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Guarda-Chuva Personalizado para Companhias Aéreas e Aeroportos: Experiência do Passageiro
O guarda-chuva personalizado para companhias aéreas e aeroportos é um item institucional com a marca da empresa aérea ou do operador aeroportuário, usado em três frentes: proteção do passageiro em embarque e desembarque remoto, meio-fio e estacionamento descoberto; brinde de programa de fidelidade, sala VIP e relacionamento corporativo; e apoio às equipes de solo que trabalham a céu aberto no pátio e nas áreas externas do terminal. É um dos poucos itens que atua exatamente onde a experiência do passageiro costuma falhar: o trecho descoberto entre o terminal e a aeronave. A Florença Guarda-Chuvas fabrica esse item sob medida há mais de 30 anos, tem a LATAM entre seus clientes e já entregou mais de 1.000.000 de guarda-chuvas no Brasil, com pedido mínimo de 30 unidades.
Pontos-chave deste artigo
- Os aeroportos brasileiros transportaram 129,6 milhões de passageiros em 2025, alta de 9,4% sobre 2024 e melhor resultado da série histórica, segundo a ANAC.
- Do total, 101,2 milhões foram passageiros domésticos e 28,4 milhões internacionais, este último com alta de 13,4% e recorde absoluto.
- O Brasil registrou 958,9 mil operações de voo em 2025, o maior volume desde 2019, com taxa de ocupação das aeronaves de 83,6%, segundo o Anuário do Transporte Aéreo da ANAC.
- Só no Aeroporto de Congonhas, a sala de embarque remoto recebia em média 15 mil passageiros por dia, o equivalente a cerca de 45% de todos os embarques do aeroporto antes da ampliação das pontes.
- A Resolução ANAC nº 280/2013 determina, em seu artigo 20, que passageiros que dependem de assistência com cadeira de rodas sejam embarcados preferencialmente por pontes de embarque, o que evidencia o reconhecimento regulatório do atrito do embarque remoto.
- A LATAM adotou o modelo FL006 da Florença justamente pela área ampla de proteção, necessária para passageiros que se deslocam a pé até a aeronave em aeroportos menores.
O que é um guarda-chuva institucional para o setor aéreo?
Um guarda-chuva institucional para o setor aéreo é um guarda-chuva produzido em lote com a marca de uma companhia aérea, de um operador aeroportuário, de uma empresa de handling ou de um programa de fidelidade, destinado à proteção de passageiros em áreas descobertas, à distribuição como brinde de relacionamento e ao apoio de equipes que trabalham em áreas externas.
Existem dois regimes de uso, e confundi-los é o erro mais caro do setor. No regime operacional, um conjunto fixo fica sob controle da equipe de solo ou do balcão de atendimento e é usado repetidamente para acompanhar passageiros no trecho descoberto. No regime de brinde, cada peça sai definitivamente com o passageiro, seja em sala VIP, em campanha de fidelidade ou em ação de relacionamento corporativo.
O primeiro regime exige estrutura reforçada e área de cobertura ampla, porque a peça é usada dezenas de vezes por dia e frequentemente protege mais de uma pessoa ao mesmo tempo. O segundo exige percepção de valor compatível com a marca, porque o item entra na bagagem de um cliente que compara padrões internacionais.
Se você ainda está formando repertório técnico sobre a categoria, comece pelo guia definitivo do guarda-chuva personalizado, que reúne conceitos de estrutura, tecido e personalização.
Por que o setor aéreo brasileiro precisa de guarda-chuva institucional?
Porque o volume de passageiros expostos a trechos descobertos é enorme, e o embarque remoto é regra em boa parte do país, não exceção. Segundo a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), os aeroportos brasileiros movimentaram 129,6 milhões de passageiros em 2025, alta de 9,4% sobre 2024 e o melhor resultado desde o início da série histórica, em janeiro de 2000.
A composição do número mostra a escala: 101,2 milhões de passageiros domésticos e 28,4 milhões de internacionais, este último com alta de 13,4% e recorde absoluto. A demanda somada dos dois mercados cresceu 11,3% e a oferta, 10,2%. O país registrou 958,9 mil operações de voo em 2025, maior volume desde 2019, com taxa de ocupação das aeronaves em 83,6%, segundo o Anuário do Transporte Aéreo da ANAC.
Mais passageiros por voo e mais voos por dia significam mais pessoas caminhando ao mesmo tempo entre terminal e aeronave nos aeroportos que operam em posição remota.
