Guarda-Chuva Personalizado em Niterói: travessia da baía, vento e polo naval

Niterói concentra 481.749 habitantes em apenas 133,757 km², uma densidade de 3.601,67 habitantes por quilômetro quadrado no Censo 2022, e uma parte importante da sua população atravessa a Baía de Guanabara todos os dias: em 2024, o sistema de barcas transportou em média 48 mil passageiros por dia. Quem faz essa rotina caminha até a estação, espera no cais, cruza a baía e caminha de novo do outro lado, sempre exposto ao vento que corre sobre a água. Ao mesmo tempo, a cidade vive a retomada da indústria naval, com o Estaleiro Mauá empregando 1.500 trabalhadores e projetando dobrar esse número. Para o guarda-chuva, isso significa duas exigências diferentes: um modelo compacto e resistente para quem se desloca entre margens e um modelo de estrutura robusta para portarias e canteiros à beira da baía. Nesta página você encontra os dados verificados, o que eles exigem do produto e a especificação certa para cada setor. A Florença Guarda-Chuvas é uma empresa gaúcha, de Guaporé, com pedido mínimo de 30 unidades. Alguns modelos aceitam pedidos a partir de 6 unidades, sob consulta.


Pontos-chave desta página

  • Niterói tem 481.749 habitantes (Censo 2022) em 133,757 km², com densidade de 3.601,67 hab/km². O PIB municipal foi de R$ 76,3 bilhões em 2023 (IBGE).
  • A chuva média anual registrada na estação do Horto Florestal de Niterói é de 1.141,4 mm, com período chuvoso de dezembro a abril e período mais seco entre junho e agosto, segundo o diagnóstico climático do Plano de Manejo da Estação Ecológica da Guanabara (ICMBio).
  • Na Baía de Guanabara, os ventos de leste e nordeste vêm do anticiclone do Atlântico Sul, a brisa marinha produz vento sul em mais de 32% dos registros no Santos Dumont, e as frentes frias fazem o vento girar em várias direções.
  • Entre 5 e 7 de abril de 2010, Niterói recebeu pouco mais de 300 mm de chuva em quatro dias; o deslizamento do Morro do Bumba deixou 48 mortos confirmados, segundo a Agência Brasil.
  • O Estaleiro Mauá emprega 1.500 trabalhadores e prevê chegar a 3.000; a parceria com a Prefeitura mira mais de 5.000 empregos em 18 meses, com escola de soldadores na Ponta da Areia.
  • O sistema de barcas teve média de 48 mil passageiros por dia em 2024; após a redução de tarifas, o catamarã de Charitas passou de 3.680 para cerca de 6.000 passageiros diários.

Por que o vento da baía muda o guarda-chuva em Niterói?

Em Niterói, a chuva é moderada no volume anual, mas o usuário enfrenta um fator que poucas cidades têm na rotina: a travessia diária de uma baía aberta ao vento.

Não há estação convencional do INMET com normal climatológica 1991-2020 dentro do município. A referência usada aqui é o diagnóstico climático do Plano de Manejo da Estação Ecológica da Guanabara, publicado pelo ICMBio, que reúne dados do INMET e de outras redes. Para a estação do Horto Florestal, em Niterói, o documento indica média anual de 1.141,4 mm. A região da baía tem chuva variando de cerca de 1.000 mm nas áreas baixas a mais de 2.100 mm nas partes altas da Serra dos Órgãos. O período chuvoso vai de dezembro a abril, e o mais seco, de junho a agosto, embora a chuva seja relativamente distribuída ao longo do ano. A umidade relativa média na Baía de Guanabara fica em torno de 78%.

O vento é o ponto central. O mesmo diagnóstico aponta que os ventos de leste e nordeste, originados do anticiclone semifixo do Atlântico Sul, dominam a região. Um estudo publicado na Revista Brasileira de Climatologia, com dados de 2003 a 2013, mostrou que no Aeroporto Santos Dumont, do outro lado da baía, o vento sul responde por mais de 32% dos registros por influência da brisa marítima, e que a passagem de sistemas frontais provoca giro do vento em diversas direções. Na maior parte do tempo o vento é fraco, entre 1 e 3 m/s. O problema não é a média: é a mudança de direção quando a frente fria chega, exatamente quando a chuva começa.

