entrega igual para todos os públicos. Inclua turnos, unidades fora da sede e equipes remotas no planejamento logístico. Tratamento desigual anula o efeito do presente e vira assunto negativo nos corredores.
- Meça e ajuste a cada ciclo. Acompanhe pesquisas de clima, eNPS (Employee Net Promoter Score, índice que mede quanto o colaborador recomendaria a empresa como lugar para trabalhar) e menções espontâneas em redes sociais. Compare os resultados entre ciclos para decidir o que manter.
Sombrinha Personalizada FL014: tecido pongee, 0,96 m de diâmetro e apenas 24 cm fechada, com capinha no mesmo tecido.[/caption]
O passo mais negligenciado é o sétimo. Sem medição, o presente vira despesa fixa de dezembro; com medição, vira linha de investimento em retenção, defendida com dados diante da diretoria. Para um exemplo de programa recorrente, veja como montar o programa de presente de aniversário para colaboradores.
Como escolher o presente certo para cada momento da jornada do colaborador?
O presente certo depende do momento da jornada e do recado que a empresa quer passar. Uma pesquisa da Custom Ink, empresa norte-americana de vestuário e brindes personalizados, divulgada pela HRO Today em novembro de 2024, mostra o peso da frequência: 94% dos empregados que recebem itens com a marca da empresa ao menos uma vez por mês se dizem "muito satisfeitos" com o empregador, contra 18% dos que nunca recebem. Por ser pesquisa de um fornecedor do setor, o dado deve ser lido como indicativo.
A frequência também aparece nos dados da Glassdoor sobre candidatos: quem vê a marca de uma empresa dez vezes ou mais tem sete vezes mais probabilidade de se candidatar. Um presente usado em público multiplica essas exposições, porque cada vez que o colaborador abre um guarda-chuva personalizado na rua, a marca empregadora aparece para quem passa.
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Guarda-Chuva Personalizado L022: 1,25 m de diâmetro e tecido Pongee, escolhido pela Tramontina para os colaboradores se deslocarem entre as unidades das fábricas.[/caption]
A tabela compara os principais momentos de presente e os critérios de escolha para cada um.
| Momento da jornada | Objetivo de marca empregadora | Tipo de presente indicado | Critério de escolha |
|---|---|---|---|
| Admissão | Confirmar a promessa feita na seleção | Kit de boas-vindas com item de uso diário | Utilidade imediata e boa apresentação |
| Aniversário de empresa | Reconhecer permanência | Item durável e de qualidade superior | Durabilidade e personalização |
| Meta batida | Premiar desempenho | Prêmio em bens com critério claro | Regra documentada e entrega pública |
| Datas comemorativas | Reforçar pertencimento | Item igual para toda a equipe | Inclusão de todos os turnos e unidades |
| Estação de chuvas ou de sol | Mostrar cuidado com a rotina | Guarda-chuva ou sombrinha personalizada | Uso no trajeto e visibilidade da marca |
| Fim de ano | Encerrar o ciclo com reconhecimento | Combinação de item físico e benefício | Escuta prévia da preferência da equipe |
Fonte: elaboração própria com base em Workhuman e Gallup (2024), Pluxee (2025) e Glassdoor (2025).
Datas como o 1º de maio também entram no calendário; há ideias de brindes para o Dia do Trabalhador que valorizam colaboradores que seguem a mesma lógica de utilidade e reconhecimento.
Quais erros enfraquecem a marca empregadora quando a empresa presenteia?
Os erros mais caros são os que fazem o presente comunicar o contrário do que a empresa pretendia. Cada item abaixo traz a consequência direta para a marca empregadora.
- Escolher o item mais barato sem testar a qualidade: o produto quebra em poucos usos e o colaborador associa a fragilidade à forma como a empresa o trata.
- Presentear apenas a liderança ou a sede: quem ficou de fora percebe a diferença, e o presente vira prova de desigualdade, não de reconhecimento.
- Ignorar a preferência da equipe: a Pluxee mostrou que a cesta domina a oferta, mas só 15% a escolheriam, e o gasto não se converte em satisfação.
- Usar o presente para compensar problemas estruturais: nenhum item substitui salário justo e liderança preparada, e a Gallup aponta que 70% do engajamento da equipe é influenciado pela atuação do gestor.
