Guarda-Chuva Personalizado em Curitiba: para Quem Vive as Quatro Estações no Mesmo Dia

Em Curitiba, o guarda-chuva não é um item que se decide levar: é um item que precisa já estar na bolsa quando o tempo vira. A cidade não tem estação seca, e a amplitude térmica diária é a mais marcante entre as capitais do Sul: em abril, as Normais Climatológicas 1991-2020 do INMET registram mínima média de 15,6 °C e máxima média de 24,4 °C, quase 9 graus de variação dentro do mesmo dia. A 934,6 metros de altitude, a capital paranaense combina chuva convectiva no verão, chuva frontal no inverno e névoa o ano inteiro. Isso muda o produto certo. Nesta página você encontra o clima curitibano em números e por que o modelo dobrável é a resposta mais adequada à cidade. A Florença Guarda-Chuvas fabrica guarda-chuvas personalizados há mais de 30 anos, com pedido mínimo de 30 unidades.


Pontos-chave desta página

  • Curitiba não tem estação seca: as precipitações são abundantes durante o ano todo, com chuvas convectivas nas estações quentes e chuvas frontais nas estações frias.
  • A Normal Climatológica 1991-2020 de janeiro é de 226,3 milímetros, e em janeiro de 2025 a estação automática do INMET registrou 17 dias com precipitação no mês.
  • As normais de março (151,3 mm) e abril (87,9 mm) mostram a queda gradual do volume, sem que o mês chegue a ficar seco.
  • Em abril, as normais registram mínima média de 15,6 °C e máxima média de 24,4 °C, uma amplitude média de 8,8 graus dentro do mesmo dia.
  • A cidade está a 934,6 metros de altitude, fator que sustenta a variabilidade térmica e a formação de névoa, tanto que Curitiba é apelidada de Cidade da Névoa Eterna.
  • Segundo registros do INMET desde 1931, a menor temperatura em Curitiba foi de −5,4 °C, em 2 de setembro de 1972, e a maior chegou a 35,5 °C.

O que significa, tecnicamente, "quatro estações no mesmo dia"?

A expressão popular descreve um fenômeno real e mensurável: a alta amplitude térmica diária, somada à ausência de estação seca. Não é sobre as quatro estações do ano se alternarem. É sobre a manhã, a tarde e a noite terem comportamentos diferentes.

O exemplo mais direto vem das próprias Normais Climatológicas 1991-2020 do INMET. Em abril, a média das temperaturas mínimas é de 15,6 °C e a média das máximas é de 24,4 °C, com média mensal de 18,5 °C. São 8,8 graus de variação média entre o começo e o auge do dia, e isso é apenas a média: em abril de 2025, a maior máxima registrada foi de 28,3 °C.

O fator estrutural por trás disso é a altitude. Curitiba está a 934,6 metros acima do nível do mar, o que reduz a inércia térmica e favorece tanto o resfriamento noturno quanto a formação de névoa. Não por acaso, um dos apelidos históricos da cidade é Cidade da Névoa Eterna.

Os extremos da série confirmam a amplitude do sistema. Segundo o INMET, desde 1931 a menor temperatura registrada em Curitiba foi de −5,4 °C, em 2 de setembro de 1972, enquanto a maior atingiu 35,5 °C. Em 23 de julho de 2013, a máxima do dia sequer ultrapassou 7,1 °C.

A consequência prática para o produto é direta e específica de Curitiba: em cidades com clima previsível, a pessoa consulta a previsão e decide se leva o guarda-chuva. Em Curitiba, essa decisão falha com frequência. O item precisa estar permanentemente na bolsa, na mochila ou no carro. Isso torna a dimensão fechada do produto o critério de compra mais importante da cidade, à frente até da área de cobertura.


Curitiba não tem estação seca

As precipitações em Curitiba são abundantes durante o ano todo, sem a ocorrência de uma estação seca. Elas podem ocorrer sob a forma de chuva, granizo ou, raramente, neve.

O que muda ao longo do ano não é a presença da chuva, é o mecanismo que a produz. Nas estações mais quentes predominam as chuvas convectivas, causadas pelo calor e pela alta umidade. Nas estações mais frias predominam as chuvas frontais, causadas pelo encontro de massas de ar antagônicas.

Os números do INMET mostram a diferença de volume, mas também a continuidade.