Para quem desce da barca na Praça Araribóia, caminha por um cais aberto ou espera o catamarã em Charitas, essa mudança de direção é o que vira o guarda-chuva do avesso. Uma vareta fina, que aguentaria a mesma chuva em uma rua protegida por prédios, falha no espaço aberto da orla.

O relevo agrava a chuva intensa. Niterói tem morros ocupados muito próximos do centro e da orla. Entre 5 e 7 de abril de 2010, a cidade recebeu pouco mais de 300 mm em quatro dias, volume que, segundo a Agência Brasil, superou a chuva típica de um mês inteiro. O deslizamento no Morro do Bumba deixou 48 mortos confirmados. É o caso extremo, mas mostra que a chuva de verão e de outono em Niterói pode ser concentrada e perigosa.


O que a travessia diária significa para o produto

A combinação de deslocamento entre margens, vento que muda de direção e chuva concentrada no verão define dois perfis de uso. O primeiro é individual: o guarda-chuva que vai na bolsa ou na mochila, sai na estação e volta para a bolsa. O segundo é compartilhado: o guarda-chuva de portaria, de recepção ou de canteiro, usado por várias pessoas em pátios abertos à beira da baía.

Tabela 1. O regime de Niterói e o que ele exige

Característica verificada Consequência para o produto Especificação decorrente
48 mil passageiros por dia nas barcas (média de 2024) Uso pendular: o produto viaja na bolsa e abre na estação Modelo dobrável e automático, sem perder diâmetro
Vento de leste e nordeste, brisa de sul e giro do vento com frentes frias Esforço lateral e inversão em espaço aberto Armação reforçada, vareta dupla ou de fibra
Umidade relativa média em torno de 78% na baía Secagem lenta e ambiente salino na orla Haste galvanizada ou de fibra e tecido de secagem rápida
Mais de 300 mm em quatro dias (abril de 2010) Chuva concentrada que pega muita gente ao mesmo tempo Conjunto de portaria dimensionado para o pico
Retomada naval, com 1.500 trabalhadores no Estaleiro Mauá Trabalho a céu aberto em pátios e cais Estrutura de 120 cm, que não corrói, e atenção à NR-21

Como isso muda a prioridade da compra

Em Niterói, o critério dominante é a portabilidade sem fragilidade: o guarda-chuva precisa caber na bolsa de quem atravessa a baía e, ainda assim, resistir ao vento do cais.

Em muitas cidades, a escolha é binária: ou o modelo é compacto e frágil, ou é robusto e grande. Em Niterói, a rotina pendular obriga a buscar as duas qualidades no mesmo produto para o uso individual. Um dobrável com armação reforçada em aço galvanizado, abertura automática e 120 cm de diâmetro atende quem sai da barca em dia de chuva e precisa abrir a peça com uma mão, segurando a bolsa com a outra.

No uso compartilhado, a prioridade é outra: estrutura que não enferruja e vareta que não dobra, porque os pátios do polo naval, as portarias de prédios na orla de Icaraí e as recepções de hospitais e universidades recebem vento e ar salino diretamente. Aqui, o tecido de secagem rápida também pesa, porque a umidade média alta reduz o tempo de secagem entre um uso e outro. Para entender o que muda entre os dois formatos, veja as diferenças entre guarda-chuva e sombrinha e os tipos de guarda-chuva personalizado.


Guarda-chuva personalizado por setor em Niterói

Niterói tem uma economia de serviços forte, uma universidade federal de grande porte, uma rede de saúde de referência regional e uma indústria naval em recuperação. Também recebe rendas do petróleo: em 2024, foram R$ 2,23 bilhões, o equivalente a 37% do orçamento, segundo análise divulgada pelo portal A Seguir Niterói.