- Entregar sem mensagem: o colaborador não liga o item ao motivo do reconhecimento, e o efeito sobre o vínculo com a empresa se perde.
- Concentrar tudo em dezembro: o reconhecimento vira evento anual, quando o estudo da Workhuman com a Gallup mostra que a qualidade e a constância do reconhecimento pesam na permanência.
- Não registrar o critério dos prêmios por desempenho: a empresa perde a referência do art. 457 da CLT e abre espaço para questionamentos sobre a natureza da entrega.
Como a Florença ajuda a transformar presente em marca empregadora?
A Florença é uma empresa gaúcha especializada em guarda-chuvas e guarda-sóis personalizados, com mais de 30 anos no mercado de brindes, segundo a própria empresa. Segundo a Florença, são mais de 5.000 clientes atendidos e 1.000.000 de guarda-chuvas entregues, com pedido mínimo de 30 unidades, o que permite atender desde equipes pequenas até programas para grandes indústrias.
O caso da Tramontina mostra o guarda-chuva como presente de cuidado com o colaborador. Segundo a Florença, a Tramontina escolheu o guarda-chuva personalizado L022 para disponibilizar aos colaboradores em dias de chuva, no deslocamento entre as unidades das fábricas. O item resolve um problema real da rotina e mantém a marca da empresa visível todos os dias.
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Guarda-Chuva Personalizado Portaria 99042: 1,37 m de diâmetro, varetas de fibra de carbono e sistema anti-vento, comporta até 3 pessoas.[/caption]
Para equipes que circulam pela cidade, a sombrinha de bolsa FL014 cabe na mochila; para portarias e áreas de convivência, o modelo Portaria 99042 comporta até três pessoas. O guarda-chuva também aparece entre as tendências de brindes corporativos para 2027, justamente pela utilidade e pela durabilidade.
Perguntas frequentes sobre employer branding e presentes corporativos
O que significa employer branding?
Employer branding significa gestão da marca empregadora: o conjunto de ações que constrói e comunica a reputação da empresa como lugar para trabalhar. A marca empregadora é formada pela experiência dos colaboradores, pelas avaliações on-line e pela forma como a empresa reconhece quem trabalha nela.
Presente corporativo realmente melhora a marca empregadora?
Sim, quando funciona como reconhecimento. O estudo da Workhuman com a Gallup mostrou que reconhecimento de alta qualidade reduziu em 45% a probabilidade de saída do emprego em dois anos. O presente útil, com mensagem clara e entrega justa, é uma forma tangível desse reconhecimento.
Qual a diferença entre employer branding e endomarketing?
Endomarketing é a comunicação voltada ao público interno, com campanhas, eventos e ações para colaboradores. Employer branding é mais amplo: inclui o endomarketing, mas também a reputação externa da empresa diante de candidatos. Um presente corporativo bem planejado atende às duas frentes ao mesmo tempo.
Quantos trabalhadores brasileiros recebem presente de fim de ano da empresa?
Segundo pesquisa da Pluxee com 1.241 pessoas, publicada em dezembro de 2025, 51% dos trabalhadores recebem algum presente de fim de ano da empresa e 49% não recebem nenhum tipo de presente. A cesta natalina domina entre as empresas que presenteiam, com 42%.
Que presente de fim de ano os colaboradores preferem?
Segundo a Pluxee, 57% dos trabalhadores escolheriam saldo extra no cartão alimentação ou refeição, 23% escolheriam gift card e apenas 15% escolheriam a cesta natalina. A empresa pode combinar um benefício com um item físico com a marca, que permanece em uso ao longo do ano.
Prêmio em bens integra o salário do colaborador?
Pela CLT, art. 457, § 2º, na redação da Lei 13.467/2017, prêmios, ainda que habituais, não integram a remuneração nem constituem base de encargo trabalhista e previdenciário. O § 4º exige que o prêmio seja concedido por desempenho superior ao esperado. Valide cada caso com o jurídico da empresa.
O que a CLT considera prêmio?
O art. 457, § 4º, da CLT considera prêmios as liberalidades concedidas pelo empregador em forma de bens, serviços ou valor em dinheiro a empregado ou grupo de empregados, em razão de desempenho superior ao ordinariamente esperado. Presente de data comemorativa entregue a todos segue outra lógica.
Com que frequência a empresa deve presentear os colaboradores?