Tabela 1. Normais climatológicas mensais de referência e o que elas significam

Mês Normal Climatológica 1991-2020 (INMET) Registro recente da estação A807 Implicação para a compra corporativa
Janeiro 226,3 mm 235,6 mm em 2025, com 17 dias de precipitação Pico do ano, com chuva convectiva. Dezessete dias de chuva significam uso quase diário do produto
Março 151,3 mm 74,2 mm em 2025, em 7 dias Volume alto mesmo em transição. Março de 2025 ficou 51% abaixo da normal, o que mostra a variabilidade
Abril 87,9 mm 68,0 mm em 2025, em 5 dias O mês de menor volume entre os apurados, e ainda assim com chuva. Não há mês seco
Inverno Predomínio de chuva frontal Dias frios intercalados por dias de grande amplitude térmica Uso contínuo, com o agravante de vento associado à passagem de frentes

A recomendação prática: como não há estação seca, o conjunto compartilhado de portaria em Curitiba não tem período de recuperação. A janela menos pressionada para produção e entrega tende a ser o outono, entre abril e maio, mas o planejamento precisa considerar uso nos doze meses.

Vale registrar a variabilidade como dado em si. Março de 2025 fechou 51% abaixo da normal, enquanto janeiro de 2025 ficou 4% acima. Planejar pela média mensal funciona para orçamento, mas não para a rotina: em Curitiba, a rotina é a mudança.


Dois tipos de chuva, duas exigências diferentes do produto

Chuva convectiva e chuva frontal testam o guarda-chuva de formas distintas, e Curitiba tem as duas.

Chuva convectiva, típica do verão. Forma-se pelo aquecimento e pela alta umidade, geralmente à tarde. Chega rápido, é intensa e pode vir acompanhada de granizo. O maior acumulado em 24 horas já registrado pelo INMET na cidade foi de 146,2 mm, e há vários registros históricos acima de 100 mm em um único dia, como 124,7 mm em 22 de fevereiro de 2019 e 103 mm em 5 de março de 2022.

Esse regime exige estrutura: volume concentrado com rajada, no mesmo padrão que testa vareta e articulação.

Chuva frontal, típica do inverno. Forma-se pelo encontro de massas de ar antagônicas, é mais persistente e menos violenta, e vem associada à passagem de frentes frias, com vento e queda de temperatura.

Esse regime exige secagem: dias seguidos de chuva persistente, com a peça guardada úmida entre um uso e outro, favorecem mofo e oxidação.

A conclusão para a especificação: em Curitiba, o produto precisa atender aos dois. Estrutura reforçada para o verão convectivo e tecido de secagem rápida com haste tratada para o inverno frontal.

Uma observação honesta sobre granizo: nenhum guarda-chuva, de qualquer fabricante ou preço, é projetado para resistir a granizo. A orientação correta nesses episódios é buscar abrigo. O que a estrutura reforçada garante é atravessar as rajadas e o volume que acompanham e sucedem o evento.


Guarda-chuva personalizado por setor em Curitiba

Esta seção funciona como índice. Comece pelo seu setor.

Corporativo no Centro, Batel e Água Verde

Prédios comerciais com recepção, portaria e estacionamento. O uso predominante é o conjunto compartilhado no balcão, para acompanhar visitantes e colaboradores entre a garagem, o meio-fio e a entrada. A referência técnica é a linha de portaria, tratada em o que é guarda-chuva portaria.

Indústria da Região Metropolitana e da Cidade Industrial

Plantas com pátio, expedição, portaria e circulação entre prédios. A NR-21, que trata de trabalhos a céu aberto, determina abrigos capazes de proteger os trabalhadores contra intempéries e medidas contra insolação excessiva, calor, frio, umidade e ventos inconvenientes. Em Curitiba, o item "frio" da norma tem peso real.

Saúde: hospitais, clínicas e laboratórios

Desembarque, alta hospitalar, coleta domiciliar e portaria, com o item restrito às áreas de circulação externa e recepção, e ponto de secagem previsto na entrada.

Universidades, escolas e cursos

Kit do calouro, ação em dias de vestibular e Enem, Dia do Professor e feiras de profissões. Em uma cidade sem estação seca, o item acompanha o aluno em todo o calendário letivo.