Embarque remoto: o trecho descoberto que ninguém quer assumir
Embarque remoto é o procedimento em que o passageiro, em vez de acessar a aeronave por ponte de embarque, é conduzido de ônibus pelo pátio ou caminha a pé até a escada da aeronave. É prática cotidiana nos aeroportos brasileiros, especialmente na malha regional e nos terminais sem pontes suficientes.
A dimensão do fenômeno aparece nos números de um único aeroporto. Segundo a Aena Brasil, a sala de embarque remoto do Aeroporto de Congonhas recebia em média 15 mil passageiros por dia, o equivalente a cerca de 45% de todos os embarques realizados no terminal, situação que motivou a ampliação de 12 para 19 pontes de embarque dentro de um projeto de R$ 2,4 bilhões, com a expectativa de que mais de 70% dos usuários passem a usar pontes.
Se em um dos aeroportos mais movimentados do país quase metade dos embarques era remota, o quadro na aviação regional é ainda mais intenso. Em abril de 2026, o Aeroporto Internacional de Campo Grande inaugurou suas três primeiras pontes de embarque, o que dá a medida de quantos terminais brasileiros ainda operam integralmente em posição remota.
Segundo a Associação Brasileira das Empresas Aéreas (ABEAR), "sempre que possível, o finger é priorizado para o uso do passageiro", mas medidas de segurança e demandas operacionais podem levar a aeronave para longe dos terminais. Ou seja, mesmo em aeroportos equipados, o embarque remoto acontece.
O tema já entrou no debate jurídico. Segundo Leonardo Roscoe Bessa, em artigo publicado no portal Migalhas, o embarque remoto, tal como conduzido hoje, sem informação prévia, sem alternativa de escolha e sem repercussão no preço, viola deveres básicos impostos pelo Código de Defesa do Consumidor e revela incoerência da própria regulação setorial.
O reconhecimento regulatório do atrito
A própria ANAC já reconhece que o embarque remoto é uma condição inferior. A Resolução ANAC nº 280/2013 determina, no artigo 20, que o embarque e o desembarque de passageiros que dependem de assistência com cadeira de rodas, nas categorias STCR, WCHS e WCHC, sejam realizados preferencialmente por pontes de embarque. O artigo 21 impõe à companhia aérea o dever de informar tempestivamente o operador aeroportuário sobre a presença desses passageiros, justamente para fins de alocação de ponte.
Se a norma prioriza a ponte para quem tem mobilidade reduzida, é porque a alternativa remota impõe dificuldade adicional. Chuva, sol forte e vento amplificam essa dificuldade para todos os perfis de passageiro.
Três frentes de uso do guarda-chuva personalizado no setor aéreo:
- Frente do passageiro: embarque e desembarque em posição remota, deslocamento a pé até a aeronave em aeroportos regionais, meio-fio de desembarque, estacionamento descoberto, translado entre terminais e acesso a hangares da aviação executiva.
- Frente de relacionamento e marca: brinde de programa de fidelidade, cortesia de sala VIP, resgate por pontos e milhas, ação de relacionamento com agências e clientes corporativos, kit de tripulação e brinde institucional em feiras do setor de turismo.
- Frente das equipes de solo: auxiliares de rampa, sinalizadores, equipes de handling, abastecimento, manutenção de pátio, orientadores de estacionamento e equipes externas do terminal, todos enquadrados no escopo da NR-21 sobre trabalhos a céu aberto.
Onde exatamente o guarda-chuva entra na jornada do passageiro?
Os pontos de maior impacto são os trechos que a companhia aérea e o aeroporto controlam mas não cobrem. São cinco momentos concretos.
Escada da aeronave em posição remota. É o cenário mais crítico. O passageiro desce a escada com mala de mão, celular e cartão de embarque, sob chuva, com fila atrás. Uma equipe de solo com guarda-chuvas grandes na base da escada transforma uma reclamação previsível em um gesto de cuidado memorável.
Caminhada entre terminal e aeronave em aeroportos regionais. Em muitos terminais brasileiros o passageiro atravessa o pátio a pé, sem ônibus. Foi exatamente esse cenário que levou a LATAM a adotar o modelo FL006 da Florença, escolhido pela área ampla de proteção necessária a pessoas em deslocamento a pé até a aeronave.
Meio-fio de desembarque e embarque. Quem chega de carro, aplicativo ou táxi enfrenta um trecho descoberto entre o veículo e a porta do terminal. Equipes de recepção com guarda-chuvas institucionais atuam aqui como em hotelaria, prática detalhada no guia de guarda-chuvas para hotéis.