A frequência ideal acompanha os momentos da jornada: admissão, aniversário de empresa, metas e datas comemorativas. A pesquisa da Custom Ink divulgada pela HRO Today indicou 94% de empregados muito satisfeitos entre os que recebem itens com a marca ao menos uma vez por mês, contra 18% entre os que nunca recebem.
Como medir o efeito dos presentes na marca empregadora?
Meça com pesquisa de clima, eNPS, taxa de rotatividade e menções espontâneas nas redes sociais e em plataformas de avaliação. Compare os indicadores antes e depois de cada ciclo de entregas. Sem essa medição, o programa de presentes não consegue provar retorno diante da diretoria.
Por que as avaliações on-line importam para a marca empregadora?
As avaliações on-line importam porque o candidato pesquisa antes de se candidatar. Segundo a Glassdoor, 83% dos candidatos tendem a pesquisar avaliações e notas da empresa, e empregadores que subiram a nota em 0,5 ponto tiveram 20% mais cliques e 16% mais inícios de candidatura.
Qual é o papel do gestor no reconhecimento?
O gestor é o principal canal do reconhecimento. Segundo o relatório State of the Global Workplace 2025 da Gallup, 70% do engajamento de uma equipe é influenciado pela atuação do gestor. Presente entregue pelo líder direto, com mensagem pessoal, tem mais peso do que um item enviado pelo correio sem contexto.
O que torna um reconhecimento de alta qualidade?
Segundo a Workhuman e a Gallup, o reconhecimento de alta qualidade atende a cinco pilares: é gratificante, autêntico, personalizado, equitativo e integrado à cultura da empresa. Quem recebe reconhecimento que atende a pelo menos um desses pilares tem 2,9 vezes mais chance de estar engajado.
Guarda-chuva personalizado é um bom presente para colaboradores?
Sim, porque é útil, durável e usado em público. Segundo a Florença, a Tramontina escolheu o guarda-chuva personalizado L022 para os colaboradores se deslocarem entre as unidades das fábricas em dias de chuva. Cada uso coloca a marca da empresa no trajeto do colaborador.
Presente com logotipo da empresa é bem recebido?
É bem recebido quando o item tem qualidade e a marca é aplicada com discrição. Segundo a pesquisa da Custom Ink divulgada pela HRO Today, 93% dos empregados disseram que seriam mais propensos a ficar mais um ano na empresa se recebessem um presente com a marca do empregador.
Benefícios contam para atrair candidatos no Brasil?
Sim. Em pesquisa encomendada pela Serasa Experian com 1,5 mil profissionais, 46,4% disseram que um pacote de benefícios é item muito importante para aceitar uma proposta de trabalho. Equilíbrio entre vida pessoal e profissional aparece em segundo lugar, com 35,1%.
O que deixa um pacote de benefícios pouco competitivo?
Segundo a pesquisa da Serasa Experian publicada em fevereiro de 2026, 42% dos empregadores apontam a baixa variedade como o motivo central para considerar um pacote não competitivo. Presentes em momentos da jornada ajudam a quebrar a sensação de padronização dos pacotes.
Presente substitui aumento salarial ou benefício?
Não. O presente complementa a política de remuneração e benefícios, mas não substitui salário justo nem liderança preparada. Usar presentes para compensar problemas estruturais costuma gerar o efeito inverso, porque o colaborador percebe a troca e a marca empregadora sai enfraquecida.
Como incluir equipes remotas e de outras unidades?
Planeje a logística junto com a escolha do presente e defina o mesmo item para todos os públicos. Envie com a mesma mensagem e no mesmo período. Tratamento desigual entre sede, fábricas, turnos e equipes remotas anula o efeito de reconhecimento e vira assunto negativo.
Qual o pedido mínimo para guarda-chuvas personalizados na Florença?
Segundo a Florença, o pedido mínimo é de 30 unidades. A quantidade permite atender equipes pequenas, programas por área e campanhas para toda a empresa, com personalização da marca e escolha entre modelos como o L022, a sombrinha FL014 e o Portaria 99042.
Quando começar a planejar os presentes de fim de ano?
Comece com antecedência suficiente para ouvir a equipe, aprovar a arte e produzir os itens personalizados sem pressa. Compra feita às pressas em dezembro tende a resultar em item genérico. Um calendário anual distribui o reconhecimento e evita concentrar o orçamento no fim do ano.