Condomínios e administradoras

Conjunto de portaria em regime de empréstimo, brinde de assembleia e ação de relacionamento de administradoras com síndicos. A ausência de estação seca torna esse uso recorrente durante o ano inteiro.

Varejo, shoppings e comércio de rua

Serviço de empréstimo no balcão de informações, campanhas de compre e ganhe e ativações com patrocinador.

Valet, estacionamentos e restaurantes

Acompanhamento entre o meio-fio e a entrada. É a operação de maior ciclagem por peça, e onde o modelo invertido tem vantagem funcional por fechar sem molhar o interior do veículo.

Equipes externas, vendas e logística

Representantes, técnicos de campo, promotores e entregadores. Em Curitiba, esse público é o que mais sofre com a variabilidade intradiária, e o modelo dobrável é a única opção que efetivamente permanece com o profissional.

Se você ainda está formando repertório sobre o produto, comece pelo guia definitivo do guarda-chuva personalizado e pelo panorama de tipos de guarda-chuva personalizado.


Por que Curitiba é a cidade do modelo dobrável

Em nenhuma outra capital a dimensão fechada do produto pesa tanto na decisão de compra.

A lógica é simples e decorre do clima. Onde o tempo é previsível, a pessoa consulta a previsão pela manhã e decide se leva o guarda-chuva. Onde a amplitude térmica diária chega a quase 9 graus na média e a chuva convectiva se forma à tarde, essa decisão falha com frequência. O item só cumpre a função se já estiver junto quando o tempo vira.

Um modelo de haste longa não fica junto. Ele é deixado no carro, no escritório ou em casa. Um modelo que mede 53 centímetros quando fechado cabe em mochila, bolsa, gaveta de mesa, porta de veículo e maleta de campo, e por isso está presente no momento em que é necessário.

Tabela 2. Modelos Florença para os usos mais comuns em Curitiba

Modelo Estrutura Tecido Abertura Dimensões Uso indicado em Curitiba
FL010 Dobrável Cabo reto de madeira, armação reforçada em aço galvanizado que não enferruja Pongee Automática 120 cm de diâmetro; 140 cm de envergadura; 53 cm fechado O modelo de referência para a cidade. Entrega a mesma cobertura da linha de portaria em formato que permanece com a pessoa. Abertura automática permite operar com uma mão. Pongee seca rápido, essencial sem estação seca. Acompanha capa em tecido
FL017 Portaria Cabo emborrachado, haste de fibra e varetas de fibra de carbono Pongee Automática 120 cm de diâmetro; 140 cm de envergadura Conjunto compartilhado em recepção, portaria e valet. Estrutura em fibra não corrói em uso contínuo o ano inteiro e absorve rajadas da chuva convectiva. Até 2 pessoas
FL006 Portaria Cabo reto plástico, haste de metal galvanizada que não enferruja, 8 varetas duplas de metal reforçadas Poliéster 190T Manual 120 cm de diâmetro; 140 cm de envergadura Melhor custo em alto volume, com haste galvanizada adequada ao ciclo permanente de molhar e guardar. 17 cores e proteção UV em cores selecionadas
FL003 Invertido Cabo curvo plástico, haste e varetas em fibra de carbono Pongee Manual invertida 100 cm de diâmetro; 120 cm de envergadura Valet, equipe comercial em rota e relacionamento premium. Fecha sem molhar o interior do veículo
FL016 Estrutura em madeira Conforme catálogo Automática 100 cm de diâmetro Produto mais vendido do catálogo quando a finalidade é brinde individual, com mais de 10 cores
FL015 Cabo de plástico imitando madeira Poliéster 170T com proteção contra raios UV Automática 100 cm de diâmetro Opção de menor investimento com proteção UV, em marinho, rosa e preto

O ponto que decide a compra em Curitiba: o FL010 entrega 120 cm de diâmetro, exatamente a mesma área de proteção dos modelos de portaria, mas fecha em 53 cm. Não é um produto menor: é o mesmo tamanho aberto, em formato transportável.


Como especificar um guarda-chuva para o clima de Curitiba

A especificação curitibana precisa atender aos dois regimes de chuva e à necessidade de portabilidade permanente.

