CPM de brinde: quanto custa cada vez que sua marca é vista em um item promocional?

Sombrinha personalizada 010L marrom aberta, modelo compacto de três dobras

O CPM de brinde é o custo do item dividido pelas vezes que a marca é vista na vida útil dele, multiplicado por mil. Segundo a ASI (2026), um produto promocional típico gera 3.300 impressões a US$ 0,006 cada. Um guarda-chuva personalizado soma 2.300 impressões e segue expondo a marca sem nova verba.

Pontos-chave

  • O CPM (custo por mil impressões) de um brinde se calcula assim: preço unitário dividido pelas impressões na vida útil, vezes 1.000.
  • O produto promocional típico gera 3.300 impressões ao longo da vida útil, com custo médio de US$ 0,006 por impressão, segundo a ASI (2026).
  • Guarda-chuvas personalizados acumulam 2.300 impressões na vida útil, segundo a ASI (2026), contra 550 dos calendários e 400 dos pen drives.
  • O tíquete médio do brinde personalizado no Brasil foi de R$ 16,20 em 2024, contra R$ 14 em 2022, segundo o relatório Setor Brindeiro no Brasil 2024, da LTP.
  • Com esse tíquete e 3.300 impressões, o CPM de um brinde médio fica em R$ 4,91, abaixo da faixa de R$ 15 a R$ 35 do Feed do Meta Ads no Brasil em 2026, segundo a Trafius.
  • A Lei 9.249/1995, art. 13, VII, veda a dedução das despesas com brindes no lucro real e na CSLL, mas a Receita aceita como propaganda objetos de diminuto valor ligados à atividade.

O que é CPM de brinde e como ele se diferencia do CPM de mídia paga?

O que significa CPM?

CPM é a sigla de custo por mil impressões, a métrica que mostra quanto um anunciante paga para que a mensagem seja vista mil vezes. Na mídia digital, a conta é gasto total dividido pelas impressões, vezes 1.000. A Trafius, em levantamento publicado em abril de 2026, lembra que no Meta Ads o CPM é a métrica base do leilão, cobrada mesmo quando a campanha é otimizada para cliques ou conversões.

O CPM de brinde aplica a mesma lógica a um objeto físico. Em vez de pagar por exibição em uma tela, a empresa paga uma vez pelo item personalizado, e cada uso do item diante de outras pessoas conta como uma impressão da marca. Por isso o CPM de brinde é uma métrica de vida útil, e não de campanha: ele só fica completo quando o item sai de circulação.

O que conta como impressão em um item promocional?

Impressão, no caso de um brinde, é cada vez que uma pessoa vê a marca estampada no produto, seja o próprio dono, seja quem cruza com ele na rua, no escritório ou no transporte. A ASI (Advertising Specialty Institute), entidade americana que publica o Ad Impressions Study desde 2009, calcula as impressões de cada categoria multiplicando três fatores: o tempo que o consumidor guarda o produto, a frequência de uso e o número de pessoas com quem ele tem contato enquanto usa.

Por isso itens usados em público rendem mais. Segundo a ASI, fleece e jaquetas somam 9.000 impressões na vida útil, ecobags 4.900 e bonés 4.000, enquanto calendários ficam em 550 e pen drives em 400. O guarda-chuva personalizado, com 2.300 impressões, está entre os itens que circulam em espaço público, onde a marca é vista por desconhecidos.

A diferença central para a mídia paga é o que acontece depois do pagamento. Um anúncio de feed para de gerar impressões quando a verba acaba; um guarda-chuva com a sua logomarca segue gerando impressões a cada dia de chuva. Por isso a durabilidade é a variável mais importante da conta.

Quanto custa cada impressão de um brinde, segundo os dados?

O custo médio por impressão de um produto promocional é de US$ 0,006, o que equivale a um CPM de US$ 6, segundo o 2026 Global Advertising Impressions Study da ASI, baseado em pesquisa com quase 5.000 consumidores dos Estados Unidos, Canadá, México e Europa. O mesmo estudo aponta que 85% dos consumidores lembram o anunciante que lhes deu um produto com logomarca e que 76% ficam mais propensos a fazer negócio com a marca que oferece o brinde.

