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Brindes para redes de franquias: como a compra coletiva reduz o preço por unidade
Redes de franquias pagam menos por brindes quando as unidades compram juntas o mesmo produto. Na compra coletiva da Florença, cada franquia faz o seu pedido individual, mas o preço unitário é o do volume total da rede: quem pede 30 guarda-chuvas paga o valor por peça de um pedido de 1.000. A Florença também resolve a logística de entrega para cada unidade.
Pontos-chave
- O franchising brasileiro faturou R$ 301,7 bilhões em 2025, com 3.297 redes e 202.444 operações, segundo a Associação Brasileira de Franchising (ABF).
- Na compra coletiva da Florença, cada franquia faz um pedido individual e paga o preço unitário correspondente à soma de todos os pedidos da rede.
- O pedido mínimo da Florença é de 30 unidades, segundo a empresa, o que permite a entrada de franquias pequenas no projeto.
- A Lei nº 13.966/2019 obriga a franqueadora a informar na Circular de Oferta de Franquia a relação completa de fornecedores indicados e aprovados (art. 2º, inciso XII).
- Mais da metade dos consumidores manteria um guarda-chuva de marca por pelo menos cinco anos, segundo o 2026 Ad Impressions Study da ASI.
- Três em cada quatro consumidores ficam mais propensos a fazer negócio com a empresa que entrega um brinde, segundo o mesmo estudo da ASI de 2026.
- Para iniciar, a rede entra em contato com o setor comercial da Florença e informa que quer fazer uma compra coletiva.
O que é a compra coletiva de brindes para redes de franquias?
Compra coletiva de brindes para redes de franquias é o modelo em que várias unidades da mesma marca encomendam o mesmo produto personalizado, na mesma janela de tempo, e o fornecedor calcula o preço por peça com base na soma de todos os pedidos. Cada franquia continua responsável pelo próprio pedido. O que muda é a faixa de preço aplicada.
O preço de um brinde personalizado cai conforme a quantidade sobe, porque a preparação da arte, o ajuste da cor e a montagem da máquina são custos que se diluem em mais peças. Uma franquia isolada que compra 30 guarda-chuvas paga o valor unitário da faixa de 30 unidades. A mesma franquia, dentro de uma compra coletiva que soma 1.000 guarda-chuvas, paga o valor unitário da faixa de 1.000 unidades.
Na Florença, a condição para a compra coletiva é simples: o produto precisa ser o mesmo para todas as franquias participantes. Mesmo modelo, mesma cor e mesma personalização formam um único lote de produção, e é esse lote único que justifica o preço de volume. A entrega, por outro lado, é separada: cada unidade recebe a sua quantidade no seu endereço.
O exemplo numérico mostra o efeito. Uma rede com 34 franquias em que cada unidade pede 30 guarda-chuvas soma 1.020 peças (34 x 30 = 1.020). Nenhuma das 34 unidades teria acesso sozinha ao preço de 1.000 peças. Juntas, todas têm.
Qual é a diferença entre compra coletiva e compra centralizada pela franqueadora?
Na compra centralizada, a franqueadora faz um único pedido grande, paga, recebe a carga em um endereço e depois redistribui os brindes para as unidades. Na compra coletiva, cada franquia faz o seu próprio pedido e recebe direto do fabricante. A franqueadora não precisa adiantar o valor total nem montar uma operação de estoque e redistribuição.
As duas formas buscam o mesmo ganho de escala. Fabiana Estrela, diretora de capacitação da ABF, afirmou ao Portal do Franchising que, "quando esta contratação é centralizada, pode haver ganhos de escala e qualidade". A compra coletiva entrega esse ganho de escala sem tirar da franquia a decisão de quanto comprar.
Por que brindes importam para uma rede de franquias?
Brindes importam para uma rede de franquias porque cada unidade precisa ativar a marca no próprio bairro, e o brinde é a mídia que o cliente leva para casa. O franchising brasileiro tem escala para comprar bem: segundo a ABF, o setor encerrou 2025 com faturamento de R$ 301,7 bilhões, alta nominal de 10,5%, 3.297 redes e 202.444 operações em funcionamento.
A ABF projeta para 2026 crescimento de 8% a 10% no faturamento e de 1% a 3% no número de unidades. Tom Moreira Leite, presidente da ABF, resumiu o momento em declaração publicada pelo Propmark: "O franchising está mais preparado para um cenário que exige inovação, escala e colaboração". Compra coletiva é exatamente escala e colaboração aplicadas a um item do orçamento de marketing.