Estacionamento descoberto e translado. Aeroportos com estacionamento remoto e ônibus de ligação submetem o passageiro a dois trechos descobertos por viagem, na ida e na volta.
Aviação executiva e fretamento. Em hangares, FBOs e operações executivas, o guarda-chuva com a marca da operadora é padrão de serviço esperado, e não diferencial.
Uma ressalva operacional que precisa ser dita: o uso de guarda-chuva em área de pátio está sujeito aos procedimentos de segurança operacional do operador aeroportuário, que envolvem controle de objetos soltos e áreas de sopro de motor. A implantação deve ser validada com a área de segurança operacional antes de virar rotina, e a aplicação mais simples e imediata é sempre no lado terminal: meio-fio, acessos, estacionamento e translado.
E as equipes de solo que trabalham a céu aberto?
Auxiliares de rampa, sinalizadores, equipes de handling, abastecimento e manutenção de pátio trabalham expostos a chuva, sol e vento durante turnos inteiros. A NR-21, que trata de trabalhos a céu aberto, determina a existência de abrigos, ainda que rústicos, capazes de proteger os trabalhadores contra intempéries, e exige medidas especiais de proteção contra a insolação excessiva, o calor, o frio, a umidade e os ventos inconvenientes.
Precisão necessária: o guarda-chuva não é Equipamento de Proteção Individual, não possui Certificado de Aprovação do Ministério do Trabalho e Emprego e não deve ser registrado como EPI em ficha de entrega. É uma medida de conforto e proteção contra intempéries, complementar e nunca substitutiva do equipamento certificado.
Na prática, a aplicação mais segura para esse público é fora da área de manobra: pontos de espera, acessos de pessoal, áreas de apoio, estacionamento de funcionários e postos externos do terminal. É também um dos brindes mais valorizados por equipes terceirizadas de handling, público que raramente aparece nas ações institucionais das companhias.
Qual modelo de guarda-chuva escolher para cada aplicação no setor aéreo?
A regra é direta: uso operacional pede envergadura e estrutura reforçada; brinde de fidelidade pede compactação e percepção de valor. A Florença mantém uma linha específica de portaria, com nove produtos, dentro de um catálogo de 38 itens em sete categorias.
A tabela abaixo compara quatro modelos com especificações confirmadas no catálogo oficial da fábrica.
Tabela 1. Comparativo técnico dos modelos Florença por aplicação no setor aéreo
| Modelo Florença | Estrutura | Tecido | Abertura | Dimensões | Aplicação indicada em companhias aéreas e aeroportos |
|---|---|---|---|---|---|
| FL006 Portaria | Cabo reto plástico, haste de metal galvanizada que não enferruja, 8 varetas duplas de metal reforçadas | Poliéster 190T | Manual | 120 cm de diâmetro; 140 cm de envergadura | Modelo adotado pela LATAM. Embarque e desembarque remoto, deslocamento a pé até a aeronave, meio-fio e distribuição em volume. Comporta mais de uma pessoa. 17 cores e proteção UV em cores selecionadas |
| FL017 Portaria | Cabo emborrachado, haste de fibra e varetas de fibra de carbono | Pongee | Automática | 120 cm de diâmetro; 140 cm de envergadura | Uso operacional de altíssimo giro em terminais de grande porte. Cabo emborrachado melhora aderência com mão molhada ou com luva de rampa. Indicado para até 2 pessoas |
| FL010 Dobrável | Cabo reto de madeira, armação reforçada em aço galvanizado que não enferruja | Pongee | Automática | 120 cm de diâmetro; 140 cm de envergadura; 53 cm fechado | Brinde de programa de fidelidade, resgate por pontos, kit de tripulação e cortesia de sala VIP. Com 53 cm fechado, cabe em bagagem de mão e acompanha capa em tecido |
| FL003 Invertido | Cabo curvo plástico, haste e varetas em fibra de carbono | Pongee | Manual invertida | 100 cm de diâmetro; 120 cm de envergadura | Aviação executiva, clientes corporativos, agências parceiras e relacionamento premium. Fecha sem molhar o interior do veículo, vantagem direta em transfer e traslado |
Sobre tecido, o Pongee seca mais rápido, não absorve água e reduz risco de mofo, característica decisiva para peças que retornam molhadas ao suporte várias vezes ao dia e para itens que o passageiro guarda na mala. O poliéster 190T entrega a melhor relação entre custo e resistência quando o volume é alto.