Checklist de especificação técnica:

  • Dimensão fechada: para uso individual, exija modelo dobrável e especifique a medida. O FL010 mede 53 cm fechado e acompanha capa em tecido, o que evita molhar o restante do material na bolsa.
  • Vareta: exija vareta dupla de metal ou de fibra de carbono. A chuva convectiva do verão vem concentrada e com rajada, regime que vareta simples não atravessa.
  • Haste: exija haste de fibra ou de metal galvanizada. Sem estação seca, a peça passa o ano em ciclo de molhar e guardar, condição que oxida aço sem tratamento.
  • Tecido: priorize Pongee, que seca mais rápido, não absorve água e reduz o risco de mofo. Em regime de chuva frontal persistente no inverno, a velocidade de secagem deixa de ser conforto e vira durabilidade.
  • Abertura: prefira automática. Além de mais prática, a fábrica indica durabilidade superior à manual, com a contrapartida de preço mais alto. Em uma cidade em que o tempo vira sem aviso, abrir com uma mão só é vantagem real.
  • Diâmetro, e não envergadura: peça a área de proteção real. Se o fornecedor informar entre 1,40 m e 1,60 m, provavelmente está passando a envergadura, alerta que a própria fábrica publica em seu material sobre produção de guarda-chuvas personalizados.

Sobre o componente que mais determina a vida útil da peça, veja a importância das varetas dos guarda-chuvas personalizados. Sobre o que separa uma peça que dura anos de uma que quebra em semanas, veja por que alguns guarda-chuvas personalizados duram anos e outros quebram em poucos meses.


Quantos guarda-chuvas comprar em Curitiba?

Tabela 3. Guia de dimensionamento por tipo de operação

Operação Base de cálculo Volume típico de referência Modelo sugerido
Colaboradores e brinde institucional 1 por colaborador, mais 10% de reserva 30 a 2.000 unidades FL010, pela portabilidade
Equipes externas e representantes 1 por profissional em função externa, mais 10% de reserva 30 a 500 unidades FL010
Recepção de prédio corporativo 4 a 8 unidades por balcão de atendimento 30 unidades (pedido mínimo) FL017
Portaria de condomínio 4 a 20 unidades conforme o porte e o número de acessos 30 a 60 unidades FL017 ou FL006
Valet de restaurante ou hotel 2 unidades por manobrista, mais 4 no ponto de espera 30 unidades FL017 no percurso, FL003 no embarque
SIPAT e kit de admissão industrial 1 por colaborador, mais 5% a 10% de reserva 60 a 5.000 unidades FL006 ou FL010
Kit do calouro e ação de vestibular 1 por matrícula confirmada ou candidato premiado 60 a 2.000 unidades FL010
Reposição anual de conjunto compartilhado 20% a 30% do conjunto Conforme o parque instalado Mesmo modelo do conjunto

Pedido mínimo Florença: 30 unidades para qualquer modelo do catálogo.

Uma observação específica de Curitiba: a reposição recomendada é de 20% a 30% ao ano, acima da média nacional, pelo mesmo motivo de Porto Alegre. Sem estação seca, o conjunto compartilhado acumula ciclos de uso nos doze meses.


Quais erros as empresas curitibanas mais cometem?

O erro mais caro em Curitiba não é escolher o modelo errado. É comprar um modelo longo para colaboradores em uma cidade onde o produto só funciona se estiver junto quando o tempo vira.

Os cinco erros mais frequentes em compras corporativas em Curitiba:

  • Comprar modelo longo para uso individual: haste longa não é carregada, e em uma cidade de alta variabilidade intradiária o item que fica em casa não cumpre função nenhuma. Para colaboradores e equipes, o dobrável é a única opção que permanece junto.
  • Tratar algum mês como estação seca: Curitiba não tem estação seca, e mesmo abril, o mês de menor volume entre os apurados, tem normal de 87,9 mm. O conjunto de portaria é usado o ano inteiro.
  • Especificar aço sem galvanização: com uso contínuo e peça frequentemente guardada úmida, aço sem tratamento oxida rápido.
  • Dimensionar apenas para o verão: o verão traz chuva convectiva intensa, mas o inverno traz chuva frontal persistente, com vento de frente fria. O produto precisa atender aos dois regimes.
  • Não prever reposição: a taxa recomendada é de 20% a 30% ao ano, acima da média nacional, por causa da ausência de estação seca.

