Guarda-Chuva Personalizado em Ilhabela: vento, maresia e turismo na capital da vela

Ilhabela é a Capital Nacional da Vela por lei federal de 2011, graças ao regime de ventos e correntes do Canal de São Sebastião, e esse mesmo vento interrompe com frequência a travessia de balsa: em 22 de julho de 2026, rajadas de cerca de 53 km/h, acima do limite de segurança de 46 km/h, pararam a operação por quase oito horas. Para quem compra guarda-chuva corporativo na ilha, o vento é o primeiro adversário, e a maresia o segundo: o produto precisa de varetas que dobram sem quebrar e de estrutura que não enferruja. E, como a economia gira em torno do turismo de praia, náutico e de natureza, a mesma empresa que precisa de guarda-chuva costuma precisar também de guarda-sol. A Florença Guarda-Chuvas é uma empresa gaúcha, de Guaporé, com pedido mínimo de 30 unidades. Alguns modelos aceitam pedidos a partir de 6 unidades, sob consulta.


Pontos-chave desta página

  • Ilhabela tem 34.934 habitantes (Censo 2022 do IBGE) e PIB de R$ 14,8 bilhões em 2023, segundo o IBGE, valor muito alto para o tamanho da população, ligado à produção de petróleo na Bacia de Santos.
  • A Lei nº 12.457, de 26 de julho de 2011, deu a Ilhabela o título de Capital Nacional da Vela. A Prefeitura atribui as condições de navegação ao regime de correntes e ventos do canal.
  • Em 22 de julho de 2026, a travessia de balsa ficou suspensa por quase oito horas, com vento constante de 41 km/h e rajadas de cerca de 53 km/h; o limite de segurança informado é de 46 km/h. Em 7 de agosto de 2026, a operação voltou a ser paralisada por ventos fortes.
  • Pela climatologia do Climatempo (série de 30 anos), Ilhabela recebe cerca de 1.633 mm de chuva por ano, com 189 mm em janeiro e 86 mm em agosto, o mês menos chuvoso.
  • O Parque Estadual de Ilhabela preserva 83% da área do município, que tem mais de 40 praias e centenas de cachoeiras, segundo a Prefeitura.
  • A Semana Internacional de Vela de Ilhabela, realizada desde 1973, acontece em julho e atrai velejadores de vários países e milhares de turistas.

Por que venta tanto em Ilhabela?

A ilha e o continente formam um corredor. O vento que entra no Canal de São Sebastião é canalizado entre as montanhas da ilha e a Serra do Mar, e ganha força.

O canal é estreito e ladeado por relevo alto dos dois lados. Quando o vento sopra no sentido do canal, ele é comprimido entre as encostas e acelera, num efeito parecido com o de um funil. É esse regime que faz do canal um dos melhores lugares do país para velejar, e que levou à Lei nº 12.457, de 2011. A Prefeitura destaca o regime de correntes e ventos do canal, na região do Toque-Toque, como a base das condições de navegação.

A passagem de frentes frias, principalmente no outono e no inverno, adiciona rajadas mais fortes. Foi o que aconteceu em julho e agosto de 2026. No dia 22 de julho, segundo o Vale 360 News, o vento constante chegou a 41 km/h e as rajadas a cerca de 53 km/h, acima do limite de 46 km/h usado como referência de segurança para a balsa. A travessia ficou parada das 9h20 até perto das 17h, e a espera chegou a cerca de 2h30 no sentido continente. Em 7 de agosto, a Band informou nova paralisação, com previsão de ventos de até 100 km/h.

A chuva também é frequente, segundo a climatologia do Climatempo:

  • Verão: 156 mm em dezembro, 189 mm em janeiro, 130 mm em fevereiro e 176 mm em março.
  • Outono e primavera: 125 mm em abril, 127 mm em maio, 135 mm em setembro, 147 mm em outubro e 168 mm em novembro.
  • Inverno: 91 mm em junho, 103 mm em julho e 86 mm em agosto. Não existe um mês seco.
  • Temperatura: amplitude térmica pequena, típica de clima marítimo, com mínimas médias entre 19 °C e 24 °C.

Some-se a isso a maresia. Numa ilha, praticamente todo o território habitado fica próximo do mar. O sal suspenso no ar se deposita em estruturas metálicas, e a umidade constante impede que elas sequem por completo. É um ambiente que destrói rapidamente qualquer articulação de aço sem tratamento.