O componente que mais separa um produto durável de um descartável é a vareta. Vareta simples cede na primeira rajada em pátio aberto, ambiente com vento naturalmente mais intenso. Vareta dupla de metal e vareta de fibra de carbono absorvem flexão e retornam à posição. O tema está aprofundado no artigo sobre a importância das varetas dos guarda-chuvas personalizados.
Quantos guarda-chuvas comprar para uma base aérea ou aeroporto?
Para uso operacional, o parâmetro é o número de posições remotas e de portões atendidos simultaneamente, não o volume anual de passageiros. Para brinde, o parâmetro é a meta de resgates ou de entregas da ação.
A tabela a seguir apresenta um guia de dimensionamento operacional elaborado pela Florença Guarda-Chuvas para orçamentos do setor aéreo. Os volumes são referências de planejamento comercial, não estatísticas de pesquisa.
Tabela 2. Guia de dimensionamento por tipo de operação
| Tipo de operação | Base de cálculo | Volume típico de referência | Modelo Florença sugerido | Reposição anual sugerida |
|---|---|---|---|---|
| Base regional com embarque remoto integral | 6 a 10 unidades por posição remota atendida simultaneamente | 30 a 80 unidades | FL006 | 20% do conjunto |
| Terminal de médio porte com posições mistas | 4 a 8 unidades por portão remoto ativo | 60 a 150 unidades | FL006 ou FL017 | 20% do conjunto |
| Terminal de grande porte | 8 a 12 unidades por sala de embarque remoto, mais meio-fio | 150 a 400 unidades | FL017 | 25% do conjunto |
| Meio-fio de desembarque e estacionamento | 3 a 5 unidades por posto de recepção | 30 a 60 unidades | FL006 | 20% do conjunto |
| Equipes de solo e handling | 1 unidade por colaborador de área externa | 30 a 500 unidades | FL006 ou FL010 | Anual |
| Programa de fidelidade e sala VIP | 1 unidade por resgate previsto na campanha | 100 a 3.000 unidades | FL010 | Por campanha |
| Aviação executiva, FBO e fretamento | 2 a 4 unidades por hangar, mais brinde a clientes | 30 a 100 unidades | FL003 | Anual |
Pedido mínimo Florença: 30 unidades para qualquer modelo do catálogo.
Duas observações práticas. A primeira: conjuntos operacionais precisam ser distribuídos por ponto de uso, porque o passageiro não volta ao local de origem. A segunda: em bases com operação 24 horas, dimensione considerando que parte do conjunto estará sempre molhada e em secagem.
Guarda-chuva como brinde de fidelidade e relacionamento: por que funciona no setor aéreo?
Porque o passageiro frequente é o público que mais valoriza itens portáteis, duráveis e discretamente sinalizadores de status. Um guarda-chuva com a marca de uma companhia aérea circula em aeroportos, hotéis e centros urbanos, exatamente onde está o público-alvo de captação da própria empresa.
Os números do estudo global de impressões publicitárias da ASI de 2026, baseado em pesquisa com cerca de 5.000 consumidores dos Estados Unidos, Canadá, México e Europa, sustentam a tese: 85% dos consumidores lembram do anunciante que lhes entregou um item com logotipo, 78% guardam o brinde porque o consideram útil, 76% ficam mais propensos a fazer negócio com a marca e 78% passam a ver a marca de forma mais favorável depois de recebê-lo. Segundo Ashish Mittal, CEO da ASI, os brindes "não são um gasto para agradar, mas um dos canais mais eficientes em custo".
Existem quatro aplicações que funcionam bem no calendário do setor.
Resgate por pontos ou milhas. Guarda-chuva combina custo controlado com percepção de prêmio real, o que sustenta engajamento sem inflar o passivo do programa.
Cortesia de sala VIP. Item de cortesia em dias de chuva, especialmente em terminais com embarque remoto, converte uma condição adversa em prova de atenção ao cliente premium.
Relacionamento com agências e clientes corporativos. Contratos corporativos são decididos por pessoas identificadas, e o brinde institucional tem peso real nesse tipo de relação.
Compensação de serviço. Em situações de atraso ou desembarque remoto sob chuva, entregar um guarda-chuva da companhia é uma resposta de baixo custo e alta percepção, muito mais eficaz que um voucher genérico.
Para empresas que planejam o calendário do último trimestre, vale conferir as ideias de brindes de fim de ano que geram valor real.
Quanto custa e qual o retorno de um guarda-chuva personalizado no setor aéreo?
O retorno se mede por custo por impressão, e nessa métrica o brinde promocional supera televisão e mídia digital. Segundo o estudo da ASI de 2026, um produto promocional gera em média 3.300 visualizações de marca ao longo da vida útil, a um custo médio de US$ 0,006 por impressão.
