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Guarda-Chuva Personalizado em Vitória: maresia, vento nordeste e porto na capital-ilha
Vitória é uma capital construída sobre ilhas, cercada pelo mar e pela baía, com 3.324 habitantes por km² (IBGE), e vento predominante de norte-nordeste que, segundo estudo de dez anos de medições, chega a 5,3 m/s de média na Terceira Ponte. Nesse ambiente, o ar carrega maresia o ano inteiro, e o principal inimigo do guarda-chuva corporativo não é a chuva em si, mas a corrosão. Haste e varetas de aço comum oxidam rápido, travam o mecanismo e mancham o tecido. Em Vitória, o primeiro critério da compra é material que não enferruja, seguido de estrutura que aguente o vento da orla. Nesta página você encontra o regime climático da capital, o que ele exige do produto e a especificação para cada setor. A Florença Guarda-Chuvas é uma empresa gaúcha, de Guaporé, com pedido mínimo de 30 unidades. Alguns modelos aceitam pedidos a partir de 6 unidades, sob consulta.
Pontos-chave desta página
- Vitória tem 322.869 habitantes (IBGE, Censo 2022) em 97,124 km², com densidade de 3.324,33 habitantes por km² e PIB per capita de R$ 87.520,35 (IBGE, 2023).
- A capital tem o centro administrativo e a maior parte da área urbana na Ilha de Vitória, cercada pela baía e pelo mar, com o Porto de Vitória no Centro e o Complexo de Tubarão, da Vale, no próprio município.
- O Complexo de Tubarão reúne operações ferroviárias, de pelotização e portuárias e respondia por cerca de 33% das exportações de minério de ferro da Vale quando completou 50 anos, em 2016.
- Estudo publicado na Revista Geonorte (2018), com dados de 2006 a 2016, mostra que a direção predominante do vento na Grande Vitória é norte-nordeste, com média de 5,3 m/s na Terceira Ponte e 4,0 m/s no aeroporto.
- A climatologia de 30 anos da Climatempo mostra pico de chuva em novembro (189 mm) e dezembro (166 mm) e mínimo em junho (41 mm).
- Em 1º de dezembro de 2024, o Cemaden registrou 97,11 mm em 24 horas em Vitória, o maior acumulado do estado naquele dia, segundo A Gazeta.
Por que a maresia e o vento dominam o clima de Vitória?
Em Vitória, praticamente nenhum ponto da cidade está longe da água. A capital ocupa a Ilha de Vitória e outras ilhas menores, além de uma porção continental, e está cercada pela Baía de Vitória, pelo canal do porto e pelo oceano, na orla de Camburi e da Praia do Canto. Essa geografia expõe toda a cidade ao ar marinho, carregado de partículas de sal, a chamada maresia.
O vento é o que leva a maresia para dentro da cidade. O estudo de Malacarne e Ribeiro, publicado na Revista Geonorte em 2018, analisou oito estações meteorológicas da Região Metropolitana da Grande Vitória entre 2006 e 2016 e concluiu que a direção predominante é norte-nordeste. Os ventos mais fortes vêm do quadrante nordeste. A média regional foi de 3,1 m/s, mas as estações próximas ao mar registram valores bem maiores: 5,3 m/s na Terceira Ponte e 4,0 m/s no aeroporto. Entre abril e junho, com a passagem de frentes frias, o vento gira para sul e sudeste.
Esse vento nordeste é constante. Ele não precisa de temporal para existir e sopra na maior parte dos dias do ano, sobretudo na primavera. Para quem caminha pela orla ou atravessa uma avenida exposta, isso significa que o guarda-chuva sofre esforço lateral mesmo em chuva fraca, e que a peça vive em contato com ar salino o tempo todo.
A chuva, por sua vez, é moderada no total, mas concentrada no fim do ano. Na climatologia da Climatempo, novembro tem 189 mm e dezembro 166 mm, enquanto junho, julho e agosto ficam entre 41 e 48 mm. Na primavera e no verão, frentes frias e sistemas como a Zona de Convergência do Atlântico Sul organizam períodos de chuva persistente sobre o Espírito Santo. O resultado são episódios como o de 1º de dezembro de 2024, quando Vitória acumulou 97,11 mm em 24 horas, com alertas de risco hidrológico e de deslizamento emitidos pelo Cemaden.
As temperaturas variam pouco, por influência do mar: a climatologia indica médias entre 20 °C e 28 °C ao longo do ano. Umidade alta e sal no ar, somados, formam o ambiente mais agressivo para metais comuns.