Indústria naval e estaleiros

O Estaleiro Mauá, na Ponta da Areia, emprega 1.500 trabalhadores e prevê chegar a 3.000, segundo a Prefeitura, que firmou parceria para gerar mais de 5.000 empregos em 18 meses e criar uma escola de soldadores com apoio da Firjan. Em estaleiro, o trabalho é feito em pátios abertos e cais, à beira da baía. A NR-21 exige abrigos capazes de proteger os trabalhadores contra intempéries, como chuva, insolação e ventos; o guarda-chuva de 120 cm complementa essa proteção nos deslocamentos entre oficinas, portaria e embarque. O modelo indicado é o FL017 Portaria, com estrutura toda em fibra, que não corrói. Kits de integração e SIPAT seguem a lógica descrita no guia de brindes para equipes externas e trabalho em campo.

Transporte aquaviário e mobilidade

As barcas entre a Praça Araribóia e a Praça XV e o catamarã de Charitas formam a principal ligação aquaviária da cidade com o Rio de Janeiro. Em 2024, o sistema teve média de 48 mil passageiros por dia; após a redução de tarifas em 2025, o catamarã de Charitas passou de 3.680 para cerca de 6.000 passageiros diários. Operadores, empresas de mobilidade e órgãos públicos podem usar o guarda-chuva personalizado em campanhas para passageiros, em kits de equipe e em pontos de apoio nas estações.

Escritórios, serviços e empresas no Centro e em Icaraí

Escritórios, consultórios, escritórios de advocacia e empresas de serviços se concentram no Centro e em Icaraí, muitos com equipes que se deslocam para o Rio. Para esse público, o brinde que funciona é o dobrável de boa estrutura, que vai na pasta e aguenta a travessia. O FL010 Dobrável foi pensado para essa rotina. A página de guarda-chuva personalizado para empresas detalha como planejar a compra corporativa.

Universidades e ensino

A Universidade Federal Fluminense (UFF) tem sede em Niterói e campi espalhados pela cidade, com grande circulação de estudantes, professores e servidores a pé e de transporte público. Kits de recepção de calouros, eventos acadêmicos e congressos são ocasiões típicas de compra. Para estudantes, o dobrável atende o deslocamento; para recepções de prédios e bibliotecas, o modelo de portaria.

Saúde: hospitais e clínicas

A cidade concentra hospitais e clínicas que atendem também municípios vizinhos, como o Hospital Universitário Antônio Pedro, ligado à UFF. Em hospitais, o guarda-chuva de recepção atende pacientes e acompanhantes que chegam a pé, de ônibus ou de barca, e precisa ser de 120 cm, com abertura simples e estrutura que aguenta o uso compartilhado.

Condomínios e administradoras

Com mais de 3.600 habitantes por quilômetro quadrado, Niterói tem grande número de edifícios residenciais, especialmente em Icaraí, Santa Rosa e no Centro, e condomínios horizontais na Região Oceânica. A cortesia de guarda-chuva na portaria resolve o trajeto entre o prédio e o carro, o táxi ou o ponto de ônibus. Veja o guia de guarda-chuva de portaria para dimensionar o conjunto.

Turismo, hotelaria e gastronomia

O Museu de Arte Contemporânea, o Caminho Niemeyer e as praias da Região Oceânica, como Itacoatiara e Camboinhas, atraem visitantes do Rio e de outros estados. Hotéis e restaurantes com estacionamento usam o guarda-chuva para levar o hóspede até o carro. O guia de guarda-chuvas para hotéis explica como montar o conjunto de recepção e valet.


Qual modelo escolher para o clima de Niterói?

A tabela abaixo cobre os dois perfis de uso da cidade: o individual, que atravessa a baía, e o compartilhado, que fica na portaria ou no canteiro.