A tabela abaixo reúne as impressões por categoria da edição 2026 e os custos por impressão que a ASI divulgou para itens específicos. Os valores estão em dólar; o que importa é a relação entre preço e impressões.

Categoria Impressões na vida útil (ASI 2026) Custo por impressão divulgado pela ASI Ano do dado
Fleece e jaquetas 9.000 US$ 0,004 ou menos 2026
Ecobags 4.900 US$ 0,001 (ecobag de US$ 6) 2026
Bonés 4.000 3/10 de centavo (boné de US$ 13) 2026
Guarda-chuvas 2.300 perto de meio centavo (modelo de viagem de US$ 10, edição 2023) 2026 e 2023
Canetas 1.900 menos de 1/10 de centavo (caneta de metal de US$ 1, edição 2023) 2026 e 2023
Calendários 550 1,5 centavo (calendário de US$ 10, edição 2023) 2026 e 2023
Média dos produtos promocionais 3.300 US$ 0,006 2026

Fonte: ASI, 2026 Global Advertising Impressions Study, Product Spotlight 2026 e 2023 Ad Impressions Study.

O guarda-chuva saltou de 1.760 impressões na edição 2023 para 2.300 na edição 2026, e na edição 2023 a ASI registrou que 54% dos consumidores guardam e usam o guarda-chuva promocional por pelo menos dois anos. O calendário tem o custo por impressão mais alto da lista porque perde a utilidade em doze meses.

No Brasil, o ponto de partida para a conta é o tíquete médio. O relatório Setor Brindeiro no Brasil 2024, da LTP Personalização, feito com dados transacionais da empresa e 150 questionários, aponta tíquete médio de R$ 16,20 por brinde personalizado em 2024, em um mercado que movimentou R$ 3,1 bilhões e 194 milhões de unidades. Aplicando as 3.300 impressões médias da ASI, um brinde de R$ 16,20 tem CPM de R$ 4,91 (16,20 dividido por 3.300, vezes 1.000).

O que a Receita Federal diz sobre o custo do brinde?

A regra tributária afeta o custo real do brinde e, portanto, o CPM. A Lei 9.249/1995, no art. 13, determina que, para apuração do lucro real e da base de cálculo da CSLL, são vedadas as deduções "das despesas com brindes" (inciso VII). Na prática, para empresas no lucro real, o gasto com brinde entra no resultado contábil, mas é adicionado de volta na apuração do IRPJ e da CSLL.

A própria Receita Federal, porém, abre uma porta. No Perguntas e Respostas da ECF referente ao ano-calendário de 2021, a Receita afirma que os gastos com a distribuição de objetos de diminuto valor e diretamente relacionados com a atividade da empresa podem ser deduzidos como despesa de propaganda. A análise é de Alexandre Evaristo Pinto e Fernando Brasil de Oliveira Pinto, conselheiros do Carf, publicada no Conjur em novembro de 2022.

Norma ou decisão O que estabelece Data Efeito no custo do brinde
Lei 9.249/1995, art. 13, VII Veda a dedução das despesas com brindes no lucro real e na CSLL 26/12/1995 O custo do brinde não reduz a base do IRPJ e da CSLL
Parecer Normativo CST 15/76 Admitia a dedução de brindes de pequeno valor com índice moderado sobre a receita bruta 1976 Base histórica do entendimento sobre diminuto valor
Solução de Consulta Cosit 4/2001 Aceita como propaganda objetos de diminuto valor ligados à atividade 28/09/2001 Abre caminho para dedução como propaganda
Perguntas e Respostas ECF, pergunta 127 Repete a vedação e a exceção para objetos de diminuto valor Ano-calendário 2021 Orientação oficial da Receita
Acórdão CSRF 9101-006.209 Dedutibilidade como propaganda de CDs com logotipo de drogaria, por unanimidade 14/07/2022 Precedente favorável ao contribuinte
Acórdão CSRF 9101-006.276 Dedutibilidade como propaganda de objetos entregues a assinantes de revista, por unanimidade 09/09/2022 Precedente favorável ao contribuinte

Fonte: elaboração própria com base na Lei 9.249/1995 e em Pinto e Pinto, Conjur, 2022.