Conclusão
Employer branding se constrói com experiências que confirmam a promessa feita ao colaborador, e o presente corporativo é uma das formas mais visíveis dessa confirmação. O estudo da Workhuman com a Gallup mostrou 45% menos saídas entre quem recebeu reconhecimento de alta qualidade, e no Brasil 49% dos trabalhadores ainda ficam sem presente de fim de ano. Para transformar esse espaço em marca empregadora, fale com a Florença e conheça o guarda-chuva personalizado L022 escolhido pela Tramontina para os colaboradores.
Como citar este artigo
ABNT: FLORENÇA. Employer branding na prática: como presentes fortalecem a marca empregadora. Blog Florença, 18 out. 2026. Disponível em: https://florenca.ind.br/employer-branding-presentes-corporativos/. Acesso em: 18 out. 2026.
APA: Florença. (2026, 18 de outubro). Employer branding na prática: como presentes fortalecem a marca empregadora. Blog Florença. https://florenca.ind.br/employer-branding-presentes-corporativos/
Referências
BRASIL. Decreto-Lei nº 5.452, de 1º de maio de 1943. Aprova a Consolidação das Leis do Trabalho. Art. 457, com redação dada pela Lei nº 13.467, de 2017. Brasília: Presidência da República. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/del5452.htm. Acesso em: 18 out. 2026.
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GLASSDOOR TEAM. The essential employer branding statistics you need to know. Glassdoor, 21 jul. 2025. Disponível em: https://www.glassdoor.com/blog/most-important-employer-branding-statistics/. Acesso em: 18 out. 2026.
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NA PRÁTICA. Apenas 1 em cada 5 profissionais está engajado no trabalho. Na Prática, 29 abr. 2025. Disponível em: https://napratica.org.br/noticias/apenas-1-em-cada-5-profissionais-esta-engajado-no-trabalho. Acesso em: 18 out. 2026.
PLUXEE. Em um Natal que movimentará R$ 53,5 bi, cerca de 50% dos trabalhadores ficam sem presente corporativo, revela Pluxee. Pluxee, 18 dez. 2025. Disponível em: https://www.pluxee.com.br/press/em-um-natal-que-movimentara-r-535-bi-cerca-de-50-dos-trabalhadores-ficam-sem-presente-corporativo-revela-pluxee/. Acesso em: 18 out. 2026.
SANTIAGO, Larissa. Ranking GPTW aponta alta participação feminina e rotatividade. Meio & Mensagem, 2 fev. 2026. Disponível em: https://www.meioemensagem.com.br/comunicacao/ranking-gptw-aponta-alta-participacao-feminina-e-rotatividade. Acesso em: 18 out. 2026.
SERASA EXPERIAN. Pacote de benefícios é fator importante para aceitar um emprego, revela pesquisa encomendada pela Serasa Experian com profissionais de mercado. Serasa Experian, 1 abr. 2024. Disponível em: https://www.serasaexperian.com.br/sala-de-imprensa/rh/pacote-de-beneficios-e-fator-importante-para-aceitar-um-emprego-revela-pesquisa-encomendada-pela-serasa-experian-com-profissionais-de-mercado/. Acesso em: 18 out. 2026.
SERASA EXPERIAN. Para 9 em cada 10 empresas, benefícios são fatores-chave para a satisfação dos profissionais, aponta Serasa Experian. Serasa Experian, 5 fev. 2026. Disponível em: https://www.serasaexperian.com.br/sala-de-imprensa/rh/para-9-em-cada-10-empresas-beneficios-sao-fatores-chave-para-a-satisfacao-dos-profissionais-aponta-serasa-experian/. Acesso em: 18 out. 2026.
WORKHUMAN; GALLUP. New Workhuman and Gallup research finds recognition in the workplace could prevent 45% of voluntary turnover. Business Wire, 18 set. 2024. Disponível em: https://www.businesswire.com/news/home/20240918942631/en/New-Workhuman-and-Gallup-Research-Finds-Recognition-in-the-Workplace-Could-Prevent-45-of-Voluntary-Turnover. Acesso em: 18 out. 2026.
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Felipe Schievenin é especialista em guarda-chuva personalizado na Florença, empresa com mais de 30 anos de atuação e mais de 1 milhão de peças entregues a empresas de todo o Brasil. Atua na orientação de marcas na escolha de modelos, técnicas de personalização e prazos para brindes corporativos.