Para comparar o regime da ilha com o de outras regiões, veja o calendário de chuvas por região do Brasil.


O que o vento do canal significa para o produto

Em Ilhabela, o momento crítico do guarda-chuva não é a chuva: é a rajada. Uma copa aberta no vento funciona como vela, e toda a força vai para as varetas.

Uma vareta de metal simples entorta na primeira rajada forte e não volta. Uma vareta de fibra de carbono dobra e retoma a forma. Por isso, na ilha, a vareta vem antes do diâmetro, do tecido e da cor. A segunda exigência é a resistência à corrosão: com maresia o ano inteiro, a estrutura precisa ser de fibra ou galvanizada.

A terceira exigência é de uso. Muitos deslocamentos em Ilhabela envolvem carro, barco ou balsa: o hóspede chega de transfer, sai de lancha para um passeio, espera na fila da travessia. Um guarda-chuva que fecha com a parte molhada para dentro evita molhar estofados, conveses e bagagens.

Tabela 1. O regime de Ilhabela e o que ele exige

Característica verificada Consequência para o produto Especificação decorrente
Rajadas de cerca de 53 km/h que pararam a balsa em julho de 2026 Esforço máximo sobre as varetas Varetas de fibra de carbono, que dobram e voltam
Maresia em praticamente todo o território habitado Corrosão de haste e articulações Haste de fibra ou galvanizada
Cerca de 1.633 mm por ano, sem mês seco (Climatempo) Uso frequente em todas as estações Tecido Pongee, de secagem rápida
Deslocamentos por carro, barco e balsa Água levada para dentro de veículos e embarcações Abertura invertida, que fecha com a parte molhada para dentro
Mais de 40 praias e turismo de verão Demanda de sombra nos dias de sol Guarda-sol personalizado e sombrinha com proteção UV

Como isso muda a prioridade da compra

Em Ilhabela, o critério dominante é a vareta. Em seguida vem a resistência ao sal, e só depois tecido, diâmetro e acabamento.

Na maioria das cidades, a compra corporativa começa pelo preço e pela área de impressão. Na ilha, essa ordem gera prejuízo: um conjunto barato com vareta de metal comum tende a voltar entortado da primeira tarde de vento, e o que sobra enferruja no suporte. A especificação começa pela pergunta sobre o material das varetas e da haste. Fibra de carbono responde às duas questões de uma vez.

O segundo ponto é que a compra raramente se limita ao guarda-chuva. Pousadas, hotéis, beach clubs, marinas e restaurantes de praia precisam de proteção contra chuva no inverno e em dias de frente fria, e de sombra no verão. Planejar as duas linhas no mesmo pedido simplifica a identidade visual e a logística.

O texto sobre a importância das varetas explica em detalhe como a vareta define a resistência ao vento.


Guarda-chuva personalizado por setor em Ilhabela

Pousadas e hotéis

A hotelaria é o principal comprador corporativo da ilha. Na recepção, o guarda-chuva de empréstimo é serviço básico em dias de chuva; no transfer entre balsa, hotel e restaurantes, o FL003 invertido evita molhar o carro. Para hotéis maiores, o FL017 cobre até duas pessoas no trajeto do estacionamento à recepção. O guia de guarda-chuvas para hotéis traz a quantidade recomendada por porte.

Náutica: marinas, iate clubes e escolas de vela

Na capital nacional da vela, marinas, clubes, escolas de vela, operadores de passeio de barco e empresas de manutenção náutica recebem visitantes o ano inteiro. Nas áreas de píer e de embarque, o vento é constante, e o guarda-chuva precisa de varetas de fibra. O FL003 invertido, com haste e varetas em fibra de carbono, é o mais prático para quem entra e sai de embarcações, porque fecha com a parte molhada para dentro.

Eventos náuticos e esportivos

A Semana Internacional de Vela, realizada desde 1973, e outros eventos esportivos levam velejadores, equipes, patrocinadores e imprensa à ilha. Em kits de equipe e de patrocinador, o guarda-chuva personalizado tem vida útil longa e circula com a marca depois do evento. O FL016, com varetas de fibra de carbono e acabamento em madeira, funciona como brinde premium; a sombrinha 99135, com proteção UV, como brinde compacto para o público.