Para o cálculo do CPM, quem está no lucro real deve considerar o custo cheio do brinde, a menos que o contador enquadre o item como propaganda. Como um guarda-chuva não é, em regra, objeto de valor irrisório, a classificação deve ser avaliada caso a caso. Este conteúdo é informativo e não substitui a orientação de um contador ou advogado tributarista.

Por que a maioria das empresas calcula errado o custo do brinde?

A maioria das empresas avalia o brinde pelo preço unitário, e não pelo custo por impressão, e acaba escolhendo o item mais barato, que costuma durar menos e aparecer menos em público. O relatório da LTP mostra que o mercado já percebeu o problema: segundo Carla Olinda, sócia diretora da LTP, brindes de baixo valor como chaveiros e canetas seguem em grande produção, mas perdem participação para itens mais caros, usados para aumentar a percepção de valor da marca.

Os erros de cálculo mais comuns:

  • Comparar apenas o preço unitário entre fornecedores, ignorando quantas vezes cada item será visto ao longo da vida útil.
  • Tratar o brinde como custo de evento, encerrado no dia da entrega, quando as impressões continuam por meses ou anos.
  • Escolher itens de uso privado, como agendas e cadernos, esperando visibilidade pública que o objeto não entrega.
  • Ignorar a durabilidade: um guarda-chuva que quebra no primeiro vento forte zera as impressões futuras e ainda associa a marca a um produto ruim.
  • Esquecer o efeito tributário da Lei 9.249/1995, que no lucro real impede a dedução do gasto com brinde no IRPJ e na CSLL.
  • Comparar o brinde com anúncios digitais usando o CPM de meses baratos, quando a compra de brindes se concentra em novembro e dezembro, período de CPM inflado na mídia paga.

O último ponto pesa: segundo a Trafius, o CPM do Meta Ads no Brasil fica até 70% mais alto na Black Friday e de 40% a 60% mais alto em dezembro, justamente a janela em que as empresas compram presentes de fim de ano.

Como calcular o CPM do seu brinde passo a passo?

O cálculo do CPM de brinde usa uma fórmula única: CPM = (custo total por unidade dividido pelas impressões estimadas na vida útil) x 1.000. O trabalho está em estimar bem cada parte da conta, e os passos abaixo organizam essa estimativa.

  1. Some o custo total por unidade. Inclua o produto, a personalização, a embalagem e o frete, dividindo os custos fixos pelo tamanho do lote. Segundo o levantamento da LTP divulgado pelo Promoview, a personalização custa em média R$ 0,80 por item no Brasil.
  2. Defina a estimativa de impressões pela categoria. Use como referência os números da ASI: 2.300 impressões para guarda-chuvas, 4.000 para bonés, 1.900 para canetas e 3.300 para a média dos produtos promocionais. Ajuste para baixo se o item for de uso privado.
  3. Ajuste a estimativa ao seu público. Um guarda-chuva entregue a quem anda a pé ou de transporte público tende a ficar acima da média; entregue a quem só anda de carro, abaixo. Registre a premissa por escrito.
  4. Aplique a fórmula. Exemplo com o tíquete médio da LTP: R$ 16,20 dividido por 3.300 impressões, vezes 1.000, resulta em CPM de R$ 4,91. Para um guarda-chuva de R$ 45 (valor de simulação) com 2.300 impressões, o CPM é de R$ 19,57.
  5. Calcule o ponto de equilíbrio com a mídia que você já usa. Divida o preço do brinde pelo CPM de referência e multiplique por 1.000 para saber quantas impressões o item precisa gerar para empatar. Um guarda-chuva de R$ 45 comparado a um CPM de R$ 15 precisa de 3.000 impressões para empatar.
  6. Compare o custo por impressão com a qualidade da impressão. Segundo a ASI, 85% dos consumidores lembram quem deu o brinde e 78% passam a ver a marca de forma mais favorável.
  7. Revise depois da campanha. Pergunte a uma amostra de clientes se ainda usam o item, com que frequência e onde. Esses dados substituem a média americana e tornam o próximo cálculo mais preciso.