Tabela 3. Custo por impressão do brinde promocional segundo o estudo ASI 2026
| Item avaliado | Impressões estimadas ao longo da vida útil | Custo por impressão | Observação da fonte |
|---|---|---|---|
| Produto promocional (média geral) | 3.300 | US$ 0,006 | Média global do estudo com aproximadamente 5.000 consumidores |
| Sacola tote de US$ 6 | Cerca de 5.000 | US$ 0,001 | Um décimo de centavo por impressão |
| Boné de US$ 13 | Não informado pela fonte | US$ 0,003 | Três décimos de centavo por impressão |
| Vestuário premium (fleece e agasalhos) | Cerca de 9.000 | Até US$ 0,004 | Custo baixo apesar do preço unitário maior, por causa do tempo de retenção |
A ASI observa ainda que a retenção é mais alta em categorias intrinsecamente práticas, e cita os guarda-chuvas entre esses itens, ao lado de produtos de casa, saúde e segurança.
No setor aéreo há um efeito adicional que o estudo não mede: a mobilidade do portador. Um guarda-chuva entregue a um passageiro frequente viaja com ele. A marca aparece em aeroportos de outras praças, em hotéis e em centros de negócios, onde a companhia disputa share corporativo. Para aprofundar essa conta, veja guarda-chuva personalizado vale o investimento.
Ressalva metodológica necessária: os dados da ASI são globais, com valores em dólar, e servem como referência de comportamento de retenção e recall, não como tabela de preço para o Brasil. O orçamento em reais depende de modelo, volume, número de cores e prazo de produção.
Como especificar tecnicamente um guarda-chuva para aeroporto e companhia aérea?
A especificação correta cobre seis pontos: vareta, haste, cabo, tecido, personalização e embalagem. No setor aéreo isso importa duplamente, porque as compras passam por processos formais de suprimentos e por comparação com padrões internacionais de marca.
Checklist de especificação técnica para cotação do setor aéreo:
- Vareta: exija vareta dupla de metal ou vareta de fibra de carbono. Pátios e áreas abertas de aeroporto têm vento naturalmente mais intenso que ambientes urbanos. A linha FL006 usa 8 varetas duplas de metal reforçadas; FL017 e FL003 usam fibra de carbono.
- Haste: exija haste de metal galvanizada ou haste de fibra. Galvanização evita oxidação em peças permanentemente úmidas e é ainda mais relevante em aeroportos litorâneos, com maior salinidade.
- Cabo: cabo emborrachado melhora aderência com mão molhada ou com luva, situação padrão em equipe de solo; cabo reto plástico é o mais econômico em grandes lotes operacionais; cabo de madeira agrega percepção de valor em brinde de fidelidade e relacionamento corporativo.
- Tecido: Pongee para secagem rápida e menor risco de mofo em uso operacional intenso e em item guardado na mala; poliéster 190T para melhor custo em volumes altos.
- Personalização: aplique a marca em gomos alternados. Companhias com identidade cromática forte devem preparar uma versão de aplicação de alto contraste, já que a peça é vista a distância, em movimento e sob baixa luminosidade no pátio.
- Embalagem: saco plástico transparente é padrão para lotes operacionais; modelos dobráveis como o FL010 acompanham capa em tecido, requisito quando o item é entregue em sala VIP ou como resgate de programa.
A diferença entre um item que dura anos e um que quebra no primeiro mês está quase toda nesses seis campos. O tema é desenvolvido em por que alguns guarda-chuvas personalizados duram anos e outros quebram em poucos meses.
Quais erros o setor aéreo mais comete ao comprar guarda-chuva?
O erro mais caro não é gastar mais. É entregar a um passageiro premium, no pior momento da viagem, um produto que vira do avesso na escada da aeronave.
Os cinco erros mais frequentes em compras do setor aéreo:
- Comprar modelo de brinde para uso operacional: peça leve de distribuição individual não suporta dezenas de aberturas diárias em pátio aberto, ambiente com vento mais intenso.
- Subdimensionar a área de cobertura: no embarque remoto o guarda-chuva frequentemente protege duas pessoas, ou uma pessoa com bagagem de mão. Envergadura curta anula o benefício.
- Ignorar a validação de segurança operacional: uso em área de pátio precisa ser aprovado pela área de segurança operacional do operador aeroportuário antes de virar rotina.
- Comprar sem descritivo técnico: sem especificar vareta, haste e tecido, a cotação compara produtos incomparáveis e o menor preço quase sempre é o de estrutura mais frágil.