O que a maresia significa para o produto
Em Vitória, o guarda-chuva corporativo pode falhar sem nunca ter enfrentado um temporal: basta ficar guardado em uma portaria perto do mar. A maresia deposita sal sobre as partes metálicas. Com a umidade, o sal acelera a oxidação do aço comum. A ferrugem aparece primeiro nas articulações das varetas e na mola da haste, justamente os pontos que fazem o guarda-chuva abrir e fechar.
O resultado é conhecido em prédios da orla: peças que travam, varetas que quebram na articulação e manchas de ferrugem no tecido. O problema é progressivo e silencioso. O comprador só percebe quando boa parte do conjunto já está comprometida.
Por isso, em Vitória, o material da estrutura vem antes de tudo. Fibra não corrói. Metal galvanizado tem tratamento que resiste muito mais à oxidação. Aço sem tratamento simplesmente não é opção para uma cidade onde a maresia alcança praticamente todos os bairros.
O vento é o segundo fator. Com vento nordeste constante, a vareta precisa flexionar sem quebrar. A fibra de carbono faz isso naturalmente; a vareta dupla de metal reforçado distribui o esforço. Entenda o papel de cada tipo na página sobre a importância das varetas.
Tabela 1. O regime de Vitória e o que ele exige
| Característica verificada | Consequência para o produto | Especificação decorrente |
|---|---|---|
| Capital em ilha, cercada pela baía e pelo mar | Exposição permanente à maresia | Estrutura em fibra ou metal galvanizado |
| Vento norte-nordeste predominante, 5,3 m/s de média na Terceira Ponte | Esforço lateral constante sobre a armação | Varetas de fibra de carbono ou duplas de metal reforçado |
| Umidade alta e médias de 20 °C a 28 °C | Oxidação acelerada e risco de mofo | Tecido Pongee, de secagem rápida |
| 189 mm em novembro e 166 mm em dezembro (climatologia) | Pico de uso no fim do ano | Conjunto revisado antes de outubro |
| 97,11 mm em 24 horas (Cemaden, dezembro de 2024) | Chuva forte em episódios concentrados | 120 cm de diâmetro para uso compartilhado |
Como isso muda a prioridade da compra
Em Vitória, o critério dominante é resistência à corrosão: estrutura em fibra ou galvanizada vem antes de preço, cor ou abertura. Em cidades do interior, um guarda-chuva com haste de aço comum pode durar anos. Na capital capixaba, a mesma peça pode começar a oxidar em poucos meses, principalmente em portarias e recepções próximas à orla.
Isso coloca no topo da lista os modelos com estrutura integralmente em fibra, que eliminam o problema de corrosão, e, para grandes volumes, os modelos com haste galvanizada. A segunda camada de decisão é o vento: varetas de fibra de carbono ou duplas de metal reforçado. A terceira é o tecido: Pongee seca mais rápido e reduz o tempo em que a peça fica úmida.
Para brinde, a mesma lógica vale. O colaborador ou cliente que recebe o guarda-chuva vai usá-lo na mesma cidade, sob a mesma maresia. Um brinde que enferruja em poucos meses transmite a imagem oposta à que a marca pretende. A página de guia definitivo do guarda-chuva personalizado explica como comparar materiais.
Guarda-chuva personalizado por setor em Vitória
A economia de Vitória combina porto, mineração, administração pública, serviços corporativos, saúde, educação e turismo de negócios.
Porto e comércio exterior
O Porto de Vitória, no Centro, e os terminais de carga do entorno da baía concentram operadores portuários, agências marítimas, despachantes e transportadoras. São operações a poucos metros da água, com equipes que circulam entre escritórios, armazéns e cais. A NR-21 exige proteção contra chuva, insolação, calor e ventos em trabalhos a céu aberto; o guarda-chuva complementa abrigos e EPIs nos deslocamentos. Para esse ambiente, estrutura em fibra é praticamente obrigatória.
Mineração e logística: Complexo de Tubarão
O Complexo de Tubarão, da Vale, centraliza operações ferroviárias, de pelotização e portuárias em Vitória e respondia por cerca de um terço das exportações de minério de ferro da empresa em 2016. Empresas da cadeia de fornecedores e prestadores de serviço mantêm equipes em portarias, estacionamentos e áreas administrativas expostas ao vento e à maresia. O uso em áreas operacionais deve seguir sempre as regras de segurança de cada unidade.
