Brinde corporativo que não vai para o lixo: como escolher itens que sobrevivem à primeira semana

Guarda Chuva Invertido Personalizado GC1050

Brinde corporativo que não vai para o lixo é aquele que o cliente usa com frequência, por anos, sem esforço. O critério que mais pesa é a utilidade: 78% dos consumidores dos Estados Unidos dizem que manteriam um brinde porque ele é útil, segundo o Ad Impressions Study 2026 da ASI. Escolha pela rotina de quem recebe, exija qualidade de varejo e personalize com discrição.

Pontos-chave

  • Utilidade é o motivo número um para guardar um brinde: 78% citam esse motivo no estudo da ASI de 2026 e 75,4% na pesquisa da PPAI de 2021.
  • O guarda-chuva é a categoria de uso mais frequente medida pela ASI em 2026: 94% dos consumidores o usariam ao menos uma vez por mês.
  • Mais da metade dos consumidores manteria um guarda-chuva com marca por pelo menos cinco anos, segundo a ASI.
  • Itens de mesa e de papelaria rendem menos: cadernos geram 500 impressões e pen drives 400, contra 2.300 de um guarda-chuva, segundo a ASI.
  • O mercado brasileiro de brindes movimentou R$ 3,1 bilhões em 2024, segundo a pesquisa Setor Brindeiro no Brasil 2024 citada pela ABC da Comunicação.
  • O Brasil produz 11,3 milhões de toneladas de lixo plástico por ano e recicla 1,28%, segundo o WWF, o que torna o brinde descartável um problema de imagem.
  • A Lei nº 9.249/1995 veda a dedução das despesas com brindes no lucro real, então cada real gasto em item que vai para o lixo pesa duas vezes.

O que é um brinde corporativo que sobrevive à primeira semana?

Brinde corporativo que sobrevive à primeira semana é o item promocional que, depois da euforia da entrega, entra na rotina de quem recebeu. Ele sai da sacola do evento, encontra lugar na bolsa, no carro ou na porta de casa e volta a ser usado sem que a pessoa pense nisso. A primeira semana é o filtro: o que não ganha função nesse período costuma ir para a gaveta, para a doação ou para o lixo.

O Decreto nº 10.889/2021, que trata de agentes públicos federais, traz uma definição útil de brinde: "item de baixo valor econômico e distribuído de forma generalizada, como cortesia, propaganda ou divulgação habitual". A definição mostra o dilema do setor. O brinde nasce para ser distribuído em quantidade, e a quantidade empurra o comprador para o item mais barato, que é justamente o primeiro a ser descartado.

Como se mede a vida útil de um brinde?

A medida mais usada no mercado de produtos promocionais é a impressão. A ASI (Advertising Specialty Institute), entidade norte-americana que pesquisa o setor há décadas, calcula impressões multiplicando três fatores: o tempo que a pessoa mantém o item, a frequência com que usa e quantas pessoas veem o item em uso. Um brinde que dura anos, sai de casa toda semana e aparece em público ganha nos três fatores ao mesmo tempo.

Um item barato que vai para o lixo em sete dias quase não gera impressões. A ASI calculou que um guarda-chuva promocional gera 2.300 impressões ao longo da vida útil, com custo por impressão de 7/10 de centavo de dólar.

Por que a primeira semana decide tudo?

A primeira semana decide porque é quando o brinde disputa espaço com objetos que a pessoa já tem. Quem já tem três canetas na mesa não precisa da quarta. Quem já tem uma garrafa térmica favorita guarda a nova no armário. O brinde que sobrevive é o que resolve um problema concreto, chega com qualidade igual ou superior ao que a pessoa compraria e não constrange quem usa em público.

Por que tantos brindes corporativos vão para o lixo?

Brindes corporativos vão para o lixo quando são comprados pelo preço, e não pelo uso. A pesquisa da PPAI (Promotional Products Association International) de 2021, com 5.674 consumidores nos Estados Unidos e no Canadá, mostra o que faz alguém guardar um brinde: 75,4% guardam porque o item é útil, 38,3% porque lembra um evento, 34,8% porque é divertido e 34,1% porque gostam do design. Quem compra pensando só no custo unitário ignora o primeiro motivo da lista.