Tabela 2. Modelos Florença para os usos mais comuns em Niterói

Modelo Estrutura Tecido Abertura Dimensões Uso indicado em Niterói
FL010 Dobrável Cabo reto de madeira, armação reforçada em aço galvanizado Pongee Automática 120 cm de diâmetro; 140 cm de envergadura; 53 cm fechado O modelo de referência para a cidade. Combina o que a travessia da baía pede: vai na bolsa, abre com uma mão na saída da estação, tem armação reforçada para o vento do cais e cobertura de 120 cm. Brinde corporativo e acadêmico de alto valor percebido.
FL017 Portaria Cabo emborrachado, haste de fibra e varetas de fibra de carbono Pongee Automática 120 cm de diâmetro; 140 cm de envergadura Estaleiros, pátios à beira da baía, portarias na orla e recepções de hospitais. Estrutura toda em fibra, que não corrói, para até 2 pessoas.
FL006 Portaria Cabo reto plástico, haste de metal galvanizada, 8 varetas duplas de metal reforçadas Poliéster 190T Manual 120 cm de diâmetro; 140 cm de envergadura Condomínios e prédios comerciais com muitos acessos, onde o custo por unidade pesa. 17 cores.
FL016 Cabo curvo, haste e ponteiras de madeira, 8 varetas de fibra de carbono Pongee Automática 100 cm de diâmetro; 120 cm de envergadura Presente premium para clientes, eventos acadêmicos e escritórios. O mais vendido para brindes, com 20 cores.
FL003 Invertido Cabo curvo plástico, haste e varetas em fibra de carbono Pongee Manual invertida 100 cm de diâmetro; 120 cm de envergadura Valet de hotéis e restaurantes, transfer e transporte executivo. Fecha com a parte molhada para dentro.

Como especificar um guarda-chuva para Niterói

Em Niterói, a especificação precisa separar o uso individual do uso compartilhado. Um único modelo raramente atende bem os dois.

Checklist de especificação técnica:

  • Formato: para quem atravessa a baía, dobrável com armação reforçada; para portaria e canteiro, modelo longo de 120 cm.
  • Armação e vareta: exija armação reforçada, vareta dupla de metal ou vareta de fibra de carbono. O giro do vento com as frentes frias é o principal motivo de quebra no cais.
  • Haste: aço galvanizado, fibra ou madeira. Na orla, aço sem tratamento oxida.
  • Tecido: Pongee, que seca rápido, é a escolha certa onde a umidade média fica em torno de 78% e a peça volta molhada para a bolsa.
  • Abertura: automática para o uso pendular, porque o usuário costuma abrir a peça segurando bolsa, celular ou bilhete.
  • Diâmetro: 120 cm para uso compartilhado e, sempre que possível, também no dobrável; 100 cm para brinde individual premium.
  • Comprimento fechado: verifique a medida fechada do dobrável (no FL010, 53 cm) para garantir que caiba na mochila ou na pasta.
  • Ponto de secagem: em portarias de prédios na orla, suporte com escorredor em local ventilado, longe de armário fechado.
  • Personalização: marca aplicada em gomo visível de frente para quem está no cais ou na calçada; em eventos acadêmicos, a identidade do evento e da instituição.

Quantos guarda-chuvas comprar em Niterói?

O volume anual de chuva é moderado, mas concentrado entre dezembro e abril. A compra deve estar entregue antes de dezembro, e o dimensionamento deve considerar os dias de chuva forte de verão, quando a saída do trabalho, a fila da barca e a portaria lotam ao mesmo tempo.

Tabela 3. Guia de dimensionamento por tipo de operação

Operação Base de cálculo Volume típico de referência Modelo sugerido
Portaria industrial ou de estaleiro 6 a 12 unidades por posto, distribuídas por acesso 30 a 120 unidades FL017, pela estrutura em fibra
Recepção de prédio corporativo, hospital ou universidade 6 a 10 unidades por balcão de atendimento 30 a 60 unidades FL017 ou FL006
Portaria de condomínio 6 a 20 unidades conforme o porte e o número de acessos 30 a 80 unidades FL006 ou FL017 na orla
Recepção de hotel 8 a 20 unidades conforme o porte 30 a 60 unidades FL017
Valet de hotel ou restaurante 3 unidades por manobrista, mais 4 no ponto de espera 30 unidades FL017 no percurso, FL003 no embarque
Brinde corporativo, acadêmico ou kit de integração 1 por pessoa, mais 5% a 10% de reserva 30 a 5.000 unidades FL010 ou FL016

Como o período chuvoso começa em dezembro, o planejamento ideal fecha o pedido entre agosto e outubro. O calendário de chuvas por região ajuda a programar a compra para outras unidades da empresa.


Quais erros as empresas de Niterói mais cometem?

O erro mais comum em Niterói é escolher o dobrável mais barato para um público que atravessa a baía. No primeiro dia de vento no cais, a peça vira do avesso e o brinde vira lixo com a marca da empresa.