Administração pública
Como capital, Vitória concentra órgãos dos governos estadual e municipal, tribunais, assembleia e câmara. Recepções de prédios públicos atendem grande fluxo de cidadãos, advogados e servidores. Conjuntos de cortesia na entrada e brindes institucionais em eventos são os usos mais comuns, e a especificação técnica publicada facilita o descritivo em processos de compra.
Escritórios e centros empresariais
Bairros como Enseada do Suá e Praia do Canto reúnem torres corporativas, escritórios de advocacia, consultorias e sedes de empresas. Nesses prédios, o guarda-chuva da recepção é a primeira impressão do visitante em dia de chuva. Modelos de 120 cm com estrutura em fibra e acabamento sóbrio são os mais indicados. Veja também a página de guarda-chuva personalizado para empresas.
Saúde
Vitória é polo de saúde do estado, com hospitais públicos, filantrópicos e privados, além do Hospital Universitário da UFES. Recepções e entradas de emergência precisam de guarda-chuvas grandes para que o funcionário acompanhe o paciente até a porta sem que os dois se molhem. Em hospitais próximos à orla, a estrutura sem corrosão é especialmente importante, porque o conjunto fica muito tempo parado.
Universidades e escolas
A Universidade Federal do Espírito Santo tem seu principal campus em Goiabeiras, na capital, e a cidade tem uma rede ampla de faculdades particulares e escolas. Kits de calouro, eventos acadêmicos e programas de relacionamento usam o guarda-chuva como brinde útil no dia a dia de quem se desloca a pé e de ônibus.
Hotelaria, eventos e aeroporto
Hotéis da orla de Camburi e da Praia do Canto recebem principalmente turismo de negócios, ligado a porto, mineração, petróleo e administração pública. O Aeroporto de Vitória fica dentro do município. Para recepções de hotel, o conjunto precisa resistir à maresia e ao vento nordeste da orla. O guia de guarda-chuvas para hotéis ajuda a dimensionar o conjunto.
Condomínios da orla
Com mais de 3.300 habitantes por km², Vitória é uma cidade vertical, com muitos condomínios próximos ao mar. Portarias de condomínio são o ambiente mais crítico para corrosão: o conjunto fica parado, perto da água, e só é usado em dia de chuva. A página de guarda-chuva para portaria mostra como organizar o conjunto.
Qual modelo escolher para o clima de Vitória?
Tabela 2. Modelos Florença para os usos mais comuns em Vitória
| Modelo | Estrutura | Tecido | Abertura | Dimensões | Uso indicado em Vitória |
|---|---|---|---|---|---|
| FL017 Portaria | Cabo emborrachado, haste de fibra e varetas de fibra de carbono | Pongee | Automática | 120 cm de diâmetro; 140 cm de envergadura | O modelo de referência para a cidade. Estrutura toda em fibra, que não corrói com a maresia e flexiona com o vento nordeste. Indicado para portarias da orla, porto, hospitais, hotéis e prédios corporativos; cobre até 2 pessoas. |
| FL006 Portaria | Cabo reto plástico, haste de metal galvanizada, 8 varetas duplas de metal reforçadas | Poliéster 190T | Manual | 120 cm de diâmetro; 140 cm de envergadura | Alternativa de melhor custo para grandes volumes em prédios públicos e condomínios afastados da orla. 17 cores. |
| FL003 Invertido | Cabo curvo plástico, haste e varetas em fibra de carbono | Pongee | Manual invertida | 100 cm de diâmetro; 120 cm de envergadura | Valet, frota executiva e transfer do aeroporto: estrutura em fibra e fechamento com a parte molhada para dentro. |
| FL016 | Cabo curvo, haste e ponteiras de madeira, 8 varetas de fibra de carbono | Pongee | Automática | 100 cm de diâmetro; 120 cm de envergadura | Presente premium para clientes, diretoria e eventos institucionais; sem haste de aço exposta à maresia. O mais vendido para brindes, em 20 cores. |
| FL014 Sombrinha | Cabo plástico preto, haste e varetas de metal galvanizada | Poliéster 190T | Manual | 96 cm de diâmetro; 24 cm fechada; capa protetora | Brinde compacto para eventos e público que se desloca a pé; estrutura galvanizada e capa protetora. |
Para comparar formatos, consulte os tipos de guarda-chuva personalizado.
Como especificar um guarda-chuva para Vitória
A especificação para Vitória começa pela pergunta que quase ninguém faz: de que material são a haste e as varetas?