Restaurantes, beach clubs e quiosques

Restaurantes de praia e beach clubs precisam de sombra no verão e de proteção nos dias de chuva. Para área de mesas e espreguiçadeiras, a Florença tem uma linha de guarda-sol personalizado, com cinco produtos, apresentada no catálogo. Para o valet e o ponto de espera, o FL003.

Ecoturismo e guias

Com 83% do território dentro do Parque Estadual de Ilhabela e centenas de cachoeiras, a ilha tem agências de ecoturismo, guias de trilha e operadores de passeios em áreas de mata. Para esse público, o guarda-chuva é de mochila: o FL010 dobrável, com 53 cm fechado e armação em aço galvanizado, ou a sombrinha 99135, com 24 cm fechada. O texto sobre brindes para equipes externas e trabalho em campo aprofunda esse uso.

Condomínios de veraneio e casas de temporada

Condomínios e administradoras de imóveis de temporada atendem moradores eventuais que chegam carregados de bagagem, muitas vezes depois de horas na fila da balsa. Na portaria, o FL017, com estrutura toda em fibra, resiste ao sal mesmo nos meses em que fica guardado. A página sobre guarda-chuva para portaria traz mais detalhes.

Poder público e serviços

A Prefeitura, unidades de saúde, escolas e serviços de atendimento ao turista recebem moradores e visitantes em todos os bairros. Parte importante do orçamento municipal vem do petróleo: em 2017, reportagem do Estadão já apontava Ilhabela como a maior recebedora de royalties do estado de São Paulo, por causa do Campo de Sapinhoá, na Bacia de Santos. Em postos de atendimento ao turista e em unidades de saúde, conjuntos de empréstimo com estrutura em fibra e abertura automática evitam a reposição frequente causada pela maresia.


Qual modelo escolher para o clima de Ilhabela?

Tabela 2. Modelos Florença para os usos mais comuns em Ilhabela

Modelo Estrutura Tecido Abertura Dimensões Uso indicado em Ilhabela
FL003 Invertido Cabo curvo plástico, haste e varetas em fibra de carbono Pongee Manual invertida 100 cm de diâmetro; 120 cm de envergadura O modelo de referência para a cidade. Estrutura em fibra, que resiste ao vento e à maresia, e fechamento com a parte molhada para dentro, ideal para transfer, balsa, marinas e embarque em barcos.
FL017 Portaria Cabo emborrachado, haste de fibra e varetas de fibra de carbono Pongee Automática 120 cm de diâmetro; 140 cm de envergadura Recepção de hotel, portaria de condomínio e unidades de saúde. Estrutura toda em fibra, até 2 pessoas.
FL016 Cabo curvo, haste e ponteiras de madeira, 8 varetas de fibra de carbono Pongee Automática 100 cm de diâmetro; 120 cm de envergadura Brinde premium para eventos de vela, patrocinadores e hóspedes de pousadas de alto padrão.
FL010 Dobrável Cabo reto de madeira, armação reforçada em aço galvanizado Pongee Automática 120 cm de diâmetro; 140 cm de envergadura; 53 cm fechado Guias, agências de ecoturismo e equipes que circulam de carro pela ilha.
99135 Sombrinha Haste e varetas galvanizadas Poliéster com proteção UV Manual 96 cm de diâmetro; 24 cm fechada; capa protetora Brinde compacto para turistas, com proteção UV para os dias de sol na praia.

Para entender quando usar guarda-chuva ou sombrinha, veja as diferenças entre guarda-chuva e sombrinha. Para sombra fixa em praias, quiosques e áreas de lazer, consulte a linha de guarda-sol no catálogo.


Como especificar um guarda-chuva para Ilhabela

Na ilha, a especificação segue a ordem dos riscos: vento, sal, chuva e sol.

Checklist de especificação técnica:

  • Vareta: exija fibra de carbono. É o item que define se o guarda-chuva sobrevive à primeira tarde de vento no canal.
  • Haste: fibra ou metal galvanizado. Aço comum não resiste à maresia.
  • Tecido: Pongee, que seca rápido e reduz mofo num clima sem estação seca.
  • Abertura: invertida para transfer, balsa e barco; automática para recepção e portaria.
  • Diâmetro: 100 cm para uso individual e transfer; 120 cm para recepção, onde o guarda-chuva acompanha hóspede com bagagem.
  • Proteção UV: relevante para brindes de verão e uso na praia. A sombrinha 99135 tem proteção UV; para sombra fixa, use a linha de guarda-sol.
  • Ponto de secagem e limpeza: suporte ventilado, secagem aberta e enxágue com água doce de tempos em tempos para remover o sal.
  • Personalização: cores escuras disfarçam marcas de sal; para hotéis e marinas, a cor do tecido pode seguir a identidade visual do empreendimento.