O retorno do brinde é medido há anos pelo Advertising Specialty Institute (ASI), entidade norte-americana do setor de produtos promocionais. Segundo Theresa Hegel, editora executiva da ASI, em artigo de abril de 2026 sobre o 2026 Ad Impressions Study, quase 80% dos consumidores dos Estados Unidos que recebem um brinde melhoram a visão sobre o anunciante, e três em cada quatro ficam mais propensos a fazer negócio com a empresa.
O guarda-chuva tem um papel específico nesse conjunto. De acordo com a análise do 2026 Ad Impressions Study publicada pela ASI em junho de 2026, mais da metade dos consumidores manteria um guarda-chuva de marca por pelo menos cinco anos, e 94% usariam o item ao menos uma vez por mês quando o clima pedisse. A edição de 2019 do estudo global da ASI registrou 1.100 impressões ao longo da vida útil de um guarda-chuva promocional. A Florença detalha essa conta no guia sobre quando o guarda-chuva personalizado vale a pena como brinde.
| Indicador | Número | Fonte e ano |
|---|---|---|
| Faturamento do franchising brasileiro | R$ 301,7 bilhões | ABF, 2025 |
| Redes de franquias em operação | 3.297 | ABF, 2025 |
| Operações de franquia em funcionamento | 202.444 | ABF, 2025 |
| Empregos diretos no franchising | 1,762 milhão | ABF, 2025 |
| Consumidores mais propensos a fazer negócio após receber brinde | 3 em cada 4 | ASI, 2026 |
| Consumidores que usariam o guarda-chuva de marca ao menos uma vez por mês | 94% | ASI, 2026 |
| Impressões de um guarda-chuva promocional na vida útil | 1.100 | ASI, 2019 |
Fonte: ABF (dados de 2025, divulgados por Propmark e Mercado&Consumo em 2026) e ASI (Ad Impressions Study, edições de 2019 e 2026).
O que a Lei de Franquias diz sobre fornecedores, taxa de publicidade e compras da rede?
A Lei nº 13.966, de 26 de dezembro de 2019, conhecida como Lei de Franquias, não proíbe nem regula a compra coletiva de brindes. A Lei de Franquias define, porém, o que a franqueadora precisa informar na Circular de Oferta de Franquia (COF) sobre fornecedores e sobre a taxa de publicidade, e essas duas regras determinam quem decide a compra de brindes em cada rede.
COF (Circular de Oferta de Franquia) é o documento que a franqueadora entrega ao candidato a franqueado com as informações obrigatórias do negócio. Segundo o art. 2º, § 1º, da Lei nº 13.966/2019, a COF deve ser entregue "no mínimo, 10 (dez) dias antes da assinatura do contrato ou pré-contrato de franquia".
O ponto central para brindes está no art. 2º, inciso XII. O inciso exige "informações claras e detalhadas quanto à obrigação do franqueado de adquirir quaisquer bens, serviços ou insumos" apenas de fornecedores "indicados e aprovados pelo franqueador, incluindo relação completa desses fornecedores". Se a rede trata material promocional como item de fornecedor homologado, a franquia precisa comprar o brinde de quem está na lista.
Por isso a compra coletiva funciona melhor quando nasce na franqueadora. Alesandra Regina de Almeida, consultora do Sebrae/PR, defende em artigo de 2021 que "homologar parceiros deve ser papel da franqueadora e não do franqueado". A franqueadora aprova o fornecedor, o modelo e a arte uma única vez, e as unidades aderem.
A taxa de publicidade é a segunda regra relevante. O art. 2º, inciso IX, alínea c, manda a COF informar a "taxa de publicidade ou semelhante". Daniel Cerveira, sócio do escritório Cerveira, Bloch, Goettems, Hansen & Longo Advogados Associados, explica em artigo de janeiro de 2025 no Central do Varejo que os contratos também costumam exigir que o franqueado destine parte do faturamento a ações locais, além da contribuição ao fundo. O brinde para o cliente da loja entra nesse orçamento local, e é nele que a compra coletiva gera economia.
| Dispositivo da Lei nº 13.966/2019 | O que exige | Efeito na compra de brindes |
|---|---|---|
| Art. 2º, inciso IX, alínea c | COF informa a taxa de publicidade ou semelhante | Define o que o fundo da rede custeia e o que fica para a verba local |
| Art. 2º, inciso XII | COF traz a relação completa de fornecedores indicados e aprovados | A franquia confere se o fornecedor de brindes precisa de homologação |
| Art. 2º, inciso XX | COF detalha a gestão e a fiscalização dos recursos de fundos existentes | Compra paga pelo fundo exige prestação de contas à rede |
| Art. 2º, § 1º | COF entregue no mínimo 10 dias antes do contrato | O franqueado conhece as regras de compra antes de assinar |
Fonte: Lei nº 13.966, de 26 de dezembro de 2019 (Planalto).