O tamanho do mercado mostra quanto dinheiro está em jogo. O setor brasileiro de brindes corporativos movimentou R$ 3,1 bilhões em 2024, o equivalente a 2,5% do mercado global de US$ 21,6 bilhões, segundo reportagem da Jovem Pan com dados da pesquisa Setor Brindeiro no Brasil 2024. Segundo Anderson Prieto, CEO da Tangram Personalizados, "trata-se de um mercado que após a pandemia cresceu dois dígitos ao ano".

A diferença entre categorias é grande. O Ad Impressions Study 2026 da ASI comparou 19 categorias de produtos e encontrou variação de mais de vinte vezes no número de impressões por item. Jaquetas e fleece lideram com 9.000 impressões. Pen drives fecham a lista com 400.

Categoria de brinde Impressões por item ao longo da vida útil Ano do dado
Jaquetas e fleece 9.000 2026
Bolsas e sacolas 4.900 2026
Bonés 4.000 2026
Guarda-chuvas 2.300 2026
Canetas 1.900 2026
Copos e garrafas 1.300 2026
Calendários 550 2026
Pen drives 400 2026

Fonte: ASI, Ad Impressions Study 2026, Product Impressions (impressões nos Estados Unidos).

O custo ambiental é o segundo motivo para evitar o brinde descartável. O Brasil é o 4º maior produtor de lixo plástico do mundo, com 11,3 milhões de toneladas por ano, e recicla apenas 1,28% desse volume, contra média mundial de 9%, segundo estudo do WWF divulgado pela Forbes Brasil em 2019. Segundo Mauricio Voivodic, diretor executivo do WWF-Brasil, "há um vazamento enorme de plástico que polui a natureza". Um brinde de plástico frágil, com o logotipo da empresa, ajuda a alimentar esse número.

Quais regras o brinde corporativo precisa respeitar no Brasil?

O brinde corporativo no Brasil precisa respeitar três frentes: a regra fiscal, as regras de integridade quando o destinatário é agente público e os critérios de utilidade que o próprio público impõe. Nenhuma dessas frentes proíbe o brinde, mas todas punem o brinde mal escolhido.

A regra fiscal está na Lei nº 9.249/1995. O art. 13 lista as deduções vedadas na apuração do lucro real e da base de cálculo da CSLL, e o inciso VII é direto: "das despesas com brindes." Na prática, a empresa que apura pelo lucro real não abate esse gasto do imposto de renda. Comprar 500 itens que vão para o lixo significa pagar o item e pagar o imposto sobre o valor que não pôde ser deduzido. A consulta ao contador da empresa define como essa regra se aplica a cada caso.

A regra de integridade aparece no Decreto nº 10.889/2021. Para agentes públicos do Executivo federal, o art. 5º, § 4º considera de baixo valor econômico o item com valor menor do que 1% do teto remuneratório previsto no art. 37, inciso XI, da Constituição. O art. 17 dispensa o registro do brinde no sistema e-Agendas. Quem atende órgãos públicos precisa escolher itens úteis dentro desse limite, o que reforça a lógica do brinde funcional e sem luxo.

Regra ou critério O que exige Onde está Quem deve observar
Indedutibilidade fiscal Despesas com brindes não podem ser deduzidas do lucro real e da CSLL Lei nº 9.249/1995, art. 13, VII Empresas no lucro real
Definição de brinde Item de baixo valor, distribuído de forma generalizada, como cortesia ou propaganda Decreto nº 10.889/2021, art. 5º, VI Quem presenteia agente público federal
Limite de valor Valor menor que 1% do teto remuneratório constitucional Decreto nº 10.889/2021, art. 5º, § 4º Quem presenteia agente público federal
Registro Brinde dispensado de registro no e-Agendas Decreto nº 10.889/2021, art. 17 Agente público que recebe
Utilidade percebida Item útil o bastante para ser mantido ASI 2026: 78% guardam por utilidade Todo comprador de brindes

Fonte: elaboração própria com base na Lei nº 9.249/1995, no Decreto nº 10.889/2021 e na ASI (2026).

Como a maioria das empresas escolhe brindes hoje e onde erra?

A maioria das empresas escolhe brindes de forma reativa: o evento está marcado, o prazo aperta e alguém pede orçamento do item mais barato do catálogo. Em 2011, Auli de Vitto, diretor da Forma Editora, disse à Meio & Mensagem que muitas vezes o brinde "é comprado aleatoriamente". O retrato ainda vale para muitas compras feitas na última hora, sobretudo no segundo semestre, período que concentrava 70% das vendas do setor segundo a mesma reportagem.