O guia definitivo do guarda-chuva personalizado explica os termos técnicos usados nas fichas.


Quantos guarda-chuvas comprar em Ilhabela?

Em Ilhabela, o dimensionamento acompanha a ocupação turística: o mesmo hotel que atende poucos hóspedes num dia de semana de inverno lota no verão e em eventos como a Semana de Vela. Como o vento aumenta a taxa de perda por quebra em modelos frágeis, a escolha certa da vareta reduz a reposição. Os volumes abaixo são referências de partida.

Tabela 3. Guia de dimensionamento por tipo de operação

Operação Base de cálculo Volume típico de referência Modelo sugerido
Portaria de marina ou de empreendimento com operação 6 a 12 unidades por posto, distribuídas por acesso 30 a 120 unidades FL017
Recepção de prédio administrativo ou serviço público 6 a 10 unidades por balcão de atendimento 30 a 60 unidades FL017
Portaria de condomínio de veraneio 6 a 20 unidades conforme o porte e o número de acessos 30 a 80 unidades FL017
Recepção de hotel ou pousada 8 a 20 unidades conforme o porte 30 a 60 unidades FL003 e FL017
Valet, transfer e embarque náutico 3 por manobrista ou condutor + 4 no ponto de espera Conforme a equipe FL003 invertido
Brinde de evento ou kit de hóspede 1 por pessoa A partir de 30 unidades por modelo FL016 ou 99135

Pousadas pequenas podem começar pelo mínimo de 30 unidades e dividir o lote entre recepção, transfer e kit de hóspede. Alguns modelos aceitam pedidos a partir de 6 unidades, sob consulta.


Quais erros as empresas de Ilhabela mais cometem?

O erro mais comum em Ilhabela é comprar o guarda-chuva pensando só na chuva. Na capital da vela, o vento quebra e o sal corrói antes de a chuva gastar o tecido.

Os cinco erros mais frequentes em compras corporativas em Ilhabela:

  • Escolher vareta de metal simples: no vento do canal, ela entorta e não volta. Fibra de carbono deve constar do descritivo.
  • Aceitar estrutura sem tratamento contra corrosão: com maresia o ano inteiro, a ferrugem aparece nas articulações mesmo em peças pouco usadas.
  • Usar guarda-chuva comum no transfer: o modelo tradicional fecha com a parte molhada para fora e encharca bancos, conveses e bagagens. O invertido resolve.
  • Esquecer a demanda de sol: no verão, o hóspede pede sombra mais vezes do que proteção contra chuva. Planejar guarda-sol e guarda-chuva juntos evita duas compras e duas identidades visuais.
  • Comprar em cima da temporada: com a logística da travessia, entregas para a ilha precisam de folga. O ideal é receber o conjunto antes de dezembro ou antes do evento.

Como comprar guarda-chuva personalizado em Ilhabela

A Florença Guarda-Chuvas é uma empresa gaúcha sediada em Guaporé, na Serra do Rio Grande do Sul, com mais de 30 anos de mercado, mais de 5.000 clientes atendidos e mais de 1.000.000 de unidades entregues em todo o Brasil, incluindo Ilhabela e o Litoral Norte paulista. As estruturas e os tecidos vêm de fábrica parceira na China; a Florença mantém estoque próprio em Guaporé (RS), onde confere cada peça e faz a personalização.

A Florença publica a especificação técnica de cada modelo, incluindo material da haste, tipo e número de varetas e tecido. Em Ilhabela, essa informação é o que permite saber se o guarda-chuva aguenta o vento do canal e a maresia antes de comprar. Sem o tipo de vareta no descritivo, a resposta só aparece na primeira tarde de vento.

Para empresas que também atendem a capital, a página sobre guarda-chuva personalizado em São Paulo mostra as diferenças de clima. Para o uso corporativo em geral, veja o guarda-chuva personalizado para empresas.