Segundo Nate Kucsma, diretor executivo sênior de pesquisa da ASI, "o valor real está em usar os dados" (tradução livre) para comparar o brinde com as demais mídias do plano de marketing. A fórmula serve exatamente para isso: colocar o brinde na mesma régua do restante do orçamento.

Brinde ou anúncio digital: qual entrega o menor custo por impressão?

O brinde médio brasileiro tem CPM de R$ 4,91 pelo cálculo com dados da LTP e da ASI, enquanto o Feed do Meta Ads custou de R$ 15 a R$ 35 por mil impressões no Brasil em 2026, segundo a Trafius. Um guarda-chuva personalizado, por ser um item estruturado e mais caro, fica na mesma faixa do Feed, mas com impressões que não dependem de nova verba e que acontecem em espaço público.

A tabela compara as opções. Os preços do guarda-chuva são valores de simulação para mostrar o efeito da durabilidade, e não preços de catálogo.

Opção Custo de referência Impressões consideradas CPM resultante Depois que a verba acaba
Brinde médio no Brasil R$ 16,20 (tíquete médio LTP 2024) 3.300 (média ASI 2026) R$ 4,91 Continua gerando impressões
Guarda-chuva de R$ 30 (simulação) R$ 30 2.300 (ASI 2026) R$ 13,04 Continua gerando impressões
Guarda-chuva de R$ 45 (simulação) R$ 45 2.300 (ASI 2026) R$ 19,57 Continua gerando impressões
Guarda-chuva de R$ 45 com uso menor (simulação) R$ 45 1.760 (ASI 2023) R$ 25,57 Continua gerando impressões
Meta Ads, Feed Leilão Compradas R$ 15 a R$ 35 Para de gerar impressões
Meta Ads, Stories e Reels Leilão Compradas R$ 8 a R$ 20 Para de gerar impressões

Fonte: elaboração própria com base em ASI (2023 e 2026), LTP (2024) e Trafius (2026).

Leitura honesta: o brinde barato ganha no custo puro; o guarda-chuva empata com o digital no custo e ganha em permanência e lembrança. Segundo a ASI, 36% dos consumidores ficam mais propensos a fazer negócio com quem lhes deu um guarda-chuva com logomarca. Um estudo conjunto da ASI com a PPAI, citado por Theresa Hegel, editora executiva da ASI, estimou ainda que o impacto de carbono por impressão memorizada do brinde é oito vezes menor que o da publicidade digital.

Quais erros encarecem o CPM de um brinde?

O CPM de um brinde sobe sempre que o item gera menos impressões do que o previsto, e quase todos os motivos estão sob controle de quem compra. Segundo Ashish Mittal, CEO da ASI, "os itens promocionais não são um gasto para se sentir bem" (tradução livre), e tratar o brinde como investimento mensurável começa por evitar estes erros:

  • Comprar o modelo mais frágil da cotação: se o guarda-chuva dura uma estação em vez de dois anos, as impressões caem e o CPM pode dobrar.
  • Aplicar a logomarca pequena demais ou em cor de baixo contraste: o item é usado, mas a marca não é vista, e a impressão não acontece de fato.
  • Escolher um objeto que o público não usa: um brinde guardado na gaveta gera zero impressões, e 78% dos consumidores dizem guardar produtos promocionais porque são úteis, segundo a ASI.
  • Distribuir sem critério em feiras: parte dos itens vai para quem não é cliente potencial, o que aumenta o custo por impressão qualificada.
  • Ignorar o prazo de produção: pedidos feitos em cima da data obrigam a trocar o item planejado por outro disponível em estoque, geralmente menos durável.
  • Esquecer o clima e a rotina de quem recebe: um guarda-chuva vale mais para quem caminha na chuva, e um guarda-sol vale mais para quem frequenta praia, piscina ou eventos ao ar livre.

Como a Florença reduz o CPM do seu guarda-chuva personalizado?

A Florença reduz o CPM do guarda-chuva personalizado atacando a variável que mais pesa na conta: a durabilidade, que multiplica as impressões. A Florença é uma empresa gaúcha especializada em guarda-chuvas e guarda-sóis personalizados, com mais de 30 anos no mercado de brindes e, segundo a própria empresa, mais de 5.000 clientes atendidos e 1.000.000 de guarda-chuvas entregues em todo o Brasil. Cada peça é inspecionada e testada individualmente antes da entrega, segundo a Florença.