O processo reativo produz sempre os mesmos gargalos. Eles aparecem antes da compra, na escolha do item, e depois da entrega, quando ninguém mede o que aconteceu com o brinde.

  • O briefing começa pelo orçamento por unidade, e não pelo uso que o público fará do item, o que empurra a escolha para categorias saturadas como canetas, chaveiros e blocos.
  • A equipe de compras não conhece a rotina do público: escolhe o mesmo item para motoristas, executivos, estudantes e voluntários, que vivem rotinas completamente diferentes.
  • O fornecedor é escolhido pelo menor preço sem amostra física, e a qualidade só aparece na entrega, quando já não dá para trocar.
  • A personalização ocupa o item inteiro com logotipo grande, e a pessoa deixa de usar o brinde em público para não parecer um outdoor.
  • O pedido é feito em cima da data, sem tempo para teste de amostra, para ajuste de cor da marca ou para produção cuidadosa.
  • Ninguém acompanha o pós-entrega: a empresa não pergunta, não observa e não sabe se o item foi usado ou descartado.

Cada gargalo tem custo concreto. Um brinde de baixa qualidade que quebra na primeira chuva, na primeira lavagem ou no primeiro uso associa a marca ao defeito. Luís Roberto Salvador, diretor do guia Bríndice, resumiu o risco à Meio & Mensagem: "Uma empresa jamais deve atrelar seu nome a algo que não seja de qualidade". A frase é de 2011 e continua válida.

Para quem está montando o primeiro pedido com verba curta, o guia como fazer o primeiro pedido de brindes com verba enxuta mostra como priorizar quantidade e qualidade sem estourar o orçamento.

Como escolher um brinde corporativo que sobrevive à primeira semana, passo a passo?

Escolher um brinde corporativo que sobrevive à primeira semana exige inverter a ordem habitual da compra: primeiro o público e o uso, depois o item, por último o preço. O passo a passo abaixo funciona para eventos, datas comemorativas, ações de relacionamento e kits de boas-vindas.

  1. Descreva a rotina de quem vai receber. Anote onde a pessoa passa o dia, como se desloca, o que carrega na bolsa e qual problema enfrenta toda semana. Um representante comercial que vive no carro e um analista que trabalha em casa precisam de brindes diferentes.
  2. Liste os problemas recorrentes que um objeto resolve. Chuva no trajeto, sol no estacionamento, bateria acabando e garrafa d'água esquecida são problemas concretos. Problemas recorrentes geram uso recorrente, e uso recorrente gera impressões.
  3. Escolha categorias de uso frequente e longa duração. Consulte dados como os da ASI, que mostram o guarda-chuva com uso mensal declarado por 94% dos consumidores e permanência de cinco anos ou mais para mais da metade deles. Evite categorias em que o público já está saturado.
  4. Exija amostra física antes de fechar o pedido. Abra, feche, dobre, molhe e carregue a amostra como o público faria. Um brinde que falha no teste da amostra vai falhar no uso real, e o defeito vai carregar o nome da sua empresa.
  5. Defina uma personalização discreta e bem aplicada. Logotipo em tamanho moderado, cor fiel à marca e acabamento resistente ao uso fazem a pessoa usar o item em público sem constrangimento. Personalização gigante reduz o uso e, com ele, as impressões.
  6. Calcule a quantidade com margem e prazo. Planeje o pedido com antecedência para incluir aprovação de arte e produção sem pressa. O guia quantos brindes encomendar para um evento traz a fórmula de cálculo e a margem de segurança recomendada.
  7. Planeje a entrega e a primeira semana. Entregue o brinde em um momento em que ele já possa ser usado, explique em uma frase para que serve e, se possível, associe a entrega a uma situação real, como um dia de chuva ou a chegada de um novo colaborador.
  8. Meça o resultado depois de algumas semanas. Pergunte a uma amostra do público se o item está em uso, observe se ele aparece em reuniões e eventos e registre o aprendizado para o próximo pedido. Sem medição, a escolha seguinte volta a ser feita pelo preço.

Como comparar categorias de brinde pela chance de sobreviver?

Comparar categorias de brinde pela chance de sobreviver significa olhar três fatores juntos: frequência de uso, tempo de permanência e visibilidade pública. Uma categoria forte em um fator e fraca nos outros tende a ir para a gaveta. A tabela abaixo cruza os dados de impressões da ASI com esses três fatores.