Checklist de especificação técnica:
- Haste: exija haste de fibra. Em grandes volumes, aceite metal galvanizado. Aço sem tratamento oxida rapidamente na maresia.
- Vareta: exija fibra de carbono, que não corrói e flexiona com o vento, ou vareta dupla de metal galvanizado reforçado.
- Tecido: prefira Pongee, que seca mais rápido e reduz o tempo de contato da estrutura com a umidade.
- Diâmetro: 120 cm para portarias e recepções; 100 cm para brinde individual.
- Abertura: automática em recepções com fluxo alto; manual é aceitável em conjuntos de alto volume.
- Ponto de secagem: seque as peças abertas em local ventilado antes de guardar. Em ambiente salino, guardar molhado acelera a corrosão de qualquer parte metálica.
- Limpeza: em portarias de frente para o mar, um enxágue eventual com água doce e secagem completa prolonga a vida útil das partes metálicas.
- Armazenamento: evite armários fechados e úmidos; use suportes que deixem as peças ventiladas.
- Personalização: escolha cores sólidas que não denunciem manchas e logotipo em área de bom contraste.
Quantos guarda-chuvas comprar em Vitória?
Em Vitória, o volume é moderado, mas a vida útil depende do material. Um conjunto em fibra pode ser menor e durar mais; um conjunto em aço comum precisa de reposição frequente. As quantidades abaixo consideram estrutura resistente à corrosão.
Tabela 3. Guia de dimensionamento por tipo de operação
| Operação | Base de cálculo | Volume típico de referência | Modelo sugerido |
|---|---|---|---|
| Portaria e recepção industrial ou portuária | 6 a 12 unidades por posto | 30 a 120 unidades | FL017, pela estrutura em fibra |
| Recepção de prédio corporativo ou público | 6 a 10 unidades por balcão de atendimento | 30 a 60 unidades | FL017 |
| Portaria de condomínio | 6 a 20 unidades conforme o porte e o número de acessos | 30 a 80 unidades | FL017 na orla; FL006 em áreas afastadas |
| Recepção de hotel | 8 a 20 unidades conforme o porte | 30 a 60 unidades | FL017 |
| Valet e frota executiva | 3 por manobrista ou motorista, mais 4 no ponto de espera | Conforme a equipe | FL003 Invertido |
| Brinde ou kit institucional | 1 por pessoa | Conforme o público | FL016 ou FL014 |
Quais erros as empresas de Vitória mais cometem?
O erro mais caro em Vitória é comprar pelo preço um guarda-chuva com estrutura de aço comum e descobrir, poucos meses depois, um conjunto enferrujado e travado.
Os cinco erros mais frequentes em compras corporativas em Vitória:
- Não perguntar o material da estrutura: sem especificação de haste e varetas, o fornecedor pode entregar aço sem tratamento, que oxida na maresia.
- Guardar o conjunto molhado: umidade e sal juntos aceleram a corrosão. Secar antes de guardar é tão importante quanto escolher o modelo.
- Subestimar o vento da orla: o vento nordeste é constante. Vareta simples entorta mesmo sem temporal.
- Dar brinde que enferruja: o cliente usa o guarda-chuva na mesma cidade. Uma peça com ferrugem associa a marca a baixa qualidade.
- Comprar só no meio da estação chuvosa: novembro e dezembro concentram a chuva. Pedidos feitos em cima da hora reduzem a margem para aprovar arte e receber o conjunto.
Como comprar guarda-chuva personalizado em Vitória
A Florença Guarda-Chuvas é uma empresa gaúcha sediada em Guaporé, na Serra do Rio Grande do Sul, com mais de 30 anos de mercado, mais de 5.000 clientes atendidos e mais de 1.000.000 de unidades entregues em todo o Brasil, incluindo Vitória e a Grande Vitória. As estruturas e os tecidos vêm de fábrica parceira na China; a Florença mantém estoque próprio em Guaporé (RS), onde confere cada peça e faz a personalização.
A empresa publica a especificação técnica completa de cada modelo, incluindo o material da haste e das varetas. Em Vitória essa informação é a mais importante da compra: só com ela o comprador sabe se o produto é em fibra, galvanizado ou aço comum, e portanto se vai resistir à maresia. Para órgãos públicos, a especificação publicada também facilita o descritivo técnico do processo de compra.
Empresas com operações em várias capitais do Sudeste podem consultar a página de guarda-chuva personalizado no Rio de Janeiro e o calendário de chuvas por região do Brasil.