Os cinco erros mais frequentes em compras corporativas em Niterói:

  • Comprar dobrável sem armação reforçada: o compacto de varetas finas não aguenta o giro do vento em espaço aberto. A armação precisa ser reforçada.
  • Usar o mesmo modelo para bolsa e portaria: o dobrável não substitui o modelo de 120 cm em portaria, e o modelo longo não serve para quem pega a barca.
  • Ignorar a maresia na orla: prédios em Icaraí, na Boa Viagem e na Região Oceânica recebem ar salino. Haste sem tratamento oxida no suporte.
  • Esquecer a NR-21 em estaleiros e obras: o trabalho a céu aberto exige abrigo contra chuva e vento. O guarda-chuva é complemento útil, mas o planejamento de proteção começa pela norma.
  • Comprar em dezembro: o período chuvoso vai de dezembro a abril. Pedido feito no início do verão chega quando a temporada já começou.

Como comprar guarda-chuva personalizado em Niterói

A Florença Guarda-Chuvas é uma empresa gaúcha sediada em Guaporé, na Serra do Rio Grande do Sul, com mais de 30 anos de mercado, mais de 5.000 clientes atendidos e mais de 1.000.000 de unidades entregues em todo o Brasil, incluindo Niterói e o Leste Fluminense. As estruturas e os tecidos vêm de fábrica parceira na China; a Florença mantém estoque próprio em Guaporé (RS), onde confere cada peça e faz a personalização.

A especificação técnica de cada modelo é publicada: material da haste e da armação, tipo e número de varetas, tecido, abertura, diâmetro, envergadura e, nos dobráveis, o comprimento fechado. Em Niterói, essa informação separa um brinde que sobrevive à travessia de um que quebra no primeiro dia de vento. Também permite ao comprador do estaleiro ou da universidade comparar propostas com base em critérios objetivos. Para aprofundar, veja o guia definitivo do guarda-chuva personalizado, o texto sobre a importância das varetas e a página do guarda-chuva personalizado no Rio de Janeiro, do outro lado da baía.


Em resumo: o que a empresa de Niterói precisa decidir

Niterói tem chuva anual moderada, de cerca de 1.141 mm na estação do Horto Florestal, mas uma rotina que expõe o usuário ao vento de forma incomum: a travessia diária da Baía de Guanabara, o cais aberto e a orla. Os ventos de leste e nordeste, a brisa de sul e o giro do vento com as frentes frias são o principal motivo de quebra de guarda-chuvas na cidade.

A primeira decisão é separar os usos. Para quem se desloca entre margens, o dobrável precisa ter armação reforçada, abertura automática e diâmetro de 120 cm; o FL010 é a referência. Para portarias, estaleiros, hospitais e universidades, o modelo longo de 120 cm com estrutura que não corrói, como o FL017 ou o FL006.

A segunda decisão é o calendário. Com o período chuvoso entre dezembro e abril, o pedido deve ser fechado antes do fim da primavera. A terceira é o tecido: com umidade média em torno de 78%, o Pongee de secagem rápida reduz mofo e odor nas peças que voltam molhadas para a bolsa.


Perguntas Frequentes sobre Guarda-Chuva Personalizado em Niterói

1. Quanto chove por ano em Niterói?

A estação do Horto Florestal, em Niterói, registra média anual de 1.141,4 mm, segundo o diagnóstico climático do Plano de Manejo da Estação Ecológica da Guanabara (ICMBio). Não há normal climatológica 1991-2020 do INMET para estação convencional no município.

2. Qual é o período chuvoso em Niterói?

De dezembro a abril. O período mais seco vai de junho a agosto, mas a chuva é relativamente distribuída ao longo do ano.

3. Venta muito em Niterói?

Na maior parte do tempo, o vento é fraco a moderado. Os ventos de leste e nordeste dominam a região, a brisa produz vento sul frequente, e as frentes frias fazem o vento mudar de direção, o que é a principal causa de inversão de guarda-chuvas em áreas abertas.

4. Por que a travessia da baía importa para o guarda-chuva?

Porque o usuário sai da barca ou do catamarã em espaço aberto, com vento da água, e precisa abrir a peça rapidamente. Um dobrável frágil não resiste a essa condição.