Canais de atendimento:


Em resumo: o que a empresa de Ilhabela precisa decidir

Ilhabela tem um vento que dá nome à cidade, como Capital Nacional da Vela, e que também para a balsa quando as rajadas passam do limite de segurança. Tem maresia em todo o território habitado e cerca de 1.633 mm de chuva por ano, sem mês seco.

A primeira decisão é a vareta: fibra de carbono. A segunda é a resistência ao sal: haste de fibra ou galvanizada. A terceira é o formato: o FL003 invertido é o modelo de referência para transfer, balsa e embarque; o FL017 é o padrão para recepção e portaria.

A quarta decisão é olhar além da chuva. Na ilha, hotéis, restaurantes e beach clubs precisam de sombra no verão; planejar guarda-sol, sombrinha com proteção UV e guarda-chuva no mesmo projeto mantém a identidade visual coerente.

Por fim, há a logística: pedidos para a ilha devem chegar antes da temporada ou do evento, com folga para a travessia.


Perguntas Frequentes sobre Guarda-Chuva Personalizado em Ilhabela

1. Por que Ilhabela é a Capital Nacional da Vela?

O título foi dado pela Lei nº 12.457, de 26 de julho de 2011. A Prefeitura atribui as condições de navegação ao regime de correntes e ventos do Canal de São Sebastião.

2. Venta muito em Ilhabela?

Sim, especialmente na passagem de frentes frias. Em 22 de julho de 2026, rajadas de cerca de 53 km/h pararam a balsa por quase oito horas, e em 7 de agosto houve nova paralisação por ventos fortes.

3. Qual é o limite de vento para a balsa operar?

Segundo o Vale 360 News, o limite de segurança informado na paralisação de julho de 2026 era de 46 km/h. Acima disso, o vento interfere nas manobras de saída, navegação e atracação.

4. Quanto chove por ano em Ilhabela?

Pela climatologia do Climatempo, baseada em 30 anos de observação, a soma das médias mensais é de cerca de 1.633 mm por ano. Janeiro é o mês mais chuvoso, com 189 mm.

5. Ilhabela tem estação seca?

Não. O mês menos chuvoso, agosto, tem média de 86 mm, e junho e julho ficam em 91 mm e 103 mm.

6. Qual é o melhor guarda-chuva para Ilhabela?

Para transfer, balsa e embarque, o FL003 invertido, com haste e varetas em fibra de carbono e tecido Pongee. Para recepção e portaria, o FL017, com estrutura toda em fibra e 120 cm de diâmetro.

7. Por que a vareta de fibra de carbono é importante?

Porque ela dobra com a rajada e volta à forma, enquanto a vareta de metal simples entorta. Além disso, a fibra não sofre corrosão com a maresia.

8. O que é um guarda-chuva invertido?

É um modelo que fecha ao contrário, com a parte molhada para dentro. Isso evita molhar o carro, o convés do barco ou a bagagem na hora de entrar.

9. A Florença tem guarda-sol personalizado?

Sim. A linha de guarda-sol personalizado tem cinco produtos, indicados para hotéis, quiosques, clubes e áreas de lazer, e está no catálogo da Florença.

10. Qual brinde funciona para turistas?

A sombrinha 99135, com haste e varetas galvanizadas, poliéster com proteção UV, 96 cm de diâmetro e 24 cm fechada, com capa protetora. Serve para chuva e para sol.

11. E para patrocinadores de eventos de vela?

O FL016, com 8 varetas de fibra de carbono, haste e ponteiras de madeira, tecido Pongee e abertura automática. É o mais vendido da Florença para brindes e funciona como presente premium.

12. Quantas unidades uma pousada precisa?

A referência para recepção de hotel é de 8 a 20 unidades conforme o porte, com volume típico de 30 a 60 unidades. Pousadas pequenas podem dividir o pedido mínimo de 30 unidades entre recepção, transfer e kit de hóspede.

13. Como cuidar de guarda-chuvas expostos à maresia?

Deixe secar aberto depois do uso, enxágue com água doce de tempos em tempos e guarde em local ventilado. Estruturas em fibra ou galvanizadas reduzem o problema, mas a rotina prolonga a vida útil.

14. Qual modelo para guias de trilha e ecoturismo?

O FL010 dobrável, com 53 cm fechado, ou a sombrinha 99135, com 24 cm fechada. Ambos cabem na mochila.