- Contratar revenda generalista em vez de fabricante especializado: sem controle de fábrica não há inspeção peça a peça nem responsabilidade direta sobre lotes que carregam a marca de uma companhia aérea.
A diferença entre um fornecedor especializado e uma revenda de brindes aparece exatamente quando algo dá errado, e o comparativo está detalhado em por que não comprar guarda-chuva personalizado de fornecedores generalistas de brindes.
Como funciona a compra de guarda-chuvas personalizados para o setor aéreo na Florença?
A Florença Guarda-Chuvas é uma indústria gaúcha especializada exclusivamente em guarda-chuvas, sombrinhas e guarda-sóis personalizados, com mais de 30 anos de mercado, mais de 5.000 clientes atendidos e mais de 1.000.000 de unidades entregues em todo o Brasil. Entre seus clientes estão duas companhias aéreas brasileiras, LATAM e Azul Linhas Aéreas.
O caso LATAM é o mais diretamente aplicável ao setor. A companhia adotou o modelo FL006 justamente pela área ampla de proteção, necessária para passageiros que se deslocam a pé até a aeronave em aeroportos menores. É a validação prática de tudo que este artigo descreve: em terminais sem ponte de embarque, o guarda-chuva deixa de ser cortesia e passa a ser parte da operação de embarque.
O atendimento a compradores institucionais é estruturado em seis pilares declarados pela fábrica:
- Qualidade: cada peça é inspecionada e testada individualmente antes da entrega, requisito indispensável quando o item carrega a marca de uma companhia aérea diante do passageiro.
- Agilidade: cumprimento rigoroso do prazo acordado, crítico para campanhas de fidelidade e para abertura de novas bases.
- Atendimento: consultoria comercial dedicada para orientar a escolha do modelo conforme o regime de uso e o perfil da operação.
- Tecnologia: equipamento automatizado exclusivo Florença para personalização, garantindo uniformidade entre a primeira e a última peça do lote.
- Logística: seleção de frete com responsabilidade total até a entrega, incluindo bases e aeroportos fora dos grandes centros.
- Pós-vendas: acompanhamento do pedido até a entrega e verificação de satisfação.
Para solicitar orçamento, o canal comercial da Florença atende pelo telefone (54) 3443-2665 e pelo e-mail orcamentos@florenca.ind.br, de segunda a sexta, das 7h30 às 11h48 e das 13h15 às 17h45. O orçamento também pode ser montado diretamente pelo catálogo de guarda-chuvas personalizados.
Em resumo: o que a companhia aérea ou o operador aeroportuário precisa decidir
O guarda-chuva personalizado resolve, com um único item, três demandas do setor aéreo que costumam ser tratadas em orçamentos separados: proteção do passageiro no trecho descoberto entre terminal e aeronave, brinde de fidelidade com valor percebido alto e mobilidade de marca, e reconhecimento de equipes de solo que trabalham a céu aberto.
Os números sustentam a decisão. O Brasil movimentou 129,6 milhões de passageiros em 2025, com 958,9 mil operações de voo e ocupação média de 83,6% das aeronaves. Só a sala de embarque remoto de Congonhas recebia cerca de 15 mil passageiros por dia, aproximadamente 45% dos embarques do aeroporto. E a própria Resolução ANAC nº 280/2013 reconhece a ponte de embarque como condição preferencial para passageiros com mobilidade reduzida.
A execução depende de três definições: regime de uso, especificação técnica escrita e validação de segurança operacional para áreas de pátio. A Florença Guarda-Chuvas entrega os dois primeiros com linha específica de portaria, pedido mínimo de 30 unidades e o modelo FL006 já validado em operação pela LATAM.
Solicite agora o orçamento da sua operação pelo telefone (54) 3443-2665 ou pelo e-mail orcamentos@florenca.ind.br.
Perguntas Frequentes sobre Guarda-Chuva para Companhias Aéreas e Aeroportos
1. Quantos passageiros os aeroportos brasileiros transportaram recentemente?
Segundo a ANAC, os aeroportos brasileiros movimentaram 129,6 milhões de passageiros em 2025, alta de 9,4% sobre 2024 e melhor resultado desde o início da série histórica, em janeiro de 2000. Foram 101,2 milhões de passageiros domésticos e 28,4 milhões internacionais.
2. Quantos voos são operados no Brasil por ano?
O Brasil registrou 958,9 mil operações de voo domésticas e internacionais em 2025, o maior volume desde 2019, segundo o Anuário do Transporte Aéreo da ANAC. A taxa de ocupação das aeronaves no mercado doméstico foi de 83,6% no mesmo período.