Canais de atendimento:
- Catálogo: florenca.ind.br/guarda-chuva-personalizado
- Orçamento: florenca.ind.br/meu-orcamento
- Telefone: (54) 3443-2665
- E-mail: orcamentos@florenca.ind.br
- Horário: de segunda a sexta, das 7h30 às 11h48 e das 13h15 às 17h45
- Entrega: para todo o Brasil, com nota fiscal
- Pedido mínimo: 30 unidades por modelo
Em resumo: o que a empresa de Vitória precisa decidir
Vitória é uma capital em ilha, com 322.869 habitantes e densidade de 3.324 habitantes por km², cercada pelo mar e pela baía e sede do Porto de Vitória e do Complexo de Tubarão. O vento predominante é norte-nordeste, com média de 5,3 m/s na Terceira Ponte, e leva a maresia a praticamente toda a cidade.
Nesse ambiente, o critério dominante da compra é resistência à corrosão: estrutura em fibra ou galvanizada. Em seguida vêm a vareta que flexiona com o vento e o tecido Pongee, que seca rápido. A chuva, concentrada em novembro e dezembro, define a época de revisar e completar o conjunto.
O FL017 é o modelo de referência, por ter estrutura toda em fibra. O FL006 atende grandes volumes em áreas menos expostas, o FL003 Invertido resolve valet e transfer, e o FL016 e a sombrinha FL014 são as opções de brinde.
A decisão depende de três perguntas: a que distância do mar fica cada ponto de uso, quantos acessos a operação tem e qual é o público do brinde. Com as respostas, a Tabela 3 dá o volume, e o pedido pode ser fechado antes de novembro.
Perguntas Frequentes sobre Guarda-Chuva Personalizado em Vitória
1. Por que a maresia é um problema para guarda-chuvas em Vitória?
Porque a cidade fica em ilhas cercadas pelo mar e pela baía, e o ar salino alcança praticamente todos os bairros. O sal, com a umidade, acelera a oxidação de haste e varetas de aço sem tratamento.
2. Qual é o vento predominante em Vitória?
Norte-nordeste, segundo estudo publicado na Revista Geonorte com dados de 2006 a 2016. A média regional foi de 3,1 m/s, com 5,3 m/s na Terceira Ponte e 4,0 m/s no aeroporto.
3. Quais são os meses mais chuvosos em Vitória?
Novembro, com 189 mm, e dezembro, com 166 mm, na climatologia de 30 anos da Climatempo. Junho é o mês mais seco, com 41 mm.
4. Vitória tem chuvas fortes?
Sim, em episódios concentrados. Em 1º de dezembro de 2024, o Cemaden registrou 97,11 mm em 24 horas na capital, o maior acumulado do estado naquele dia.
5. Qual é o melhor guarda-chuva para portaria em Vitória?
O FL017, com estrutura toda em fibra, tecido Pongee, abertura automática e 120 cm de diâmetro. A fibra não corrói com a maresia e flexiona com o vento.
6. Haste galvanizada resolve o problema da maresia?
O tratamento galvanizado resiste muito mais à oxidação que o aço comum e é uma boa opção para grandes volumes, como no FL006. Em pontos de frente para o mar, a estrutura em fibra é a mais indicada.
7. O Porto de Tubarão fica em Vitória?
Sim. O Complexo de Tubarão, da Vale, que reúne operações ferroviárias, de pelotização e portuárias, fica em Vitória. Já a usina siderúrgica da ArcelorMittal Tubarão fica no município vizinho de Serra.
8. Qual modelo indicar para valet e transfer do aeroporto?
O FL003 Invertido, com haste e varetas de fibra de carbono. Ele fecha com a parte molhada para dentro e não molha o interior do carro.
9. Qual é o melhor brinde premium para Vitória?
O FL016, com haste e ponteiras de madeira e 8 varetas de fibra de carbono. Sem aço exposto, ele resiste bem ao ambiente salino e é o mais vendido para brindes.
10. Como conservar guarda-chuvas em prédios da orla?
Seque as peças abertas antes de guardar, use suportes ventilados e, em pontos muito expostos, faça um enxágue eventual com água doce. Evite armários fechados e úmidos.
11. O guarda-chuva ajuda a cumprir a NR-21?
A NR-21 exige proteção contra chuva, insolação, calor e ventos em trabalhos a céu aberto. O guarda-chuva complementa abrigos e EPIs nos deslocamentos, mas não os substitui.