Como as franquias compram brindes hoje e onde o processo falha?
Hoje, a compra de brindes em redes de franquias acontece unidade por unidade. Cada franqueado pesquisa um fornecedor da própria cidade, pede orçamento para uma quantidade pequena, envia o logotipo que tem no computador e aprova a arte sozinho. O resultado é uma rede em que cada loja entrega um brinde diferente e todas pagam o preço mais alto da tabela.
Alesandra Regina de Almeida, do Sebrae/PR, descreve que fornecedores são escolhidos com base em preço, prazo de pagamento e entrega. A franquia isolada perde nos três critérios, porque negocia com o menor volume possível. Os gargalos do processo individual são conhecidos:
- A franquia que compra sozinha paga o preço unitário da menor faixa de quantidade, mesmo pertencendo a uma rede com dezenas ou centenas de unidades.
- A identidade visual se fragmenta, porque cada fornecedor local interpreta a cor e o logotipo da marca de um jeito, e o cliente percebe a diferença entre lojas.
- A franqueadora perde o controle sobre a qualidade do brinde, que passa a variar de estrutura, tecido e acabamento conforme a cidade.
- O franqueado gasta horas com cotação, arte e acompanhamento de entrega, tempo retirado da operação da loja.
- A rede não tem um calendário comum, e as campanhas nacionais chegam ao ponto de venda com brindes em algumas unidades e sem brindes em outras.
- A compra fora da lista de fornecedores aprovados expõe a unidade a descumprimento contratual, risco apontado pela advogada Julia Quiroga Cotarelli em artigo de outubro de 2025 no Central do Varejo.
A alternativa tradicional, a compra centralizada pela franqueadora, resolve preço e padrão, mas cria outros problemas. A franqueadora precisa adiantar o valor de todo o lote, estimar a demanda de cada unidade, receber a carga, armazenar, separar e despachar para cada endereço. Redes sem equipe de logística desistem do brinde por causa desse trabalho.
Como organizar uma compra coletiva de brindes passo a passo?
A compra coletiva de brindes para redes de franquias segue sete passos, da definição do produto à entrega em cada unidade. O setor comercial da Florença conduz o projeto junto com a pessoa indicada pela rede.
- Defina quem coordena a compra coletiva na rede. O coordenador costuma ser o marketing da franqueadora, o conselho de franqueados ou um grupo de franqueados de uma região. Essa pessoa centraliza a comunicação com o fornecedor e com as unidades.
- Escolha um único produto para todas as franquias. Selecione o modelo, a cor do tecido e o tipo de cabo que representam a marca. O preço de volume depende de o produto ser o mesmo em todos os pedidos.
- Aprove uma única arte. Envie o logotipo em vetor (AI, EPS, PDF ou SVG) e os códigos de cor da marca. A franqueadora valida a amostra virtual uma vez, e a aprovação vale para toda a rede.
- Entre em contato com o setor comercial da Florença e diga que quer fazer uma compra coletiva. O setor comercial explica as regras, monta a tabela de preço por volume total e organiza todo o projeto.
- Abra a adesão para as unidades com prazo de fechamento. Informe o produto, a faixa de preço prevista para o volume estimado e a data limite. Cada franquia define a própria quantidade, respeitando o pedido mínimo informado pelo setor comercial.
- Consolide os pedidos e confirme o preço final. A soma das quantidades de todas as unidades determina o preço unitário. Cada franquia faz o seu pedido individual, com os dados e o endereço de entrega da própria unidade.
- Acompanhe a produção e a entrega. O lote é personalizado de uma vez e despachado para cada unidade. A Florença cuida da logística de entrega, e a franquia só recebe a caixa.
O prazo começa a contar com a aprovação do layout, segundo a Florença, e varia conforme modelo, quantidade, personalização, época do ano e destino. O artigo sobre prazos de produção e entrega de guarda-chuvas personalizados explica as cinco etapas do pedido e mostra que o período de outubro a dezembro concentra demanda.