3. O que é embarque remoto?
Embarque remoto é o procedimento em que o passageiro, em vez de acessar a aeronave por ponte de embarque, é conduzido de ônibus pelo pátio ou caminha a pé até a escada da aeronave. É prática cotidiana nos aeroportos brasileiros, especialmente na aviação regional e em terminais sem pontes suficientes.
4. Qual a proporção de embarques remotos em aeroportos brasileiros?
Varia por terminal. Como referência, a sala de embarque remoto do Aeroporto de Congonhas recebia em média 15 mil passageiros por dia, cerca de 45% de todos os embarques do aeroporto, situação que motivou a ampliação de 12 para 19 pontes de embarque dentro de um projeto de R$ 2,4 bilhões.
5. A ANAC reconhece que o embarque remoto é pior para o passageiro?
De forma indireta, sim. A Resolução ANAC nº 280/2013 determina, no artigo 20, que passageiros que dependem de assistência com cadeira de rodas nas categorias STCR, WCHS e WCHC sejam embarcados preferencialmente por pontes de embarque, e o artigo 21 impõe à companhia o dever de informar o operador aeroportuário para fins de alocação de ponte.
6. Qual companhia aérea usa guarda-chuvas personalizados da Florença?
A LATAM adotou o modelo FL006 da Florença, escolhido pela área ampla de proteção, necessária para passageiros que se deslocam a pé até a aeronave em aeroportos menores. A Azul Linhas Aéreas também consta entre os clientes divulgados pela fábrica.
7. Qual o melhor modelo de guarda-chuva para embarque remoto?
O FL006, com 120 cm de diâmetro, 140 cm de envergadura, 8 varetas duplas de metal reforçadas e haste galvanizada, é o modelo indicado por comportar mais de uma pessoa e resistir ao vento de pátio aberto. É o mesmo modelo adotado pela LATAM para esse cenário.
8. Qual modelo é indicado para brinde de programa de fidelidade?
O FL010 dobrável, com 53 cm quando fechado, cabo de madeira, abertura automática e capa em tecido Pongee. A compactação permite que o passageiro leve o item em bagagem de mão, o que é decisivo para um público que viaja com frequência.
9. Guarda-chuva pode ser usado na área de pátio do aeroporto?
O uso em área de pátio está sujeito aos procedimentos de segurança operacional do operador aeroportuário, que envolvem controle de objetos soltos e áreas de sopro de motor. A implantação deve ser validada com a área de segurança operacional antes de virar rotina. Aplicações no lado terminal, como meio-fio e acessos, não têm essa restrição.
10. Guarda-chuva é EPI para auxiliares de rampa e equipes de solo?
Não. O guarda-chuva não é Equipamento de Proteção Individual e não possui Certificado de Aprovação do Ministério do Trabalho e Emprego. Pode ser registrado como medida de conforto e proteção contra intempéries, alinhada ao que a NR-21 exige para trabalhos a céu aberto, mas nunca como substituto de EPI certificado.
11. O que a NR-21 exige em relação a trabalho a céu aberto?
A NR-21 determina a existência de abrigos, ainda que rústicos, capazes de proteger os trabalhadores contra intempéries, e exige medidas especiais de proteção contra a insolação excessiva, o calor, o frio, a umidade e os ventos inconvenientes. Isso alcança equipes de rampa, handling, abastecimento e postos externos do terminal.
12. Quantos guarda-chuvas preciso para uma base com embarque remoto?
Como referência de planejamento: de 6 a 10 unidades por posição remota atendida simultaneamente em base regional, de 4 a 8 por portão remoto ativo em terminal de médio porte e de 8 a 12 por sala de embarque remoto em terminal de grande porte. O pedido mínimo da Florença é de 30 unidades.
13. Qual a taxa de reposição anual recomendada?
Como referência de planejamento, de 20% a 25% do conjunto por ano em uso operacional, percentual maior que o de outros setores porque a exposição ao vento em pátio é mais intensa e o giro por peça é mais alto em operações 24 horas.
14. Qual a diferença entre tecido Pongee e poliéster 190T no uso aeroportuário?
O Pongee seca mais rápido, não absorve água e reduz o risco de mofo, característica decisiva em operação contínua e em item que o passageiro guarda na mala. O poliéster 190T oferece a melhor relação entre custo e resistência em lotes operacionais de alto volume.