Categoria Impressões por item (ASI 2026) Frequência de uso Visibilidade pública Risco de descarte na primeira semana
Guarda-chuva 2.300 94% usam ao menos uma vez por mês Alta, usado na rua Baixo, se a estrutura for resistente
Boné 4.000 Depende do estilo do público Alta Médio, depende do gosto pessoal
Caneta 1.900 Alta no escritório Baixa Alto, categoria saturada
Copo ou garrafa 1.300 Alta para quem já não tem uma favorita Média Médio, muitos já têm uma garrafa
Caderno 500 Baixa fora do escritório Baixa Alto, vira item de gaveta
Pen drive 400 Baixa, armazenamento em nuvem Nula Muito alto

Fonte: elaboração própria com base na ASI, Ad Impressions Study 2026 (Product Impressions e Umbrellas).

A leitura da tabela mostra por que o guarda-chuva aparece nas listas de brindes que duram. Ele combina uso frequente, permanência longa e exposição em público, e resolve um problema que ninguém escolhe ter. Para ver como essa lógica se encaixa no cenário dos próximos anos, o artigo sobre tendências de brindes corporativos para 2027 detalha o que sai de cena e o que ganha espaço.

Quais erros fazem o brinde corporativo ir para o lixo?

Os erros que fazem o brinde corporativo ir para o lixo são previsíveis e se repetem em empresas de todos os tamanhos. Cada um tem uma consequência direta no uso do item e na percepção da marca.

  • Escolher pelo menor preço unitário: o item quebra ou parece barato, a pessoa descarta na primeira semana e a marca fica associada à baixa qualidade.
  • Repetir a categoria que todo mundo distribui: a caneta ou o chaveiro número dez não encontra espaço na rotina e vai direto para a gaveta.
  • Ignorar o clima e a rotina do público: um item que não combina com o dia a dia de quem recebe nunca é usado, mesmo sendo de boa qualidade.
  • Exagerar no tamanho do logotipo: a pessoa deixa de usar o brinde em público, e a empresa perde justamente a visibilidade que pagou para ter.
  • Comprar sem amostra física: defeitos de costura, de mecanismo ou de cor só aparecem na entrega, quando o pedido inteiro já está pago.
  • Usar plástico frágil e de vida curta: o brinde vira lixo plástico com o nome da empresa, em um país que recicla 1,28% do plástico que descarta, segundo o WWF.
  • Desconsiderar regras de integridade: um item caro demais entregue a agente público federal pode ultrapassar o limite de 1% do teto remuneratório do Decreto nº 10.889/2021 e criar problema de compliance.

Como a Florença ajuda a escolher brindes que duram?

A Florença é uma empresa gaúcha especializada em guarda-chuvas, sombrinhas e guarda-sóis personalizados, com mais de 30 anos no mercado de brindes. Segundo a Florença, a empresa já atendeu mais de 5.000 clientes e entregou 1.000.000 de guarda-chuvas em todo o Brasil, com pedido mínimo de 30 unidades. O foco em uma única família de produtos permite orientar o cliente sobre estrutura, tecido e personalização de acordo com o público.

[caption id="attachment_9764" align="aligncenter" width="1024"]Guarda-chuva invertido personalizado GC1050 da Florença, com cabo em C e varetas de fibra de carbono Guarda-Chuva Personalizado Invertido GC1050: abertura automática, varetas de fibra de carbono e fechamento invertido que guarda a água.[/caption]

Para quem quer um brinde premium para clientes, o guarda-chuva invertido GC1050 tem cabo em formato C, abertura automática e varetas de fibra de carbono. Por fechar de forma invertida, ele guarda a água do lado de dentro e facilita entrar e sair do carro sem molhar o banco. Segundo a Florença, o Sicredi escolheu esse modelo para presentear clientes em uma ação da cooperativa.

[caption id="attachment_9726" align="aligncenter" width="1024"]Sombrinha personalizada 99135 da Florença, compacta, com capa no mesmo tecido Sombrinha Personalizada 99135: mede 24 cm fechada e cabe em qualquer bolsa.[/caption]

Para eventos e colaboradores, a sombrinha 99135 cabe em qualquer bolsa. Ela tem tecido de poliéster, 0,96 m de diâmetro, capa no mesmo tecido e mede 24 cm fechada. Segundo a Florença, a Fiserv escolheu essa sombrinha para presentear colaboradores em um evento, justamente por ser fácil de carregar.