Como escolher entre compra individual, compra coletiva e compra centralizada?
A escolha entre compra individual, compra coletiva e compra centralizada depende de três perguntas: quem paga, quem recebe e quem decide a quantidade. A compra coletiva é a única das três em que a franquia paga o preço do volume da rede sem que a franqueadora adiante o valor do lote nem opere a redistribuição.
Julio Bertolucci, diretor de Franquias da Água Doce Sabores do Brasil, descreveu ao Portal do Franchising o efeito da negociação em rede: "temos escala no fornecimento e, com isso, as condições comerciais são melhores". A tabela compara como cada modelo entrega essa escala.
| Critério | Compra individual | Compra coletiva | Compra centralizada pela franqueadora |
|---|---|---|---|
| Quem faz o pedido | Cada franquia, isolada | Cada franquia, dentro do projeto da rede | A franqueadora, em pedido único |
| Preço unitário aplicado | Faixa da quantidade da unidade (exemplo: 30 peças) | Faixa da soma da rede (exemplo: 1.000 peças) | Faixa do lote total |
| Quem desembolsa | A franquia | A franquia, pelo que pediu | A franqueadora, pelo lote inteiro |
| Padrão do brinde | Varia entre unidades | Único, aprovado uma vez | Único, aprovado uma vez |
| Logística até a loja | Fornecedor local | Fabricante entrega em cada unidade | Franqueadora recebe e redistribui |
| Risco de sobra de estoque | Baixo | Baixo, cada unidade pede o que usa | Alto, depende da estimativa central |
Fonte: elaboração própria com base no modelo de compra coletiva da Florença e em Portal do Franchising (2020).
A compra individual só faz sentido para uma ação exclusiva de uma unidade, como uma inauguração com arte própria. A compra centralizada serve a redes que já têm fundo, estoque e distribuição próprios. Para as demais redes, a compra coletiva combina o preço da centralizada com a autonomia da individual.
Quais erros encarecem ou travam a compra coletiva de brindes?
Os erros que encarecem ou travam a compra coletiva de brindes estão quase todos na coordenação da rede, e não na produção. Seis erros se repetem:
- Permitir variações de produto entre unidades: quando cada franquia pede uma cor ou um modelo diferente, o lote deixa de ser único e o preço de volume não se aplica.
- Abrir a adesão sem data de fechamento: sem prazo, os pedidos chegam espalhados, a soma nunca se consolida e as primeiras unidades esperam pelas últimas.
- Ignorar a lista de fornecedores da COF: a franquia que compra de fornecedor não aprovado descumpre o contrato, e a consequência chega à rescisão, como alerta Julia Quiroga Cotarelli.
- Enviar logotipo em baixa resolução: arquivo que não é vetor atrasa a aprovação da arte, e o prazo de produção só começa depois dela.
- Deixar o projeto para a alta temporada: outono, inverno e o período de outubro a dezembro concentram a demanda por guarda-chuvas, segundo a Florença, e alongam o prazo.
- Escolher o brinde só pelo menor preço: brinde frágil não dura, e a marca perde os anos de exposição que um guarda-chuva bem construído entrega.
O contraponto ao último erro está nos dados da ASI. Segundo Theresa Hegel, mais de dois terços dos consumidores dos Estados Unidos guardam um brinde porque o item é útil, e essa proporção é ainda maior para guarda-chuvas. A compra coletiva resolve o dilema entre preço e qualidade: a rede compra um produto melhor pelo valor que pagaria por um produto inferior em pequena quantidade.
Como a Florença organiza a compra coletiva para redes de franquias?
A Florença é fabricante gaúcha de guarda-chuvas, sombrinhas e guarda-sóis personalizados, com mais de 30 anos de atuação, mais de 5.000 clientes atendidos e 1.000.000 de guarda-chuvas entregues, segundo a empresa. O estoque fica no Brasil e a personalização é feita internamente em Guaporé, no Rio Grande do Sul.
Na compra coletiva da Florença, o setor comercial recebe o contato da rede, explica o funcionamento e organiza todo o projeto. Cada franquia faz a sua compra individual, o produto é o mesmo para todas, e o valor unitário cobrado é o do pedido total somado. A Florença resolve a logística de entrega em cada unidade, sem a franquia se preocupar com transporte.