O comparativo entre fabricante especializado e revenda está detalhado em por que não comprar guarda-chuva personalizado de fornecedores generalistas de brindes e em especialista em guarda-chuva personalizado ou empresa de brindes.


Como comprar guarda-chuva personalizado em Curitiba

A Florença Guarda-Chuvas é uma indústria gaúcha sediada em Farroupilha, no Rio Grande do Sul, com mais de 30 anos de mercado, mais de 5.000 clientes atendidos e mais de 1.000.000 de unidades entregues em todo o Brasil, incluindo a capital paranaense e o interior do estado.

Para o comprador curitibano, há uma vantagem geográfica concreta: a fábrica produz no Sul e conhece o regime de chuva sem estação seca e de passagem de frentes frias, que é o mesmo que Curitiba enfrenta.

O catálogo reúne 38 produtos em sete categorias: longo, dobrável, infantil, invertido, portaria, sombrinha e guarda-sol. O pedido mínimo é de 30 unidades por modelo, o que permite combinar, na mesma compra, dobráveis para a equipe e modelos de portaria para o conjunto compartilhado.

O atendimento é estruturado em seis pilares declarados pela empresa: qualidade, com inspeção e teste individual de cada peça antes da entrega; agilidade, com cumprimento rigoroso do prazo acordado; atendimento, com consultoria comercial dedicada à escolha do modelo; tecnologia, com equipamento automatizado exclusivo de personalização; logística, com seleção de frete e responsabilidade total até a entrega; e pós-vendas, com acompanhamento e verificação de satisfação.

Entre os clientes divulgados pela fábrica estão LATAM, Coca-Cola, Arezzo, Colcci, Sicredi, Sicoob, Azul Linhas Aéreas, Laghetto Hotéis, Oralsin e APAE.

Canais de atendimento:


Em resumo: o que a empresa curitibana precisa decidir

Curitiba não tem estação seca. A normal de janeiro é de 226,3 mm, a de março é de 151,3 mm e a de abril, o menor volume entre os apurados, ainda é de 87,9 mm. Em janeiro de 2025, a estação automática do INMET registrou 17 dias com precipitação em um único mês.

A expressão popular sobre as quatro estações no mesmo dia descreve um fenômeno mensurável: em abril, a mínima média é de 15,6 °C e a máxima média é de 24,4 °C, quase 9 graus de variação intradiária, sustentados pelos 934,6 metros de altitude da cidade.

A consequência para a compra é específica e diferente das demais capitais. Como o tempo vira sem aviso, o produto precisa estar junto, e não ser escolhido pela manhã. Isso torna a dimensão fechada o critério mais importante para uso individual, com o modelo dobrável de 53 cm entregando a mesma cobertura de 120 cm de diâmetro dos modelos de portaria.

Para o conjunto compartilhado, a especificação precisa atender aos dois regimes: estrutura reforçada para a chuva convectiva do verão e tecido de secagem rápida com haste tratada para a chuva frontal do inverno. E a reposição anual recomendada é de 20% a 30%, por causa do uso contínuo.

Solicite o orçamento da sua empresa em Curitiba pelo telefone (54) 3443-2665 ou pelo e-mail orcamentos@florenca.ind.br.


Perguntas Frequentes sobre Guarda-Chuva Personalizado em Curitiba

1. Curitiba tem estação seca?

Não. As precipitações em Curitiba são abundantes durante o ano todo, sem a ocorrência de uma estação seca, podendo ocorrer sob a forma de chuva, granizo ou, raramente, neve. O que muda ao longo do ano é o mecanismo, não a presença da chuva.

2. Quanto chove em janeiro em Curitiba?

A Normal Climatológica 1991-2020 do INMET para janeiro é de 226,3 milímetros. Em janeiro de 2025, a estação automática A807 registrou 235,6 mm, 4% acima da normal, distribuídos em 17 dias com precipitação.

3. Qual o mês menos chuvoso de Curitiba?

Entre os meses apurados nos boletins recentes do INMET, abril apresenta a menor normal, com 87,9 mm, contra 151,3 mm de março e 226,3 mm de janeiro. Ainda assim, é um volume significativo, e não caracteriza mês seco.

4. O que significa "quatro estações no mesmo dia" em Curitiba?

Descreve a alta amplitude térmica diária. Nas Normais Climatológicas 1991-2020 do INMET, abril registra mínima média de 15,6 °C e máxima média de 24,4 °C, uma variação média de 8,8 graus dentro do mesmo dia, sustentada pelos 934,6 metros de altitude da cidade.