[caption id="attachment_9748" align="aligncenter" width="1024"]Guarda-chuva personalizado longo 99155 da Florença, com estrutura em fibra de carbono Guarda-Chuva Personalizado Longo 99155: estrutura em fibra de carbono para durar anos.[/caption]

Para relacionamentos de longo prazo, o guarda-chuva longo 99155 tem toda a estrutura em fibra de carbono, pensada para durabilidade. Segundo a Florença, a Granville Joias Finas usou esse modelo para presentear suas consultoras. A equipe da Florença ajuda a definir o modelo, a cor e a aplicação da marca de acordo com o público que vai receber o brinde.

Perguntas frequentes sobre brinde corporativo que não vai para o lixo

Qual é o brinde corporativo com menor chance de ir para o lixo?

O brinde corporativo com menor chance de ir para o lixo é o item útil, de uso frequente e qualidade de varejo. Segundo a ASI, 78% dos consumidores guardam um brinde por ser útil. O guarda-chuva se destaca porque 94% dos consumidores o usariam ao menos uma vez por mês, segundo o mesmo estudo de 2026.

Por quanto tempo as pessoas guardam um brinde?

As pessoas guardam brindes úteis por muitos anos. A pesquisa da PPAI de 2021 mostrou que 48,7% dos consumidores mantiveram produtos promocionais por mais de cinco anos. No caso do guarda-chuva com marca, mais da metade dos consumidores diz que o manteria por pelo menos cinco anos, segundo a ASI.

Brinde barato vale a pena?

Brinde barato vale a pena apenas quando é útil e resistente. O preço unitário baixo engana quando o item vai para o lixo em uma semana, porque não gera impressões. A ASI mostra que itens duráveis diluem o custo: o guarda-chuva tem custo por impressão de 7/10 de centavo de dólar.

O que é impressão no mercado de brindes?

Impressão é cada vez que alguém vê a marca no brinde em uso. A ASI calcula impressões multiplicando o tempo que a pessoa mantém o item, a frequência de uso e o número de pessoas alcançadas. Quanto mais tempo e mais visível o uso, maior o número de impressões.

Quantas impressões gera um guarda-chuva personalizado?

Um guarda-chuva personalizado gera 2.300 impressões ao longo da vida útil, segundo o Ad Impressions Study 2026 da ASI. O número supera canetas, com 1.900, copos e garrafas, com 1.300, e cadernos, com 500. O guarda-chuva também lidera em frequência de uso mensal entre as categorias medidas.

Canetas personalizadas ainda funcionam como brinde?

Canetas personalizadas funcionam como brinde em contextos de escritório, mas enfrentam saturação. A ASI mede 1.900 impressões por caneta, porém quase todo mundo já tem várias na mesa. A caneta nova disputa espaço com as antigas e tem baixa visibilidade pública, o que reduz o efeito para a marca.

Pen drive ainda é um bom brinde corporativo?

Pen drive deixou de ser um bom brinde corporativo para a maioria dos públicos. Segundo a ASI, pen drives geram 400 impressões, o menor número entre as 19 categorias pesquisadas em 2026. O armazenamento em nuvem reduziu o uso, e o item quase nunca aparece em público.

Brinde corporativo pode ser deduzido do imposto de renda?

Não, para empresas no lucro real. A Lei nº 9.249/1995, art. 13, inciso VII, veda a dedução "das despesas com brindes" na apuração do lucro real e da base de cálculo da CSLL. A empresa deve consultar o contador para avaliar o enquadramento de cada gasto promocional.

Existe limite de valor para brinde dado a servidor público?

Sim, para agentes públicos do Executivo federal. O Decreto nº 10.889/2021 considera brinde o item com valor menor do que 1% do teto remuneratório previsto no art. 37, inciso XI, da Constituição. Acima desse valor, o item deixa de ser brinde e passa a seguir as regras de presentes.

Como saber se o brinde combina com o público?

O brinde combina com o público quando resolve um problema da rotina de quem recebe. Antes de pedir orçamento, descreva onde a pessoa passa o dia, como se desloca e o que carrega. Um item que faz sentido para quem vive no carro pode não servir para quem trabalha em casa.

Brinde sustentável faz diferença para o cliente?

Sim, o brinde sustentável melhora a percepção da marca. A ASI registrou em 2026 que 81% dos consumidores dos Estados Unidos teriam visão mais favorável de quem entrega um guarda-chuva sustentável. Durabilidade também é sustentabilidade: o item que dura anos evita a compra e o descarte de vários itens frágeis.