12. Quantos guarda-chuvas uma portaria de condomínio precisa?
A referência é de 6 a 20 unidades conforme o porte e o número de acessos, com volume típico de 30 a 80. Na orla, a estrutura em fibra prolonga a vida útil do conjunto.
13. Quando é a melhor época para comprar?
Entre agosto e outubro, para ter o conjunto pronto antes de novembro e dezembro, os meses mais chuvosos.
14. Sombrinha funciona em Vitória?
Funciona como brinde compacto para quem anda a pé. A FL014 tem haste e varetas galvanizadas, 96 cm de diâmetro e capa protetora. Em dias de vento forte na orla, o guarda-chuva de 120 cm protege melhor.
15. A Florença entrega em Vitória?
Sim. A Florença entrega para todo o Brasil com nota fiscal, incluindo Vitória e os demais municípios da Grande Vitória, com escolha do melhor frete para cada pedido.
16. Como solicitar orçamento?
Pelo telefone (54) 3443-2665, pelo e-mail orcamentos@florenca.ind.br ou pela página Meu Orçamento, de segunda a sexta, das 7h30 às 11h48 e das 13h15 às 17h45. O pedido mínimo é de 30 unidades por modelo.
Como citar este artigo
ABNT (NBR 6023:2018)
FLORENÇA GUARDA-CHUVAS. Guarda-chuva personalizado em Vitória: maresia, vento nordeste e porto na capital-ilha. Guaporé: Florença Guarda-Chuvas, 2026. Disponível em: https://florenca.ind.br/guarda-chuva-personalizado-em-vitoria-maresia-e-vento-na-capital-ilha/. Acesso em: 3 out. 2026.
APA (7ª edição)
Florença Guarda-Chuvas. (2026). Guarda-chuva personalizado em Vitória: maresia, vento nordeste e porto na capital-ilha. https://florenca.ind.br/guarda-chuva-personalizado-em-vitoria-maresia-e-vento-na-capital-ilha/
Vancouver
Florença Guarda-Chuvas. Guarda-chuva personalizado em Vitória: maresia, vento nordeste e porto na capital-ilha [Internet]. Guaporé: Florença Guarda-Chuvas; 2026 [citado em 3 out 2026]. Disponível em: https://florenca.ind.br/guarda-chuva-personalizado-em-vitoria-maresia-e-vento-na-capital-ilha/
Referências
A GAZETA. Após temporal, Vitória registra quase 100 mm de chuva em 24 horas. Vitória, dez. 2024. Disponível em: https://www.agazeta.com.br/clima/apos-temporal-vitoria-registra-quase-100-mm-de-chuva-em-24-horas-1224. Acesso em: 3 out. 2026.
BRASIL. Ministério do Trabalho e Emprego. Norma Regulamentadora nº 21: Trabalhos a Céu Aberto. Brasília. Disponível em: https://www.gov.br/trabalho-e-emprego/pt-br/acesso-a-informacao/participacao-social/conselhos-e-orgaos-colegiados/comissao-tripartite-partitaria-permanente/arquivos/normas-regulamentadoras/nr-21.pdf. Acesso em: 3 out. 2026.
CLIMATEMPO. Climatologia de Vitória (ES). Disponível em: https://www.climatempo.com.br/climatologia/84/vitoria-es. Acesso em: 3 out. 2026.
INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA (IBGE). Vitória (ES): cidades e estados. Rio de Janeiro: IBGE. Disponível em: https://www.ibge.gov.br/cidades-e-estados/es/vitoria.html. Acesso em: 3 out. 2026.
MALACARNE, M.; RIBEIRO, F. K. Análise da frequência e do padrão dos ventos na região da Grande Vitória entre 2006 e 2016. Revista Geonorte, Manaus, v. 9, n. 32, 2018. Disponível em: https://www.periodicos.ufam.edu.br/index.php/revista-geonorte/article/download/3814/3767/. Acesso em: 3 out. 2026.
NOTÍCIAS DE MINERAÇÃO BRASIL. Complexo portuário usado pela Vale no Espírito Santo completa 50 anos. 2 abr. 2016. Disponível em: https://www.noticiasdemineracao.com/geral/news/1128084/complexo-portuario-usado-pela-vale-espirito-santo-completa-anos. Acesso em: 3 out. 2026.
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Felipe Schievenin é especialista em guarda-chuva personalizado na Florença, empresa com mais de 30 anos de atuação e mais de 1 milhão de peças entregues a empresas de todo o Brasil. Atua na orientação de marcas na escolha de modelos, técnicas de personalização e prazos para brindes corporativos.