O FL016, com estrutura em madeira, abertura automática e 1,00 m de diâmetro, é o mais vendido quando a finalidade é brinde e está disponível em mais de 10 cores; a Colcci escolheu esse modelo para uma campanha de Black Friday nas lojas. O FL012, com varetas duplas e 1,20 m de diâmetro, comporta mais de uma pessoa e tem proteção UV; a APAE usou o modelo para presentear colaboradores no Dia do Professor. Veja os critérios de escolha no guia de guarda-chuva personalizado para brinde.

O pedido mínimo de 30 unidades permite testar o cálculo de CPM com um grupo pequeno de clientes antes de uma compra maior. Para ações com data marcada, a Florença detalha prazos em guarda-chuvas personalizados com entrega rápida, e o texto sobre como usar brindes personalizados para fidelizar clientes mostra como encaixar o brinde no relacionamento. Felipe Schievenin, especialista em guarda-chuva personalizado na Florença, orienta a escolha de modelo, técnica de personalização e prazo para cada campanha.

Perguntas frequentes sobre CPM de brinde

Qual é a fórmula do CPM de brinde?

A fórmula do CPM de brinde é o custo total por unidade dividido pelo número estimado de impressões na vida útil do item, multiplicado por 1.000. O custo inclui produto, personalização, embalagem e frete; as impressões vêm das médias por categoria da ASI, ajustadas ao público.

Quantas impressões um guarda-chuva personalizado gera?

Um guarda-chuva personalizado gera 2.300 impressões ao longo da vida útil, segundo a edição 2026 do Ad Impressions Study da ASI. Na edição 2023, o número era de 1.760 impressões. O resultado real depende da chuva, da rotina de quem recebe e da durabilidade do modelo.

Quantas impressões gera um brinde médio?

Um produto promocional típico gera 3.300 impressões ao longo da vida útil, segundo o 2026 Global Advertising Impressions Study da ASI, feito com quase 5.000 consumidores dos Estados Unidos, Canadá, México e Europa. Fleece e jaquetas chegam a 9.000 impressões; pen drives ficam em 400.

Quanto custa em média um brinde personalizado no Brasil?

O brinde personalizado custou em média R$ 16,20 por unidade no Brasil em 2024, segundo o relatório Setor Brindeiro no Brasil 2024, da LTP Personalização. Em 2022, o tíquete médio era de R$ 14. O mesmo relatório estima que o setor faturou R$ 3,1 bilhões em 2024 com 194 milhões de brindes vendidos.

O CPM de brinde é menor que o do Meta Ads?

O CPM do brinde médio brasileiro, de R$ 4,91 pelo cálculo com dados da LTP e da ASI, é menor que a faixa de R$ 15 a R$ 35 do Feed do Meta Ads no Brasil em 2026, segundo a Trafius. Itens mais caros, como guarda-chuvas, ficam na faixa do Feed, mas seguem gerando impressões sem nova verba.

Por que o guarda-chuva tem CPM maior que uma caneta?

O guarda-chuva tem CPM maior que uma caneta porque custa mais por unidade, e não porque gere menos impressões. Segundo a ASI, guarda-chuvas somam 2.300 impressões e canetas 1.900. A vantagem do guarda-chuva está na exposição em espaço público e na lembrança de um objeto útil.

Quanto tempo as pessoas guardam um guarda-chuva promocional?

Na edição 2023 do Ad Impressions Study, a ASI registrou que 54% dos consumidores guardam e usam um guarda-chuva promocional por pelo menos dois anos. Quanto mais tempo o guarda-chuva fica em uso, maior o número de impressões acumuladas e menor o CPM final da campanha, o que torna a durabilidade o critério central de compra.

O brinde pode ser deduzido do Imposto de Renda?

Em regra, não. A Lei 9.249/1995, art. 13, VII, veda a dedução das despesas com brindes na apuração do lucro real e da CSLL. A Receita Federal admite, no Perguntas e Respostas da ECF, a dedução como propaganda de objetos de diminuto valor ligados à atividade da empresa. A classificação deve ser feita pelo contador.