5. Qual o melhor modelo de guarda-chuva para Niterói?

Para uso individual e brinde, o FL010 Dobrável, com armação reforçada em aço galvanizado, Pongee, abertura automática e 120 cm de diâmetro. Para portarias e estaleiros, o FL017, com estrutura toda em fibra.

6. Niterói já teve chuvas extremas?

Sim. Entre 5 e 7 de abril de 2010, a cidade recebeu pouco mais de 300 mm em quatro dias, e o deslizamento do Morro do Bumba deixou 48 mortos confirmados, segundo a Agência Brasil.

7. Quantos habitantes tem Niterói?

Segundo o Censo 2022 do IBGE, 481.749 habitantes, em uma área de 133,757 km², com densidade de 3.601,67 habitantes por quilômetro quadrado.

8. Quantas pessoas usam as barcas por dia?

Em 2024, o sistema de barcas teve média de 48 mil passageiros por dia. Após a redução de tarifas, o catamarã de Charitas passou de cerca de 3.680 para 6.000 passageiros diários.

9. Qual modelo indicar para estaleiros?

O FL017 Portaria, de 120 cm, com haste de fibra e varetas de fibra de carbono, que não corroem no ambiente salino da baía. Em kits de integração, o FL010 pode complementar o uso individual.

10. A NR-21 se aplica aos estaleiros de Niterói?

A NR-21 trata de trabalhos a céu aberto e exige abrigos contra intempéries, como chuva, insolação e ventos. O guarda-chuva não substitui o abrigo, mas complementa a proteção nos deslocamentos em pátios e cais.

11. Dobrável é resistente o suficiente para Niterói?

Depende da armação. Dobrável com varetas finas não serve para o cais; um dobrável com armação reforçada em aço galvanizado e 120 cm de diâmetro, como o FL010, atende a rotina de travessia.

12. Qual tecido escolher?

Pongee, que seca rapidamente. Com umidade relativa média em torno de 78% na baía, tecidos de secagem lenta favorecem mofo, especialmente quando a peça volta molhada para a bolsa.

13. Quantas unidades por portaria de condomínio?

De 6 a 20 unidades, conforme o porte e o número de acessos, o que resulta em 30 a 80 unidades por operação. Prédios na orla devem preferir estrutura em fibra ou galvanizada.

14. Quando comprar para o verão?

Entre agosto e outubro. Como o período chuvoso começa em dezembro, o pedido fechado nessa janela garante a entrega antes da temporada.

15. Qual brinde funciona para universidades e eventos acadêmicos?

O FL010 Dobrável para estudantes e participantes que se deslocam de transporte público, e o FL016 como presente premium para palestrantes e convidados.

16. Hotéis e restaurantes com valet precisam de qual modelo?

FL017 no percurso entre a porta e o carro e FL003 Invertido no embarque, porque fecha com a parte molhada para dentro e não molha o banco do veículo.

17. A Florença entrega em Niterói?

Sim. A Florença entrega para todo o Brasil com nota fiscal, incluindo Niterói, São Gonçalo e os demais municípios do Leste Fluminense. O frete é cotado em várias transportadoras para cada pedido.

18. Como solicitar orçamento?

Pelo formulário em florenca.ind.br/meu-orcamento, pelo telefone (54) 3443-2665 ou pelo e-mail orcamentos@florenca.ind.br. O atendimento é de segunda a sexta, das 7h30 às 11h48 e das 13h15 às 17h45, e o pedido mínimo é de 30 unidades por modelo.


Como citar este artigo

ABNT (NBR 6023:2018)

FLORENÇA GUARDA-CHUVAS. Guarda-chuva personalizado em Niterói: travessia da baía, vento e polo naval. Guaporé: Florença Guarda-Chuvas, 2026. Disponível em: https://florenca.ind.br/guarda-chuva-personalizado-em-niteroi-travessia-da-baia-e-polo-naval/. Acesso em: 3 out. 2026.