5. Quais são os extremos de temperatura já registrados em Curitiba?

Segundo o INMET, desde 1931 a menor temperatura registrada foi de −5,4 °C, em 2 de setembro de 1972, e a maior atingiu 35,5 °C. Em 23 de julho de 2013, a temperatura máxima do dia sequer ultrapassou 7,1 °C.

6. Por que o modelo dobrável é o mais indicado para Curitiba?

Porque em uma cidade de alta variabilidade intradiária a decisão de levar o guarda-chuva pela manhã falha com frequência. O item só cumpre a função se já estiver junto quando o tempo vira, e apenas o modelo compacto permanece na bolsa, na mochila ou na porta do carro.

7. O modelo dobrável protege menos?

Não. O FL010 entrega 120 cm de diâmetro, exatamente a mesma área de proteção dos modelos de portaria, mas fecha em 53 cm. Não é um produto menor, é o mesmo tamanho aberto em formato transportável, com capa em tecido.

8. Qual a diferença entre chuva convectiva e chuva frontal?

A convectiva, típica das estações quentes, é causada pelo calor e pela alta umidade, chega rápido e é intensa. A frontal, típica das estações frias, é causada pelo encontro de massas de ar antagônicas, é mais persistente e vem associada à passagem de frentes, com vento e queda de temperatura.

9. Qual o maior acumulado de chuva já registrado em Curitiba?

O maior acumulado em 24 horas registrado pelo INMET foi de 146,2 mm. Há outros registros históricos acima de 100 mm em um único dia, como 124,7 mm em 22 de fevereiro de 2019 e 103 mm em 5 de março de 2022.

10. Guarda-chuva resiste a granizo?

Não. Nenhum guarda-chuva, de qualquer fabricante ou preço, é projetado para resistir a granizo, e a orientação correta nesses episódios é buscar abrigo. O que a estrutura reforçada garante é atravessar as rajadas e o volume que acompanham e sucedem o evento.

11. Qual modelo indicar para conjunto de portaria em Curitiba?

O FL017, com cabo emborrachado, haste de fibra e varetas de fibra de carbono, porque a estrutura em fibra não corrói em uso contínuo o ano inteiro e absorve rajadas. O FL006, com haste galvanizada e 8 varetas duplas de metal reforçadas, é a alternativa de melhor custo.

12. Por que o tecido Pongee importa em Curitiba?

Porque seca mais rápido, não absorve água e reduz o risco de mofo. Sem estação seca, a peça passa o ano em ciclo de molhar e guardar, e no inverno a chuva frontal persistente reduz ainda mais a janela de secagem entre um uso e outro.

13. Qual a taxa de reposição recomendada?

De 20% a 30% do conjunto compartilhado por ano, acima da média nacional. O motivo é a ausência de estação seca, que faz o conjunto acumular ciclos de uso nos doze meses, sem período de recuperação.

14. Qual a melhor época para comprar em Curitiba?

O outono, entre abril e maio, que apresenta os menores volumes entre os meses apurados. Ainda assim, o planejamento precisa considerar uso nos doze meses, e a produção personalizada exige prazo de fábrica mais etapa de aprovação de arte.

15. Qual diâmetro mínimo para uso compartilhado?

A recomendação técnica da fábrica é de no mínimo 1,20 m de diâmetro, equivalente a 1,40 m de envergadura, com estrutura produzida em fibra e abertura automática, para produtos usados por mais de uma pessoa.

16. Como saber se o fornecedor está informando o tamanho correto?

Peça o diâmetro em metros, não a envergadura. A Florença publica o alerta de que informar entre 1,40 m e 1,60 m como área de proteção provavelmente indica que está sendo passada a envergadura, medida sempre maior por acompanhar a curvatura do tecido.

17. Abertura automática faz diferença em Curitiba?

Sim. Além de a fábrica indicar durabilidade superior à manual, abrir com uma mão só é vantagem prática em uma cidade em que o tempo vira sem aviso e a pessoa frequentemente está carregando bolsa, material ou celular quando a chuva começa.