A padronização é garantida pelo processo de produção. Segundo a Florença, 100% das unidades passam por conferência em quatro pontos antes da personalização, e a tinta é formulada para o código Pantone da marca. O texto como a Florença produz e personaliza guarda-chuvas internamente mostra cada etapa. Como o pedido mínimo é de 30 unidades, franquias de qualquer porte participam.
Perguntas frequentes sobre brindes para redes de franquias e compra coletiva
O que é compra coletiva de brindes?
Compra coletiva de brindes é a encomenda do mesmo produto personalizado por várias unidades de uma rede, com preço unitário calculado sobre a soma de todos os pedidos. Cada franquia faz o próprio pedido e paga o valor por peça do volume total da rede.
Quanto uma franquia economiza na compra coletiva?
A economia da compra coletiva equivale à diferença entre a faixa de preço da quantidade da unidade e a faixa de preço do volume total da rede. Uma franquia que pede 30 peças paga o valor unitário de 1.000 peças quando a rede soma esse volume. O setor comercial da Florença informa os valores.
Cada franquia precisa comprar a mesma quantidade?
Não. Na compra coletiva, cada franquia define a própria quantidade conforme o movimento da loja e a verba local. O que precisa ser igual é o produto: mesmo modelo, mesma cor e mesma personalização. A soma das quantidades determina o preço unitário de todos.
Qual é o pedido mínimo da Florença?
O pedido mínimo da Florença é de 30 unidades, segundo a empresa. Na compra coletiva, o setor comercial da Florença confirma a quantidade mínima por franquia ao organizar o projeto da rede, de acordo com o modelo de guarda-chuva e a personalização escolhidos.
Quem pode iniciar a compra coletiva: a franqueadora ou o franqueado?
Os dois. A franqueadora, o conselho de franqueados ou um grupo de franqueados entra em contato com o setor comercial da Florença. Quando a iniciativa parte de franqueados, a recomendação é validar o produto e a arte com a franqueadora antes de abrir a adesão.
A franqueadora precisa pagar o lote inteiro?
Não. Na compra coletiva, cada franquia faz a sua compra individual e paga pelo que pediu. A franqueadora não adianta o valor do lote e não precisa cobrar as unidades depois. Esse é o ponto que diferencia a compra coletiva da compra centralizada.
Como funciona a entrega para cada unidade?
A Florença resolve a logística de entrega da compra coletiva. O lote é personalizado de uma vez e despachado para o endereço de cada franquia participante. Segundo a Florença, a entrega é feita para todo o Brasil a partir de Guaporé, no Rio Grande do Sul, com nota fiscal e rastreio.
As franquias podem ter artes diferentes na compra coletiva?
Não no mesmo lote. O preço de volume da compra coletiva existe porque o produto é o mesmo para todas as franquias. Artes diferentes formam lotes diferentes, e cada lote tem a própria faixa de preço. Dúvidas sobre variações são resolvidas com o setor comercial da Florença.
A Lei de Franquias permite a compra coletiva?
Sim. A Lei nº 13.966/2019 não proíbe a compra coletiva. A Lei de Franquias exige que a Circular de Oferta de Franquia informe a relação completa de fornecedores indicados e aprovados (art. 2º, inciso XII), então a franquia confere o contrato antes de comprar.
O fundo de propaganda da rede pode pagar os brindes?
Depende do contrato de cada rede. Segundo o advogado Daniel Cerveira, a lei é omissa sobre quais despesas o fundo custeia, e a franqueadora presta contas aos franqueados. Na compra coletiva, o mais comum é cada franquia usar a própria verba de ações locais.
Quanto representa a taxa de publicidade em uma franquia?
Segundo Daniel Cerveira, sócio do Cerveira, Bloch, Goettems, Hansen & Longo Advogados Associados, a taxa de publicidade costuma representar 50% ou menos dos royalties. O exemplo citado pelo advogado é o de royalties de 5% do faturamento bruto com taxa de publicidade de 2,5% ou 1,5%.
Por que o guarda-chuva funciona como brinde de franquia?
O guarda-chuva funciona como brinde de franquia porque é útil e dura. Segundo o 2026 Ad Impressions Study da ASI, mais da metade dos consumidores manteria um guarda-chuva de marca por pelo menos cinco anos, e 94% usariam o item ao menos uma vez por mês.
Quantas impressões de marca um guarda-chuva gera?