APA (7ª edição)

Florença Guarda-Chuvas. (2026). Guarda-chuva personalizado em Niterói: travessia da baía, vento e polo naval. https://florenca.ind.br/guarda-chuva-personalizado-em-niteroi-travessia-da-baia-e-polo-naval/

Vancouver

Florença Guarda-Chuvas. Guarda-chuva personalizado em Niterói: travessia da baía, vento e polo naval [Internet]. Guaporé: Florença Guarda-Chuvas; 2026 [citado em 3 out 2026]. Disponível em: https://florenca.ind.br/guarda-chuva-personalizado-em-niteroi-travessia-da-baia-e-polo-naval/


Referências

A SEGUIR NITERÓI. Barcas Rio-Niterói tiram passageiros de carros e ônibus, com tarifas reduzidas. Niterói, 25 mar. 2025. Disponível em: https://aseguirniteroi.com.br/noticias/barcas-e-catamara-tiram-passageiros-de-carros-e-onibus-para-o-rio-com-tarifas-reduzidas/. Acesso em: 3 out. 2026.

A SEGUIR NITERÓI. Maricá e Niterói lideram arrecadação de rendas petrolíferas no Brasil. Niterói, 25 ago. 2026. Disponível em: https://aseguirniteroi.com.br/noticias/marica-e-niteroi-lideram-arrecadacao-de-rendas-petroliferas-no-brasil/. Acesso em: 3 out. 2026.

BARBOSA, Francielly. Após 15 anos, sobreviventes contam traumas de temporais em Niterói. Agência Brasil, Rio de Janeiro, 6 abr. 2025. Disponível em: https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2025-04/apos-15-anos-sobreviventes-contam-traumas-de-temporais-em-niteroi. Acesso em: 3 out. 2026.

BRASIL. Ministério do Trabalho e Emprego. Norma Regulamentadora nº 21: Trabalhos a Céu Aberto. Brasília. Disponível em: https://www.gov.br/trabalho-e-emprego/pt-br/acesso-a-informacao/participacao-social/conselhos-e-orgaos-colegiados/comissao-tripartite-partitaria-permanente/arquivos/normas-regulamentadoras/nr-21.pdf. Acesso em: 3 out. 2026.

INSTITUTO CHICO MENDES DE CONSERVAÇÃO DA BIODIVERSIDADE. Diagnóstico do clima: Plano de Manejo da Estação Ecológica da Guanabara. Brasília: ICMBio. Disponível em: https://www.gov.br/icmbio/pt-br/assuntos/biodiversidade/unidade-de-conservacao/unidades-de-biomas/marinho/lista-de-ucs/esec-da-guanabara/arquivos/diagnostico_clima_ga.pdf. Acesso em: 3 out. 2026.

INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA. Censo Demográfico 2022: população residente, área territorial e densidade demográfica (Tabela 4714). Rio de Janeiro: IBGE, 2023. Disponível em: https://sidra.ibge.gov.br/tabela/4714. Acesso em: 3 out. 2026.

INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA. Produto Interno Bruto dos Municípios (Tabela 5938). Rio de Janeiro: IBGE. Disponível em: https://sidra.ibge.gov.br/tabela/5938. Acesso em: 3 out. 2026.

OLIVEIRA-JÚNIOR, José Francisco; TERASSI, Paulo Miguel de Bodas; GOIS, Givanildo. Estudo da circulação dos ventos na Baía de Guanabara/RJ, entre 2003 e 2013. Revista Brasileira de Climatologia, v. 21, jul./dez. 2017. Disponível em: https://revistas.ufpr.br/revistaabclima/article/download/51492/33284. Acesso em: 3 out. 2026.

PREFEITURA DE NITERÓI. Prefeitura de Niterói articula parceria com Estaleiro Mauá para retomada e crescimento da indústria naval na cidade. Niterói, 17 mar. 2026. Disponível em: https://niteroi.rj.gov.br/prefeitura-de-niteroi-articula-parceria-com-estaleiro-maua-para-retomada-e-crescimento-da-industria-naval-na-cidade/. Acesso em: 3 out. 2026.

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Sobre o autor Felipe Schievenin

Felipe Schievenin é especialista em guarda-chuva personalizado na Florença, empresa com mais de 30 anos de atuação e mais de 1 milhão de peças entregues a empresas de todo o Brasil. Atua na orientação de marcas na escolha de modelos, técnicas de personalização e prazos para brindes corporativos.

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