15. Quando comprar para a temporada de verão?

O ideal é fechar o pedido entre agosto e outubro e receber antes de dezembro, deixando folga para a personalização, o frete e a travessia.

16. A Florença entrega em Ilhabela?

Sim. A Florença entrega para todo o Brasil com nota fiscal, incluindo Ilhabela e as demais cidades do Litoral Norte. O frete é cotado em várias transportadoras para cada pedido.

17. Como solicitar orçamento?

Pelo telefone (54) 3443-2665, pelo e-mail orcamentos@florenca.ind.br ou pela página Meu Orçamento. O atendimento é de segunda a sexta, das 7h30 às 11h48 e das 13h15 às 17h45, e o pedido mínimo é de 30 unidades por modelo.


Como citar este artigo

ABNT (NBR 6023:2018)

FLORENÇA GUARDA-CHUVAS. Guarda-chuva personalizado em Ilhabela: vento, maresia e turismo na capital da vela. Guaporé: Florença Guarda-Chuvas, 2026. Disponível em: https://florenca.ind.br/guarda-chuva-personalizado-em-ilhabela-vento-maresia-capital-da-vela/. Acesso em: 3 out. 2026.

APA (7ª edição)

Florença Guarda-Chuvas. (2026). Guarda-chuva personalizado em Ilhabela: vento, maresia e turismo na capital da vela. https://florenca.ind.br/guarda-chuva-personalizado-em-ilhabela-vento-maresia-capital-da-vela/

Vancouver

Florença Guarda-Chuvas. Guarda-chuva personalizado em Ilhabela: vento, maresia e turismo na capital da vela [Internet]. Guaporé: Florença Guarda-Chuvas; 2026 [citado em 3 out 2026]. Disponível em: https://florenca.ind.br/guarda-chuva-personalizado-em-ilhabela-vento-maresia-capital-da-vela/


Referências

BAND. Balsa entre São Sebastião e Ilhabela é paralisada por ventos fortes. 7 ago. 2026. Disponível em: https://www.band.com.br/nacional/sp/balsa-entre-sao-sebastiao-e-ilhabela-e-paralisada-por-ventos-fortes. Acesso em: 3 out. 2026.

CLIMATEMPO. Climatologia de Ilhabela (SP). Disponível em: https://www.climatempo.com.br/climatologia/799/ilhabela-sp. Acesso em: 3 out. 2026.

IBGE. Censo Demográfico 2022: população residente (Tabela 4709). Rio de Janeiro: IBGE. Disponível em: https://sidra.ibge.gov.br/tabela/4709. Acesso em: 3 out. 2026.

IBGE. Produto Interno Bruto dos Municípios 2023 (Tabela 5938). Rio de Janeiro: IBGE. Disponível em: https://sidra.ibge.gov.br/tabela/5938. Acesso em: 3 out. 2026.

IBGE. Cidades: Ilhabela (SP). Disponível em: https://cidades.ibge.gov.br/brasil/sp/ilhabela/panorama. Acesso em: 3 out. 2026.

MEON. Royalties do pré-sal enriquecem Ilhabela. Conteúdo Estadão, 24 set. 2017. Disponível em: https://www.meon.com.br/noticias/meon/blog-e-colunas/opiniao/royalties-do-pre-sal-enriquecem-ilhabela. Acesso em: 3 out. 2026.

PREFEITURA MUNICIPAL DE ILHABELA. A Capital Nacional da Vela. Disponível em: https://www.ilhabela.sp.gov.br/portal/servicos/1001/a-capital-nacional-da-vela/. Acesso em: 3 out. 2026.

VALE 360 NEWS. Ventos paralisam operação da balsa e motoristas esperaram por horas a travessia entre Ilhabela x São Sebastião. 22 jul. 2026. Disponível em: https://www.vale360news.com.br/ventos-paralisam-operacao-da-balsa-e-motoristas-esperaram-por-horas-a-travessia-entre-ilhabela-x-sao-sebastiao/. Acesso em: 3 out. 2026.

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Sobre o autor Felipe Schievenin

Felipe Schievenin é especialista em guarda-chuva personalizado na Florença, empresa com mais de 30 anos de atuação e mais de 1 milhão de peças entregues a empresas de todo o Brasil. Atua na orientação de marcas na escolha de modelos, técnicas de personalização e prazos para brindes corporativos.

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