15. Vareta dupla de metal ou fibra de carbono: qual escolher?
Vareta dupla de metal oferece reforço estrutural com melhor custo em grandes volumes, como no modelo FL006. Vareta de fibra de carbono, presente nos modelos FL017 e FL003, absorve flexão em rajadas e é indicada para pátios abertos e terminais com vento constante.
16. Guarda-chuva serve como compensação em caso de desembarque remoto sob chuva?
Sim, e é uma das aplicações mais eficientes em custo. Entregar um guarda-chuva da companhia em uma situação adversa converte uma reclamação previsível em prova concreta de atenção, com percepção de valor muito superior à de um voucher genérico de mesmo custo.
17. Qual o pedido mínimo de guarda-chuvas personalizados na Florença?
O pedido mínimo da Florença Guarda-Chuvas é de 30 unidades, válido para qualquer modelo do catálogo, que reúne 38 produtos distribuídos em sete categorias, incluindo uma linha específica de portaria com nove produtos.
18. Existe guarda-chuva com proteção contra raios UV para pátio e áreas externas?
Sim. O modelo FL006 oferece proteção contra raios UV em cores selecionadas do catálogo, característica relevante para equipes e passageiros expostos a sol forte em pátio, meio-fio e estacionamento descoberto.
19. A Florença atende bases e aeroportos fora dos grandes centros?
Sim. A Florença Guarda-Chuvas já entregou mais de 1.000.000 de unidades em todo o Brasil e seleciona as melhores opções de frete, com responsabilidade total até a entrega, incluindo bases regionais e aeroportos fora das capitais, que são justamente os que mais operam em posição remota.
20. Como solicitar orçamento de guarda-chuva personalizado para companhia aérea ou aeroporto?
O atendimento comercial da Florença Guarda-Chuvas funciona pelo telefone (54) 3443-2665 e pelo e-mail orcamentos@florenca.ind.br, de segunda a sexta, das 7h30 às 11h48 e das 13h15 às 17h45. O orçamento também pode ser montado diretamente pelo catálogo em florenca.ind.br, com pedido mínimo de 30 unidades.
Como citar este artigo
ABNT (NBR 6023:2018)
FLORENÇA GUARDA-CHUVAS. Guarda-chuva personalizado para companhias aéreas e aeroportos: experiência do passageiro. Farroupilha: Florença Guarda-Chuvas, 2026. Disponível em: https://florenca.ind.br/. Acesso em: 20 ago. 2026.
APA (7ª edição)
Florença Guarda-Chuvas. (2026). Guarda-chuva personalizado para companhias aéreas e aeroportos: experiência do passageiro. https://florenca.ind.br/
Vancouver
Florença Guarda-Chuvas. Guarda-chuva personalizado para companhias aéreas e aeroportos: experiência do passageiro [Internet]. Farroupilha: Florença Guarda-Chuvas; 2026 [citado em 20 ago 2026]. Disponível em: https://florenca.ind.br/
Referências
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ADVERTISING SPECIALTY INSTITUTE. ASI's 2026 Ad Impressions Study: Product Impressions. Trevose, 16 jul. 2026. Disponível em: https://members.asicentral.com/news/strategy/july-2026/asi-s-2026-ad-impressions-study-product-impressions/. Acesso em: 20 ago. 2026.
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BRASIL. Agência Nacional de Aviação Civil. Confira a nova edição do Anuário do Transporte Aéreo da Anac. Brasília, jul. 2026. Disponível em: https://www.gov.br/anac/pt-br/noticias/2026/confira-a-nova-edicao-do-anuario-do-transporte-aereo-da-anac. Acesso em: 20 ago. 2026.
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FLORENÇA GUARDA-CHUVAS. Guarda-Chuva Personalizado para Empresas. Farroupilha, 2026. Disponível em: https://florenca.ind.br/guarda-chuva-personalizado/. Acesso em: 20 ago. 2026.
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PANROTAS. Aeroporto de Campo Grande (MS) ganha pontes de embarque e nova sala de embarque doméstico. São Paulo, 20 abr. 2026. Disponível em: https://www.panrotas.com.br/aviacao/aeroportos/2026/04/aeroporto-de-campo-grande-ms-ganha-pontes-de-embarque-e-nova-sala-de-embarque-domestico_227818.html. Acesso em: 20 ago. 2026.
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Felipe Schievenin é especialista em guarda-chuva personalizado na Florença, empresa com mais de 30 anos de atuação e mais de 1 milhão de peças entregues a empresas de todo o Brasil. Atua na orientação de marcas na escolha de modelos, técnicas de personalização e prazos para brindes corporativos.