Brinde e propaganda são a mesma coisa para a Receita Federal?

Não são. Para a Receita, brinde é despesa indedutível pela Lei 9.249/1995, e propaganda pode ser dedutível quando ligada à atividade. Em 2022, a Câmara Superior do Carf aceitou como propaganda, por unanimidade, objetos de pequeno valor que estimulavam vendas.

O CPM de brinde inclui o custo de personalização?

Sim, o CPM de brinde deve incluir o custo de personalização, porque sem a logomarca o item não gera impressão de marca. Segundo levantamento da LTP divulgado pelo Promoview, a personalização custa em média R$ 0,80 por item no Brasil.

Como estimar as impressões do brinde para o meu público?

Para estimar as impressões do brinde no seu público, parta da média da ASI para a categoria e ajuste pela rotina de quem recebe. Pergunte com que frequência e por quanto tempo a pessoa usaria o item em público. Uma pesquisa curta com clientes após seis meses calibra a estimativa.

Qual brinde tem o menor custo por impressão?

Na edição 2026 da ASI, a ecobag aparece com o menor custo por impressão divulgado: US$ 0,001 para uma ecobag de US$ 6, com 4.900 impressões na vida útil. Fleece e jaquetas ficam em US$ 0,004 ou menos. Menor custo por impressão não garante a melhor lembrança.

O CPM de brinde leva em conta quem vê a marca na rua?

Sim, o CPM de brinde conta as pessoas que veem a marca em público. A ASI calcula as impressões multiplicando o tempo que o consumidor guarda o produto, a frequência de uso e o número de pessoas com quem ele cruza enquanto usa. Itens usados na rua, como guarda-chuvas e bonés, somam mais impressões.

Vale a pena dar guarda-chuva personalizado como brinde de fim de ano?

Sim, o guarda-chuva personalizado é uma escolha coerente para o fim de ano porque dura mais de uma temporada e gera impressões em espaço público. Segundo a Trafius, o CPM do Meta Ads fica de 40% a 60% mais alto em dezembro, o que torna o brinde durável ainda mais competitivo frente à mídia paga nessa época.

Qual é o pedido mínimo de guarda-chuva personalizado na Florença?

O pedido mínimo de guarda-chuva personalizado na Florença é de 30 unidades, segundo a própria empresa. Esse volume permite testar o cálculo de CPM com um grupo pequeno antes de uma compra maior.

Qual guarda-chuva da Florença é mais indicado para brinde?

O FL016 é o modelo mais vendido da Florença quando a finalidade é brinde, segundo a empresa. Ele tem estrutura em madeira, abertura automática, 1,00 m de diâmetro e mais de 10 cores. Para quem quer um guarda-chuva maior, o FL012 tem varetas duplas, 1,20 m de diâmetro e proteção UV.

O tamanho do guarda-chuva influencia o CPM?

O tamanho influencia o CPM em duas direções. Um guarda-chuva maior custa mais por unidade, o que eleva o numerador da conta, mas oferece mais área para a logomarca e cobre mais de uma pessoa, o que aumenta a chance de a marca ser vista. O equilíbrio depende do uso previsto pelo público.

Os dados da ASI valem para o Brasil?

Os dados da ASI vêm de consumidores dos Estados Unidos, Canadá, México e Europa, por isso servem como referência de ordem de grandeza, e não como número exato para o Brasil. O ideal é calibrar a estimativa com uma pesquisa própria.

O brinde substitui a mídia digital?

Não. O brinde complementa a mídia digital: a mídia digital entrega alcance rápido e mensurável; o brinde entrega exposição física prolongada e lembrança. Segundo a ASI, 85% dos consumidores lembram o anunciante que lhes deu um produto com logomarca, um ativo que o anúncio pago não mantém.

Como provar o retorno de um brinde para a diretoria?

Para provar o retorno de um brinde, apresente o CPM calculado ao lado do CPM das mídias que a empresa já usa e acompanhe indicadores de negócio no grupo que recebeu o item. Segundo a ASI, 76% dos consumidores ficam mais propensos a fazer negócio com quem oferece brinde, um dado útil para montar a hipótese do teste.