Um guarda-chuva promocional gera 1.100 impressões ao longo da vida útil, segundo a edição de 2019 do Global Advertising Specialties Impressions Study da ASI. O mesmo estudo registrou 14 meses de uso em média e apontou que 45% dos consumidores possuem um guarda-chuva promocional.
Quanto tempo leva uma compra coletiva de guarda-chuvas?
O prazo da compra coletiva depende de modelo, quantidade, personalização, época do ano e destino, e é confirmado no orçamento, segundo a Florença. O prazo de produção começa com a aprovação do layout. A etapa mais longa do projeto é a adesão das unidades.
Qual é a melhor época para a rede fazer a compra coletiva?
A melhor época para a compra coletiva é fora da alta temporada. Segundo a Florença, outono, inverno e o período de outubro a dezembro concentram a demanda e alongam o prazo. Redes que planejam brindes de fim de ano fecham a adesão com antecedência.
Quantas franquias são necessárias para valer a pena?
Não existe número fixo. O ganho da compra coletiva vem do volume somado, e não da quantidade de lojas. Uma rede com 34 franquias que pedem 30 peças cada soma 1.020 guarda-chuvas. O setor comercial da Florença simula as faixas de preço para o tamanho da rede.
A compra coletiva serve para franquias de cidades diferentes?
Sim. A compra coletiva foi desenhada para redes espalhadas pelo país. A produção acontece em um único lote, e a Florença despacha a quantidade de cada franquia para o respectivo endereço. A distância altera o tempo de trânsito do transporte, não o preço unitário do produto.
Como garantir que a cor da marca fique igual em todas as unidades?
A cor fica igual porque todas as peças saem do mesmo lote. Segundo a Florença, a tinta é formulada para o código Pantone da marca e a franqueadora aprova uma amostra virtual gratuita antes da produção. A aprovação única vale para todas as franquias.
Quais dados a rede precisa informar para pedir o orçamento coletivo?
Para o orçamento coletivo, a rede informa o modelo de interesse, o logotipo em vetor, a estimativa de unidades participantes e a quantidade prevista por unidade. Com esses dados, o setor comercial da Florença apresenta as faixas de preço por volume total e o cronograma do projeto.
Como entrar em contato com a Florença para fazer uma compra coletiva?
Entre em contato com o setor comercial da Florença e diga que quer fazer uma compra coletiva. O atendimento é feito pelo telefone (54) 3443-2665 e pelo e-mail orcamentos@florenca.ind.br, de segunda a sexta, em horário comercial. O setor comercial explica e organiza todo o projeto.
Conclusão
O franchising brasileiro soma 202.444 operações, segundo a ABF, e a maior parte delas compra brindes como se fosse uma loja isolada. A compra coletiva corrige essa distorção: o produto é o mesmo, cada franquia faz o próprio pedido e todas pagam o preço unitário do volume total, com entrega resolvida pela Florença em cada unidade.
Para levar a compra coletiva à sua rede, entre em contato com o setor comercial da Florença pelo telefone (54) 3443-2665 ou pelo e-mail orcamentos@florenca.ind.br e diga que quer fazer uma compra coletiva. O setor comercial explica o modelo, monta a proposta por volume e organiza todo o projeto.
Como citar este artigo
ABNT: FLORENÇA GUARDA-CHUVAS. Brindes para redes de franquias: como a compra coletiva reduz o preço por unidade. Blog da Florença, 10 out. 2026. Disponível em: https://florenca.ind.br/brindes-para-redes-de-franquias-compra-coletiva/. Acesso em: 10 out. 2026.
APA: Florença Guarda-Chuvas. (2026, 10 de outubro). Brindes para redes de franquias: como a compra coletiva reduz o preço por unidade. Blog da Florença. https://florenca.ind.br/brindes-para-redes-de-franquias-compra-coletiva/
Referências
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ROSENBERGER, Hannah. ASI's 2026 Ad Impressions Study: umbrellas. ASI Central, 25 jun. 2026. Disponível em: https://members.asicentral.com/news/strategy/june-2026/asi-s-2026-ad-impressions-study-umbrellas/. Acesso em: 10 out. 2026.
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Felipe Schievenin é especialista em guarda-chuva personalizado na Florença, empresa com mais de 30 anos de atuação e mais de 1 milhão de peças entregues a empresas de todo o Brasil. Atua na orientação de marcas na escolha de modelos, técnicas de personalização e prazos para brindes corporativos.