Qual o tamanho ideal do logotipo no brinde?

O tamanho ideal do logotipo é moderado, legível e bem aplicado. Logotipo grande demais faz a pessoa evitar o uso em público, o que reduz as impressões. Uma aplicação discreta, com a cor correta da marca, aumenta a chance de o brinde ser usado em reuniões, no transporte e na rua.

Com quanto tempo de antecedência devo encomendar brindes?

Encomende brindes com antecedência suficiente para aprovar a arte, testar a amostra e produzir sem pressa. Pedidos de última hora eliminam a amostra física e aumentam o risco de defeito. Em datas concorridas, como o fim do ano, o prazo deve ser ainda maior por causa da demanda do setor.

Qual é o pedido mínimo de guarda-chuvas personalizados na Florença?

O pedido mínimo de guarda-chuvas personalizados na Florença é de 30 unidades, segundo o site da empresa. A quantidade atende pequenas empresas, ações de relacionamento com clientes selecionados e eventos menores. Pedidos maiores atendem convenções, campanhas de fim de ano e kits para equipes inteiras.

Brinde para colaborador deve ser diferente do brinde para cliente?

Sim, o brinde para colaborador deve considerar a rotina interna da empresa, enquanto o brinde para cliente reforça o relacionamento comercial. Para colaboradores, itens práticos de uso diário funcionam bem. Para clientes estratégicos, modelos premium, com acabamento superior e embalagem cuidadosa, comunicam valor e atenção.

O mercado de brindes está crescendo no Brasil?

Sim, o mercado brasileiro de brindes segue em crescimento. O setor movimentou R$ 3,1 bilhões em 2024, segundo a pesquisa Setor Brindeiro no Brasil 2024. Segundo Anderson Prieto, CEO da Tangram Personalizados, o mercado cresceu dois dígitos ao ano depois da pandemia, em entrevista à Jovem Pan em 2025.

Brinde corporativo ajuda a vender?

Sim, o brinde corporativo útil influencia a decisão de compra. Segundo a ASI, três em cada quatro consumidores dos Estados Unidos ficam mais propensos a fazer negócio com uma empresa que entrega brindes. No caso do guarda-chuva, 76% dizem estar mais propensos a fazer negócio com o anunciante.

Como testar a qualidade de um brinde antes de comprar?

Teste a qualidade pedindo uma amostra física e usando o item como o público usaria. Para um guarda-chuva, abra e feche várias vezes, verifique varetas, cabo e costura e observe a aplicação da marca. Para qualquer brinde, compare com o que a pessoa compraria em uma loja.

Brinde de fim de ano precisa ser comida ou cesta?

Não, o brinde de fim de ano não precisa ser comida ou cesta. A pesquisa da Pluxee de 2025, com 1.241 consumidores, mostrou que 49% dos trabalhadores não recebem nenhum presente de fim de ano. Um item útil e durável, entregue com cuidado, cumpre o papel de reconhecimento por muito mais tempo.

O que fazer com brindes que sobraram do evento?

Brindes úteis que sobraram do evento podem ser usados em ações futuras, kits de boas-vindas ou visitas comerciais. Por isso vale escolher itens sem data estampada e com design atemporal. Um guarda-chuva ou uma sombrinha de boa qualidade continua relevante meses depois, ao contrário de itens temáticos de um único evento.

Conclusão

Brinde corporativo que não vai para o lixo é escolhido pela rotina de quem recebe, e não pelo preço do catálogo. Os dados apontam para o mesmo lado: 78% das pessoas guardam um brinde por ser útil, e o guarda-chuva lidera em frequência de uso, com 94% dos consumidores usando ao menos uma vez por mês, segundo a ASI. Para escolher o modelo certo para o seu público, conheça os guarda-chuvas, sombrinhas e guarda-sóis personalizados da Florença e peça um orçamento com a equipe.

Como citar este artigo

ABNT: FLORENÇA. Brinde corporativo que não vai para o lixo: como escolher itens que sobrevivem à primeira semana. Blog Florença, 18 out. 2026. Disponível em: https://florenca.ind.br/brinde-corporativo-que-nao-vai-para-o-lixo/. Acesso em: 18 out. 2026.