Conclusão

O CPM de brinde transforma um gasto visto como cortesia em uma métrica comparável a qualquer mídia: preço dividido pelas impressões na vida útil, vezes mil. Com o tíquete médio de R$ 16,20 apurado pela LTP e as 3.300 impressões médias da ASI, o brinde brasileiro custa R$ 4,91 por mil impressões, e um guarda-chuva durável segue gerando exposição muito depois de a verba de anúncios acabar. Para calcular o CPM do seu próximo brinde com um modelo real, solicite um orçamento de guarda-chuva personalizado à Florença e compare o resultado com a mídia que você já compra.

Como citar este artigo

ABNT: FLORENÇA. CPM de brinde: quanto custa cada vez que sua marca é vista em um item promocional? Blog Florença Guarda-Chuvas, 20 set. 2026. Disponível em: https://florenca.ind.br/cpm-de-brinde/. Acesso em: 20 set. 2026.

APA: Florença. (2026, 20 de setembro). CPM de brinde: quanto custa cada vez que sua marca é vista em um item promocional? Blog Florença Guarda-Chuvas. https://florenca.ind.br/cpm-de-brinde/

Referências

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ADVERTISING SPECIALTY INSTITUTE. Product Spotlight: a good impression. ASI, 2026. Disponível em: https://media.asicentral.com/media/lf5ap2yi/ad-impressions-spotlight-impressions.pdf. Acesso em: 20 set. 2026.

BRASIL. Lei nº 9.249, de 26 de dezembro de 1995. Texto de legislação citada. Câmara dos Deputados. Disponível em: https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra?codteor=383373&filename=LegislacaoCitada+PL+6803%2F2006. Acesso em: 20 set. 2026.

FLORENÇA. Guarda-chuva personalizado FL012. Florença Guarda-Chuvas, 2025. Disponível em: https://florenca.ind.br/produto/guarda-chuva-personalizado-fl012/. Acesso em: 20 set. 2026.

FLORENÇA. Guarda-chuva personalizado para empresas (FL016). Florença Guarda-Chuvas, 2026. Disponível em: https://florenca.ind.br/produto/guarda-chuva-personalizado-fl007/. Acesso em: 20 set. 2026.

FLORENÇA. Sobre nós. Florença Guarda-Chuvas, 2026. Disponível em: https://florenca.ind.br/sobre-nos/. Acesso em: 20 set. 2026.

HEGEL, Theresa. Five major insights from the 2026 ASI Ad Impressions Study. Printing Impressions, 9 abr. 2026. Disponível em: https://www.piworld.com/post/five-major-insights-from-the-2026-asi-ad-impressions-study/. Acesso em: 20 set. 2026.

LTP PERSONALIZAÇÃO. Relatório mapeia setor de brindes no Brasil. LTP, 30 jan. 2025. Disponível em: https://www.ltp1.com.br/setor-brindes-no-brasil/. Acesso em: 20 set. 2026.

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PINTO, Alexandre Evaristo; PINTO, Fernando Brasil de Oliveira. Precedentes do Carf sobre dedutibilidade de despesas com brindes. Consultor Jurídico, 2 nov. 2022. Disponível em: https://www.conjur.com.br/2022-nov-02/direto-carf-precedentes-carf-dedutibilidade-despesas-brindes/. Acesso em: 20 set. 2026.

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ROSENBERGER, Hannah. ASI's 2026 Ad Impressions Study: product impressions. ASI Central, 16 jul. 2026. Disponível em: https://members.asicentral.com/news/strategy/july-2026/asi-s-2026-ad-impressions-study-product-impressions/. Acesso em: 20 set. 2026.

TRAFIUS. CPM médio no Facebook e Meta Ads Brasil 2026: benchmarks por segmento. Trafius, 18 abr. 2026. Disponível em: https://trafius.com.br/blog/cpm-medio-facebook-ads-brasil-2026. Acesso em: 20 set. 2026.

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Sobre o autor Felipe Schievenin

Felipe Schievenin é especialista em guarda-chuva personalizado na Florença, empresa com mais de 30 anos de atuação e mais de 1 milhão de peças entregues a empresas de todo o Brasil. Atua na orientação de marcas na escolha de modelos, técnicas de personalização e prazos para brindes corporativos.

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