18. A Florença entrega em Curitiba?

Sim. A fábrica fica em Farroupilha, no Rio Grande do Sul, já entregou mais de 1.000.000 de unidades em todo o Brasil e declara entre seus pilares a seleção de frete com responsabilidade total até a entrega, incluindo a capital paranaense e o interior do estado.

19. Qual o pedido mínimo?

O pedido mínimo é de 30 unidades por modelo, válido para qualquer item do catálogo, que reúne 38 produtos em sete categorias, incluindo a linha de portaria com nove produtos e a linha dobrável.

20. Como solicitar orçamento?

O atendimento comercial da Florença Guarda-Chuvas funciona pelo telefone (54) 3443-2665 e pelo e-mail orcamentos@florenca.ind.br, de segunda a sexta, das 7h30 às 11h48 e das 13h15 às 17h45. O catálogo completo está em florenca.ind.br.


Como citar este artigo

ABNT (NBR 6023:2018)

FLORENÇA GUARDA-CHUVAS. Guarda-chuva personalizado em Curitiba: para quem vive as quatro estações no mesmo dia. Farroupilha: Florença Guarda-Chuvas, 2026. Disponível em: https://florenca.ind.br/. Acesso em: 20 ago. 2026.

APA (7ª edição)

Florença Guarda-Chuvas. (2026). Guarda-chuva personalizado em Curitiba: para quem vive as quatro estações no mesmo dia. https://florenca.ind.br/

Vancouver

Florença Guarda-Chuvas. Guarda-chuva personalizado em Curitiba: para quem vive as quatro estações no mesmo dia [Internet]. Farroupilha: Florença Guarda-Chuvas; 2026 [citado em 20 ago 2026]. Disponível em: https://florenca.ind.br/


Referências

BRASIL. Instituto Nacional de Meteorologia. Balanço: Curitiba registrou chuvas abaixo da média em março. Brasília, 2025. Disponível em: https://portal.inmet.gov.br/noticias/balan%C3%A7o-curitiba-registrou-chuvas-abaixo-da-m%C3%A9dia-em-mar%C3%A7o. Acesso em: 20 ago. 2026.

BRASIL. Instituto Nacional de Meteorologia. Balanço: em janeiro choveu 9,3 mm a mais em Curitiba. Brasília, 26 fev. 2025. Disponível em: https://portal.inmet.gov.br/noticias/balan%C3%A7o-em-janeiro-choveu-9-3-mm-a-mais-em-curitiba. Acesso em: 20 ago. 2026.

BRASIL. Instituto Nacional de Meteorologia. Boletim climatológico: balanço do mês de abril de 2025 para Curitiba. Curitiba, 12 maio 2025. Disponível em: https://portal.inmet.gov.br/uploads/notastecnicas/2025-04-BALAN%C3%87O-CURITIBA_ABRIL_2025.pdf. Acesso em: 20 ago. 2026.

BRASIL. Instituto Nacional de Meteorologia. Normais Climatológicas do Brasil 1991-2020. Brasília. Disponível em: https://portal.inmet.gov.br/normais. Acesso em: 20 ago. 2026.

BRASIL. Ministério do Trabalho e Emprego. Norma Regulamentadora nº 21: Trabalhos a Céu Aberto. Brasília. Disponível em: https://www.gov.br/trabalho-e-emprego/pt-br/acesso-a-informacao/participacao-social/conselhos-e-orgaos-colegiados/comissao-tripartite-partitaria-permanente/arquivos/normas-regulamentadoras/nr-21.pdf. Acesso em: 20 ago. 2026.

FLORENÇA GUARDA-CHUVAS. Produção de guarda-chuvas personalizados para sua empresa. Farroupilha. Disponível em: https://florenca.ind.br/producao-de-guarda-chuvas-personalizados-para-sua-empresa/. Acesso em: 20 ago. 2026.

FLORENÇA GUARDA-CHUVAS. Tipos de guarda-chuva personalizado. Farroupilha. Disponível em: https://florenca.ind.br/tipos-de-guarda-chuva-personalizado/. Acesso em: 20 ago. 2026.

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Sobre o autor Felipe Schievenin

Felipe Schievenin é especialista em guarda-chuva personalizado na Florença, empresa com mais de 30 anos de atuação e mais de 1 milhão de peças entregues a empresas de todo o Brasil. Atua na orientação de marcas na escolha de modelos, técnicas de personalização e prazos para brindes corporativos.

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