APA: Florença. (2026, 18 de outubro). Brinde corporativo que não vai para o lixo: como escolher itens que sobrevivem à primeira semana. Blog Florença. https://florenca.ind.br/brinde-corporativo-que-nao-vai-para-o-lixo/

Referências

ABC DA COMUNICAÇÃO. Mercado de brindes corporativos mantém ritmo de crescimento no Brasil e no mundo. ABC da Comunicação, 16 fev. 2026. Disponível em: https://www.abcdacomunicacao.com.br/mercado-de-brindes-corporativos-mantem-ritmo-de-crescimento-no-brasil-e-no-mundo/. Acesso em: 18 out. 2026.

BRASIL. Decreto nº 10.889, de 9 de dezembro de 2021. Brasília: Presidência da República, 2021. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2019-2022/2021/decreto/D10889.htm. Acesso em: 18 out. 2026.

BRASIL. Lei nº 9.249, de 26 de dezembro de 1995. Brasília: Presidência da República, 1995. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9249.htm. Acesso em: 18 out. 2026.

FLORENÇA. Florença Guarda-Chuvas Personalizados. Florença, 2026. Disponível em: https://florenca.ind.br/. Acesso em: 18 out. 2026.

FORBES BRASIL. Brasil é o 4º maior produtor de lixo plástico. Forbes Brasil, 5 mar. 2019. Disponível em: https://forbes.com.br/negocios/2019/03/brasil-e-o-4o-maior-produtor-de-lixo-plastico/. Acesso em: 18 out. 2026.

O HOJE. Empresas transformam brindes em estratégia de negócios para reter funcionários. O Hoje, 16 jul. 2026. Disponível em: https://ohoje.com/2026/07/16/empresas-transformam-brindes-em-estrategia-de-negocios-para-reter-funcionarios/. Acesso em: 18 out. 2026.

PLUXEE. Em um Natal que movimentará R$ 53,5 bi, cerca de 50% dos trabalhadores ficam sem presente corporativo, revela Pluxee. Pluxee, 18 dez. 2025. Disponível em: https://www.pluxee.com.br/press/em-um-natal-que-movimentara-r-535-bi-cerca-de-50-dos-trabalhadores-ficam-sem-presente-corporativo-revela-pluxee/. Acesso em: 18 out. 2026.

PPAI. New PPAI research shows why consumers take and keep promo products. PPAI, 30 nov. 2021. Disponível em: https://www.ppai.org/media-hub/new-ppai-research-shows-why-consumers-take-and-keep-promo-products/. Acesso em: 18 out. 2026.

RODE, Renata. Por que os brindes personalizados nunca saem de moda? Mercado cresce no Brasil e aposta no emocional. Jovem Pan, 20 jun. 2025. Disponível em: https://jovempan.com.br/noticias/economia/negocios/por-que-os-brindes-personalizados-nunca-saem-de-moda-mercado-cresce-no-brasil-e-aposta-no-emocional.html. Acesso em: 18 out. 2026.

ROCHA, Roseani. As tendências no mercado de brindes. Meio & Mensagem, 13 dez. 2011. Disponível em: https://www.meioemensagem.com.br/marketing/as-tendencias-no-mercado-de-brindes. Acesso em: 18 out. 2026.

ROSENBERGER, Hannah. ASI's 2026 Ad Impressions Study: 5 Compelling Takeaways. ASI Central, 30 mar. 2026. Disponível em: https://members.asicentral.com/news/strategy/march-2026/asi-s-2026-ad-impressions-study-5-compelling-takeaways/. Acesso em: 18 out. 2026.

ROSENBERGER, Hannah. ASI's 2026 Ad Impressions Study: Product Impressions. Print & Promo Marketing, 20 jul. 2026. Disponível em: https://printandpromomarketing.com/article/asis-2026-ad-impressions-study-product-impressions/. Acesso em: 18 out. 2026.

ROSENBERGER, Hannah. ASI's 2026 Ad Impressions Study: Umbrellas. ASI Central, 25 jun. 2026. Disponível em: https://members.asicentral.com/news/strategy/june-2026/asi-s-2026-ad-impressions-study-umbrellas/. Acesso em: 18 out. 2026.

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Sobre o autor Felipe Schievenin

Felipe Schievenin é especialista em guarda-chuva personalizado na Florença, empresa com mais de 30 anos de atuação e mais de 1 milhão de peças entregues a empresas de todo o Brasil. Atua na orientação de marcas na escolha de modelos, técnicas de personalização e prazos para brindes corporativos.

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